Quinta-feira, 14.04.11

 

 

É um passo decisivo para o Expressões Lusitanas! Após ter ganho uma vasta experiência e “estofo” enquanto blogue alojado na plataforma do SAPO durante dois anos, o Expressões Lusitanas dá agora um novo e seguinte passos para a sua consolidação enquanto jornal ‘online’.

 

Pode encontrar um novo Expressões Lusitanas em relação ao desenho e ao grafismo, mas não abre mão aos valores pelos quais tem pautado: credibilidade, notoriedade e ética jornalística.

 

O Expressões Lusitanas agradece a toda a equipa dos Blogues do SAPO pelo contributo, divulgação e os múltiplos destaques feitos na página principal ao longo de estes dois anos (Março de 2009 a Abril de 2011).

 

A nova casa do Expressões Lusitanas é www.expressoeslusitanas.pt

 

Visite!

 

Obrigado,

Daniel Pinto Lopes

geral@expressoeslusitanas.com

 

14 de Abril de 2011

 

 

 



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Terça-feira, 15.03.11

 

Tem 23 anos e estreia-se no mundo da música com o disco “The Cherry On My Cake”, um título curioso com uma explicação peculiar. “A minha mãe teve um sonho e viu o meu álbum à sua frente e chamava-se ‘the cherry on my cake’, explica Luísa Sobral ao Expressões Lusitanas. Estudou música em Boston, nos Estados Unidos da América (EUA) e, mais tarde, esteve seis meses em Nova Iorque, durante os quais teve a oportunidade de cantar em alguns restaurantes. A sua vivência e a relação com as pessoas inspiraram-na no processo de composição do seu disco de estreia. Billie Holiday, Ella Fitzgerald e Regina Spektor são as principais influências musicais em Luísa Sobral e estão representadas no seu álbum, de uma forma “inconsciente”. A sonoridade de “The Cherry On My Cake” é ‘jazz’. Mais concretamente, consiste numa “mistura da sonoridade” das melodias deste género musical nos anos 50 com sons de que gosta de ouvir agora, como a harpa, por exemplo. O álbum é composto por 13 canções, das quais dez são interpretadas em inglês. “Na altura vivia nos EUA e falava, sonhava, pensava e cantava sempre em inglês”, detalha. Para trás, há já sete anos, fica a participação no concurso televisivo da SIC – “Ídolos”.

 

 

Expressões Lusitanas: Antes de falarmos sobre o seu disco de estreia, abordemos o caminho que percorreu até chegar a este patamar. Durante quatro anos estudou no Berklee College of Music, em Boston, EUA. Como surgiu a oportunidade?

Luísa Sobral: A oportunidade foi a ficha de inscrição (risos). Sempre ouvi falar muito desta escola e inscrevi-me.

 

Expressões Lusitanas: Como classifica a experiência?

Luísa Sobral: É inexplicável, porque percebi quem era enquanto artista. Foram os quatro melhores anos da minha vida, pelo menos até agora.

 

Expressões Lusitanas: Era um curso geral de música ou tinha algumas disciplinas mais específicas?

Luísa Sobral: Escolhi o ‘Professional Music’, que permite desenhar o curso à nossa medida.

 

Expressões Lusitanas: Conseguiu contactos?

Luísa Sobral: Fiquei com os contactos de professores de que gosto muito e que conhecem pessoas importantes no mundo da música, mas não tive a necessidade de recorrer muito a isso.

 

Expressões Lusitanas: Posteriormente, esteve em Nova Iorque, Durante quanto tempo?

Luísa Sobral: Só seis meses.

 

Expressões Lusitanas: Esteve relacionado com a música?

Luísa Sobral: Sim, acabei o curso em Boston e decidi ir para Nova Iorque durante um ano, mas, entretanto, acabei por ter este convite [de gravar o disco] e regressei a Portugal. Porém, tive a oportunidade de lá cantar em alguns sítios.

 

Expressões Lusitanas: Onde? Em clubes de ‘jazz’?

Luísa Sobral: Estive mais em restaurantes e sítios similares, porque quando se começa é assim, mas permitiu conhecer pessoas.

 

Expressões Lusitanas: Foi a passagem pelos EUA uma fonte de inspiração para a composição do seu disco de estreia?

Luísa Sobral: Claro que sim. Vivi lá cerca de cinco anos. Tudo o que aconteceu, as pessoas que conheci e os amigos que fiz foram uma fonte de inspiração, tal como a música que lá ouvia e tocava. Nas aulas, cheguei a tocar música indiana e árabe, por exemplo.

 

Expressões Lusitanas: Para além do que referiu, houve mais algum elemento em que se inspirasse e baseasse?

Luísa Sobral: O que se passa nas nossas vidas inspira-nos. É a minha vivência, a relação com as pessoas. São várias coisas e é difícil de dizer o que é. Tudo o que acontece pode tornar-se numa inspiração, se nós o deixarmos.

 

Expressões Lusitanas: Quais são as suas principais influências musicais?

Luísa Sobral: Billie Holiday, Ella Fitzgerald e Regina Spektor.

 

Expressões Lusitanas: Estão representadas no seu primeiro disco?

Luísa Sobral: Acho que sim. Repare, é como no Jornalismo. Se ler muito um autor, algumas coisas acabam por o influenciar de uma forma inconsciente. O mesmo se passa com a música e é por isso que tento não ouvir apenas uma só pessoa. Se ouvirmos várias coisas, seremos nós mesmos na nossa arte.

 

Expressões Lusitanas: A Luísa é cantora, compositora, letrista e instrumentista. É quatro em um, digamos assim?

Luísa Sobral: Sou o pacote completo (risos).

 

Expressões Lusitanas: À excepção de ‘Saiu Para a Rua’, de Carlos Tê e Rui Veloso, os restantes temas foram escritos pela Luísa. Qual é a tónica dominante na escrita das canções? Versam sobre algum tema em particular ou uma fala sobre uma coisa e outra já retrata outra?

Luísa Sobral: É um pouco isso. Tratam-se de histórias sobre pessoas e personagens imagináveis. Se calhar são influenciadas por pessoas que conheço. Há ainda algumas personagens, supostamente autobiográficas, nas quais começo as frases pela primeira pessoa do singular [eu] e não se referem a mim, mas a uma personagem que crio.

 

Expressões Lusitanas: Ou seja, as letras retratam um eu existencial e um eu sonhado?

Luísa Sobral: Sim. Por seu lado, o eu sonhado apresenta vários heterónimos. É como se eu fosse uma actriz e participasse em filmes diferentes.

 

Expressões Lusitanas: Como define a sonoridade do disco? Apenas ‘jazz’?

Luísa Sobral: Sim, mas com influências de sonoridades modernas não tão utilizadas no ‘jazz’ acústico dos anos 50.

 

Expressões Lusitanas: Em que sentido?

Luísa Sobral: É uma mistura da sonoridade das melodias dos anos 50 com sons de que gosto de ouvir agora, como a harpa, por exemplo.

 

Expressões Lusitanas: “The Cherry On My Cake” (“A cereja no topo do meu bolo”) é um título curioso. A que se deve?

Luísa Sobral: O tema ‘Don’t Let Me Down’ tem um verso que termina com “Without your cherry on my cake”. Não tinha dado muito importância, nem falei com ninguém. Enquanto estava à procura de um título para o disco, a minha mãe teve um sonho, no qual via o meu álbum à sua frente e chamava-se ‘cherry on my cake’! Nunca tínhamos falado desta frase. Acho piada a sonhos e a premonições e, portanto, decidi não ir contra o sonho, nunca se sabe o que pode acontecer (risos).

 

Expressões Lusitanas: O seu disco de estreia inclui 13 canções, das quais apenas três são interpretadas em português. Por alguma razão em especial?

Luísa Sobral: Foi uma coisa orgânica. Quando escrevi os dez temas em inglês vivia nos EUA e falava, sonhava, pensava e cantava sempre em inglês. Era a língua por mim mais utilizada.

 

Expressões Lusitanas: E porquê a inclusão do tema escrito por Carlos Tê e interpretado por Rui Veloso (‘Saiu Para a Rua’)?

Luísa Sobral: Oiço Rui Veloso desde pequenina e é um dos temas de que mais gosto. Identifico-me com a ideia do poema. Sei que é deprimente. Fala sobre uma relação em que os dois envolvidos vivem infelizes, mas a canção expõe esta situação de uma maneira muito poética e bonita.

 

Expressões Lusitanas: Há sete anos atrás participou no programa ‘Ídolos’. Vistas as coisas com alguma distância, a passagem pelo concurso enriqueceu-a?

Luísa Sobral: Talvez tenha enriquecido como pessoa.

 

Expressões Lusitanas: E a nível musical?

Luísa Sobral: Não trouxe nada de novo. Se formos a ver bem, a minha música (‘jazz’) não tem nada a ver com o cariz do programa (‘pop’). Na altura, não sabia nada de teoria musical e agora sei, porque estudei.

 

Expressões Lusitanas: Voltava a participar no programa novamente?

Luísa Sobral: Agora? Nunca mais.

 

Expressões Lusitanas: Mas o seu irmão Salvador, entretanto, participou.

Luísa Sobral: Foi por piada. Cantar é um ‘hobbie’ que ele tem.

 

Expressões Lusitanas: Na altura ele questionou-a se devia participar?

Luísa Sobral: Sim. Ele gosta de cantar, achava piada e, por isso, não via grande problema. Agora, se ele quisesse fazer carreira, teria dito para não ir.

 



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Segunda-feira, 14.03.11

 

 

 

Os ginastas e acrobatas Gonçalo Roque (22 anos) e Sofia Rolão (14 anos) e o estudante de música e cantor Ivo Soares (15 anos) são os segundos finalistas do concurso ‘Portugal Tem Talento’, transmitido aos domingos à noite pela SIC.

 

Daniel Pinto Lopes

 

A dupla Gonçalo Roque e Sofia Rolão foi a mais votada pelo público na segunda semi-final de ‘Portugal Tem Talento'. Com uma actuação de ginástica acrobata e números de forças combinadas, os ginastas de Samora Correia e Costa da Caparica, respectivamente, seguem para a gala final do programa.

 

Em cada semi-final são definidos dois finalistas. Neste sentido, de entre o segundo e terceiro concorrentes mais votados pelo público, o júri elege um. A escolha era entre Ivo Soares, de 15 anos, natural da Quinta do Anjo (Palmela) e estudante de música, e o colectivo All About Dance, cujos membros têm idades compreendidas entre os 17 e os 28 anos e são naturais de Santa Maria da Feira.

 

À partida, a decisão dos três elementos do júri – José Diogo Quintela, Conceição Lino e Ricardo Dias – já era de esperar, tendo em conta os elogios e as apreciações feitas pelos jurados na prestação do concorrente de Palmela. Ivo Soares ruma desta forma para a segunda semi-final e os All About Dance regressam a casa.

 

Marcaram também presença nesta segunda semi-final as actuações de André Castro (magia), Márcia Moreira (cantora), Sócrates Bôrras (tocar saxofone), Spartans Crew (‘breakdance’) e Twins Dance (espectáculo de fogo).

 

‘Portugal Tem Talento’ é apresentado por Bárbara Guimarães e ao longo das próximas semanas vão continuar a ser conhecidos os restantes finalistas de entre 40 candidatos.

 

 



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Segunda-feira, 07.03.11

 

Fonte da imagem: RTP

 

O programa especial ‘Um Por Todos’ trouxe a Portugal alguns dos intervenientes da primeira série de ‘Príncipes do Nada’ e apresentou os doadores, membros da sociedade civil que vão ofertar produtos e material necessário à sobrevivência de alguns. A emissão teve lugar no dia de aniversário da RTP.

 

Daniel Pinto Lopes

 

“Ainda há muito a fazer no combate à pobreza no mundo”. Foi desta forma que Catarina Furtado abriu o especial ‘Príncipes do Nada’, fazendo assim referência aos oito Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), aprovados pelos 189 estados-membros na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque (Estados Unidos).

 

Entre os ODM figuram a erradicação da pobreza extrema e da fome, a promoção da igualdade de género e da capacitação das mulheres, o combate à SIDA, malária e outras doenças ou a redução da mortalidade infantil. Passados cerca de 11 anos, “muito ainda tem de ser feito”, referiu Catarina Furtado.

 

Pelo palco improvisado no Convento do Beato, em Lisboa, passaram os vários “príncipes e princesas do nada” e que marcaram presença na primeira edição do programa e oriundos de Moçambique (Enfermeira Laura), Cabo Verde (Maria Estrela, do Ateliê Mar), Guiné-Bissau (Sambel Baldé), São Tomé e Príncipe (Padre Domingos Carneiro) e Timor Leste (Otília Pereirinha).

 

“Dentro e fora do nosso país, o especial ‘Um Por Todos’ pretende alertar consciências, através de exemplos que devem ser contagiantes e promover compromissos que ajudem aqueles que mais sentem diariamente as desigualdades sociais”, escreve a RTP em comunicado entregue aos jornalistas.

 

Alguns telespectadores e empresas quiseram fazer doações aos príncipes do nada, entre os quais José Rodrigues dos Santos (jornalista da RTP), Lúcia Moniz (cantora), João Castro (grupo Visabeira), Rui Costa (director desportivo do Sport Lisboa e Benfica), Rosalina Machado (empresária) e Guilherme Pereira (fundação EDP)

 

A emissão solidária da RTP no dia do seu aniversário (07 de Março) trouxe ainda a público o trabalho desenvolvido pelo CASA (Centro de Apoio aos Sem-Abrigo), instituição que, diariamente, presta auxílio aos sem-abrigo nas zonas de Lisboa, Porto, Coimbra, Faro, Setúbal e Região Autónoma da Madeira.

 



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O ‘beatboxer’ Filipe Santos, de 22 anos e natural de Leiria, e o soldador e cantor lírico Tiago Ribeiro, também com 22 anos de idade, mas proveniente de Samora Correia, são os primeiros finalistas do programa “Portugal Tem Talento”, transmitido pela SIC.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O concorrente mais votado pelo público foi Filipe Santos e, por tal, passa automaticamente à gala final. Posteriormente, o júri escolhe o outro finalista, de entre o segundo e terceiro concorrentes mais votados pelo público. A decisão pendia entre David Costa, o tocador de concertina com apenas sete anos de idade, e Tiago Ribeiro, soldador de profissão e com o sonho de ser cantor profissional.

 

A decisão dos jurados José Diogo Quintela, Conceição Lino e Ricardo Pais não foi unânime, mas coube a este último a derradeira deliberação. Deste modo, Tiago Ribeiro prossegue no concurso e David Costa regressa a Carrazedo de Montenegro, em Trás-os-Montes. A tenra idade do participante foi um dos elementos-chave na tomada de decisão.

 

Para trás ficaram ainda Ana Rita (cantora), André Martins (comediante), Boneless (dupla formada por Tiago e Vanessa e com talento em contorção e forças combinadas), Jukebox (colectivo de dança lisboeta e cujos elementos têm idades compreendidas entre os 20 e os 30 anos) e Yoann Pereira (‘breakdance’).

 

Ao todo estão 40 concorrentes em competição e destes apenas dez vão à final. Hoje, Filipe Santos e Tiago Ribeiro carimbaram o seu lugar na gala decisiva.

 

“Portugal Tem Talento” é apresentado por Bárbara Guimarães e atribui ao vencedor um prémio de 100 mil euros.

 



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Domingo, 06.03.11

 

A votação do júri nacional, composto por representantes dos 18 distritos de Portugal e dos Açores e da Madeira, não dava a entender a vitória dos Homens da Luta. Foram, precisamente, os votos do público (por televoto) que alteraram por completo a ordem dos lugares cimeiros. Os Homens da Luta vão representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em Dusseldorf, na Alemanha, no dia 14 de Maio.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Quando se soube da decisão do público e da vitória dos Homens da Luta, o Teatro Camões, palco da 47ª edição do Festival RTP da Canção, vaiou os elementos do grupo.

 

“Aqueles de que gostam o nosso obrigado. Para aqueles de que não gostam um obrigado ainda maior”, ripostou Jel (Homens da Luta).

 

A gala demorou mais de três horas, durante as quais se assistiu à actuação das 12 canções a votação. No final, era necessário saber os votos do júri nacional e, posteriormente, somar com os votos do público, obtidos por televoto. A ponderação era 50/50.

 

A canção preferida do júri nacional foi “São os Barcos de Lisboa”, interpretada por Nuno Norte e letra e música de Carlos Massa. Em segundo lugar ficou “Deixa o Meu Lugar”, de Inês Bernardo, com letra de Joana Ferraz e música de Leonel Monteiro. A canção “Embalo do Coração”, do conjunto 7 Saias, com letra de Ana Rita Rebello e música de Páquito Braziel, ficou em terceiro lugar.

 

As contas alteraram-se rapidamente quando se desvendaram as opções do público. Longe de ser a favorita do júri nacional estava a canção vencedora – “A Luta é Alegria”, dos Homens da Luta, com letra de Jel e música de Vasco Duarte –, que recebeu a pontuação máxima (12 pontos).

 

Os dez pontos foram atribuídos à canção “Em Nome do Amor”, de Rui Andrade, letra de Carlos Meireles e música de Artur Guimarães. O tema “Tensão”, interpretado por Filipa Ruas e letra da própria intérprete e de Pedro Sá e música de Daniel Nilsson, Henrik Szabo, Johnny Sanchez, Jonas Gladnikoff e Michael Ericksson, recebeu oito pontos.

 

As restantes canções a concurso foram “Sobrevivo”, de Carla Moreno, “Quase a Voar”, de Henrique Feist, “Chegar à Tua Voz”, de Wanda Stuart, “Se Esse Dia Chegar”, de Tânia Tavares, “Boom Boom Yeah”, de Axel, e “O Mar, o Vento e as Estrelas”, de Ricardo Sousa.

 

Ainda no decorrer da edição deste ano do Festival da Canção foi feita uma homenagem a Eduardo Nascimento, intérprete que representou Portugal em 1967 com o tema “O Vento Mudou”. Contou também com a presença do representante de Malta, Glen Vella, e a actuação da vencedora do ano passado, Filipa Azevedo (“Há Dias Assim”).

 



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Terça-feira, 01.03.11

 

“Nós” é o mais recente disco de Anabela, no qual a artista natural da Cova da Piedade, na margem Sul do Tejo, presta um tributo ao que considera ser o melhor da música portuguesa dos anos 50, 60 e 70. A apresentação ao vivo tem lugar esta sexta-feira, 04 de Março, no Teatro Aberto, em Lisboa.

 

Daniel Pinto Lopes

 

O disco foi produzido pelo trompetista Laurent Filipe, responsável pela vertente mais ‘jazzística’ dos arranjos dos temas.

 

“Nós” vai ser apresentado ao vivo no Teatro Aberto, em Lisboa. O concerto vai incluir os temas presentes no novo disco e terá a presença em palco de convidados, como Simone de Oliveira e a secção de sopros da Big Band de Loureiros, de Palmela.

 



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Sábado, 26.02.11

 

 

A terceira edição do Festival do Amor decorre entre os dias 01 e 05 de Junho, em Beja, um evento que tem como objectivo “dinamizar” a economia local e é antecedido por um conjunto de iniciativas concebidas para o “promover” junto dos interessados, como o programa romântico “Beja-me Muito”.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

O Festival do Amor teve início há seis anos atrás. Pelo meio, e por “razões políticas”, houve um pequeno interregno e regressa este ano para a sua terceira edição, explica ao Expressões Lusitanas o vereador do turismo da câmara municipal de Beja, Miguel Góis.

 

O festival baseia-se na figura de Mariana Alcoforado, freira do Convento de Nossa Senhora da Conceição, em Beja, e considerada autora das cinco Lettre Portugaises enviadas ao oficial francês Noel de Chamilly, que lutou em Portugal durante a Guerra da Restauração (1640-1668), sob as ordens de Frederico de Schomberg.

 

“São as cartas de amor mais conhecidas no mundo inteiro e, pegando na figura da Mariana Alcoforado, desenhámos um festival com foco central no amor e nas suas mais variadas vertentes”, detalha o vereador com o pelouro do turismo.

 

A ter lugar “exclusivamente” no centro histórico da cidade alentejana, o Festival do Amor pretende “dinamizar” e “puxar” pelo tecido sócio-económico do concelho e da região, adianta.

 

A nível musical, estão já confirmadas as presenças de Jorge Palma, José Cid, Lúcia Moniz, António Zambujo & Os Azeitonas, Irmãos Catita, Virgem Suta (banda natural de Beja) e Morango Tango.

 

O radialista Fernando Alvim vai lançar o seu novo livro no Festival do Amor. A gastronomia afrodísiaca vai estar representada por vários ‘chefs’, como o argentino Chakall.

 

A anteceder o evento está programado um conjunto de produtos turísticos concebidos para o “divulgar” e “servir como rampa de lançamento”.

 

Em parceria com um operador turístico local, criou-se o “Beja-me Muito”, roteiros nos quais “é sugerido onde tomar um pequeno-almoço romântico, onde passar uma boa tarde a dois”, entre outros, acrescenta o vereador do turismo ao Expressões Lusitanas.

 

Quanto ao número de visitantes esperados, Miguel Góis diz ser “difícil” fazer uma previsão, tendo em conta que se trata de um festival  polinuclear, ou seja, vários eventos vão acontecer ao mesmo tempo.

 

 



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Sexta-feira, 25.02.11

 

Simas Santos e Miguel Cymbron

 

A agência Tryangle pretende promover o turismo no Triângulo dos Açores – ilhas do Faial, Pico e São Jorge – e torná-lo num destino de “excelência” da saúde e bem-estar. Outro dos objectivos passa por “conquistar” e “consolidar” o mercado turístico proveniente da Nova Inglaterra (EUA).

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

A agência Tryangle é o culminar de “um velho sonho” e é um nome escolhido a dedo. “Para além de simbolizar o Triângulo dos Açores, é simultaneamente um convite para se experimentar um novo ângulo [Try+Angle]”, refere o seu presidente Simas Santos.

 

Com sede em São Roque do Pico, a Tryangle tem como objectivos estratégicos tornar o Triângulo dos Açores num destino de “excelência” da saúde e bem-estar e “conquistar” o mercado da Nova Inglaterra.

 

“Estamos a falar de um mercado com cerca de 18 milhões de pessoas. Pensar nos Estados Unidos da América no seu conjunto é um erro estratégico, o qual nos tem saído muito caro”, explicou Simas Santos.

 

Como principais atractivos para os turistas provenientes desta região norte-americana, o responsável pela nova agência destaca as ligações aéreas directas entre Boston e Ponta Delgada e com uma duração de quatro horas e meia, a “fuga” a um clima “muito rigoroso” no Inverno e que pode desacandear num “efeito de arrastamento” para o restante mercado dos EUA.

 

O director regional do Turismo dos Açores, Miguel Cymbron, considera que é “importante” a afirmação do Triângulo como um “sub-destino” turístico do arquipélago, tendo em conta que apresenta “situações únicas”, tais como “a proximidade” e a “beleza” das três ilhas.

 



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O líder do PSD visitou esta sexta-feira a Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) e disse ser um “consumidor” do turismo interno. Passos Coelho espera que, nos próximos anos, o turismo ligado às áreas mais tradicionais seja um dos aspectos de “diferenciação” de Portugal.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

Em declarações aos jornalistas, o líder do maior partido da oposição afirmou ser um “consumidor habitual” dos destinos nacionais. Todavia, “isso não quer dizer que, uma vez ou outra, não saia do país e procure outros destinos”, referiu Passos Coelho.

 

O líder do PSD não elegeu uma região do país em particular e adianta que tanto procura a praia, o litoral ou o interior. “É desde o Algave até Viana do Castelo”, indicou.

 

O presidente dos sociais-democratas espera que, no decorrer dos próximos anos, o turismo relacionado com as àreas mais tradicionais, como o religioso, o histórico, da saúde, entre outros, seja visto no seu conjunto como “um dos aspectos de diferenciação” de Portugal neste sector.

 

Passos Coelho esteve nos pavilhões 1 e 2 da BTL, na FIL, em Lisboa, nos quais estão presentes as várias regiões de turismo nacionais, algumas autarquias e diversas unidades hoteleiras.

 

Na quinta-feira foi a vez do líder do CDS-PP, Paulo Portas, visitar a Bolsa de Turismo de Lisboa. No dia inaugural, quarta-feira, o primeiro-ministro José Sócrates, o ministro da Economia Vieira da Silva e o secretário de Estado do Turismo Vieira da Silva destacaram a “importância” do sector para a economia nacional.

 

 



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Quinta-feira, 24.02.11

 

 

O presidente da Entidade Regional do Turismo do Algarve mostra-se “confiante” no turismo na região algarvia para este ano. Em entrevista ao Expressões Lusitanas, Nuno Aires realça os desafios que existem pela frente, a fim de o Algarve estar “cada vez mais na cabeça dos consumidores”, quando elegem o seu destino de férias.

 

Expressões Lusitanas: Qual é o balanço que a Entidade Regional do Turismo do Algarve faz do ano turístico de 2010?

Nuno Aires: É positivo. Ganhámos em toda a linha. Os números de receitas, de estadias e de presença de turistas no Algarve aumentou em 2010. Estamos a falar de uma recuperação em relação a 2009, um ano muito difícil. Temos aqui um tendência de crescimento que importa destacar.

 

Expressões Lusitanas: Os efeitos da crise não se fizeram sentir em 2010?

Nuno Aires: A crise fez com que houvesse mais trabalho por parte dos profissionais e uma promoção mais regular e focada, factos que culminaram nos resultados que obtivemos.

 

Expressões Lusitanas: Quais são as perpectivas para 2011?

Nuno Aires: É difícil fazer análises de médio e longo prazos, mas posso referir que, de acordo com as converas que estamos a ter com os hoteleiros e operadores [turísticos], o sector está animado e é sinal de que vamos ter, sobretudo, um bom verão. Eu acredito nisso.

 

Expressões Lusitanas: Que desafios pode a entidade a que presidente ter de superar este ano?

Nuno Aires: Vários e durante todos os dias. Jogamos num contexto internacional, com uma concorrência cada vez mais crescente e há alterações contínuas nos mercados internacionais e que alteram os fluxos turísticos. Em suma, o nosso desafio é estarmos presentes cada vez mais na cabeça dos consumidores, a fim de elegerem o Algarve como o seu destino de férias.

 



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O líder do CDS-PP defendeu esta quinta-feira uma aposta “radical”, “selectiva” e “focada” em sectores que permitem “melhorar” a produção nacional, promover o crescimento económico e aumentar as exportações, como o turismo, a agricultura e o mar.

 

Daniel Pinto Lopes (jornalista)

 

Em visita pela Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), Paulo Portas “elogiou” o evento que logrou estabelecer-se como um “certame de referência” num sector “crucial” para Portugal.

 

“Está aqui representado muito daquilo que o país é capaz de fazer e dos negócios que se podem realizar no sector do Turismo”, considera Portas.

 

O líder centrista referiu ainda que a aposta em sectores “determinantes”, como o turismo, a agricultura e o mar, é essencial para Portugal travar o endividamento “astronómico” que atingiu e para “retomar o caminho” do crescimento económico e da criação de emprego.

 

“Temos de resolver a questão do endividamento, que vai levar bastante tempo, e para isso é necessário apostar nestes sectores determinantes”, disse.

 

Paulo Portas é o primeiro líder da oposição a visitar a BTL, depois de, no dia de ontem, o primeiro-ministro José Sócrates, o ministro da Economia Vieira da Silva e o secretário de Estado do Turismo Bernardo Trindade terem marcado presença no evento.

 



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O presidente da câmara municipal de Albufeira criticou esta quinta-feira os cortes feitos no sector do turismo e o clima de austeridade económica, factores que podem afectar o sector e a região do Algarve.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

Desidério Silva criticou hoje a introdução de portagens na Via do Infante, o aumento da taxa do IVA, os cortes feitos pelo Turismo de Portugal no sector e a “falta de promoção” da TAP dos voos que efectua para Faro.

 

“Tudo isto não facilita o turismo no Algarve e pode causar danos na região e no destino Algarve”, referiu o autarca de Albufeira em declarações aos jornalistas, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que se realiza na FIL, em Lisboa.

 

“O discurso feito é que o turismo é necessário para o país, mas, na prática, não se vê nada disso”, aponta Desidério Silva.

 

Ao Expressões Lusitanas, o presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Algarve afirma que o edil de Albufeira “fez sentir” um constrangimento na área da promoção turística, “tal como em outras áreas do país”. “O nosso esforço é com menos dinheiro tentar fazer melhor”, afirmou Nuno Aires.

 

Será o discurso do presidente da ERT Algarve mais animador? “É uma questão de estilo”, remata o responsável ao Expressões Lusitanas.

 

O presidente da câmara de Albufeira defendeu ainda o “combate” à sazonalidade do turismo, com a existência de iniciativas fora do período do Verão, referindo-se em concreto ao Congresso Europeu de Confrarias Enogastronómicas, a ter lugar em 2011 e cuja candidatura foi ganha pelo Algarve, passando à frente de alguns países, como a Bélgica e a Grécia.

 

 



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A Fundação do Gil e o Grupo Sol Melia assinaram esta quarta-feira uma parceria, cujo objectivo consiste na recolha de fundos atribuídos pelos clientes dos vários hoteis do grupo. No momento do ‘check-out’, os hóspedes são “convidados” a doar um euro.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

A ideia per si “não é original” e é um conceito já adoptado em vários países. “Ainda não se fazia a favor de uma instituição portuguesa. Só roubámos uma boa ideia do mundo e aplicamo-la em Portugal”, explica ao Expressões Lusitanas a administradora-executiva da Fundação do Gil, Magarida Pinto Correia.

 

A iniciativa propõe a doação de um euro aquando do ‘check-out’ (pagamento da estadia e saída do hotel). Margarida Pinto Correia considera que esta parceria é uma “vitória”, mas vai depender da “adesão dos clientes” e do “contágio” que a ideia “pode vir a ter noutros hóteis ou em futuras parcerias”.

 

A experiência piloto teve lugar na unidade hoteleira do grupo Sol Melia na Madeira e foi alargada aos restantes hoteis do grupo empresarial.

 

A responsável adianta ainda ao Expressões Lusitanas que 2010 foi o primeiro ano em que a fundaçãoo fechou com valores negativos, atravessando assim “o pior ano da sua vida”.

 

“Os nossos parceiros chegaram a reduzir para 50% aquilo que nos davam e, pelo facto de não reduzirmos os nosso serviços, fechámos em terreno negativo”, explica a administradora-executiva da Fundação do Gil.

 

A apresentação da parceria teve lugar na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que decorre na FIL, em Lisboa, até domingo, 27 de Fevereiro.

 



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O Turismo da Madeira apresentou hoje, 23 de Fevereiro, o seu novo ‘site’ institucional. Os conteúdos estão organizados por cada uma das ilhas do arquipélago (Madeira, Porto Santo e Desertas e Selvagens) e  aposta na interactividade.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

A novidade foi apresentada pela directora regional de turismo da Madeira, Raquel França, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que se realiza até domingo, 27 de Fevereiro, na FIL.

 

Entre os vários conteúdos disponíveis, Raquel França destaca a apresentação semanal de uma receita tradicional madeirense na área ‘Gastronomia’ e a aposta na interactividade, com ligações directas para diversas redes sociais.

 

A nova página do Turismo da Madeira vai estar disponível em cinco línguas (português, inglês, espanhol, francês e alemão) e em vários dispositivos móveis.

 



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Quarta-feira, 23.02.11

 

O vice-presidente executivo da TAP, Luís Mor, foi um dos distinguidos pela AJOPT

 

A Associação de Jornalistas Portugueses de Turismo (AJOPT) premiou esta quarta-feira o director da Entidade Regional de Turismo do Oeste, António Carneiro, e o vice-presidente executivo da TAP, Luís Mor, com o ‘Prémio Personalidade Turística do Ano’ e ‘Troféu Consagração Turística’, respectivamente.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

A cerimónia de entrega dos prémios decorreu quarta-feira na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), na FIL, em Lisboa.

 

O ‘Prémio Personalidade Turística do Ano’ pretende premiar entidades ou personalidades que “tenham promovido a actividade turística”, explicou o presidente da Associação de Jornalistas Portugueses (AJOPT), Salvador Dias.

 

A distinção foi entregue ao director da Entidade Regional de Turismo do Oeste, António Carneiro, pelo “amplo contributo” para o sector do turismo e o seu “vasto” currículo na área.

 

“Estou um pouco enrascado, porque estes prémios são promovidos pela entidade regional de Turismo a que presido”, afirmou António Carneio. A fim de esclarecer “mal entendidos”, o presidente da AJOPT asseverou que “tudo foi feito às claras”.

 

Por seu lado, o o ‘Prémio Personalidade Turística do Ano’ foi entregue ao vice-presidente executivo da TAP, Luís Mor.

 

“A TAP tem sido muito responsável pela promoção do destino Portugal e destaco o trabalho feito no Brasil. A TAP é a companhia aérea de entrada dos europeus no Brasil e dos brasileiros na Europa”, referiu o responsável pela Associação de Jornalistas Portugueses de Turismo.

 

 



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O secretário regional da Econonia dos Açores, Vasco Cordeiro, definiu esta quarta-feira a prioridade para o turismo no arquipélago, que consiste na “captação de fluxos turísticos”. O mercado francês é uma das apostas.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

“A prioridade passa pela captação de fluxos turísticos e é para aí que se dirige todo o nosso esforço”, disse esta quarta-feira o secretário regional da Econonia dos Açores, Vasco Cordeiro, na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), na FIL, em Lisboa.

 

Em 2011, os responsáveis pelo turismo dos Açores pretendem voltar a apostar no mercado francês, após algumas experiências “menos bem conseguidas” no passado.

 

Para tal, dois vectores “estratégicos” vão estar em cima da mesa. Por um lado, o “aumento da notoriedade” da região dos Açores como destino turístico em França e, por outro lado, “fomentando” as acessibilidades no acesso ao arquipélago.

 

Neste último aspecto, Vasco Cordeiro adiantou que foi delineada uma parceria entre a companhia aérea SATA e a francesa Aigle Azur.

 

 



publicado por Expressões Lusitanas às 21:08 | link do post | comentar

Secretária Regional do Turismo e Transportes, Conceição Estudante

 

Os responsáveis pelo Turismo da Madeira esperam que, ao fim de dois anos de “baixa performace”, o sector recupere em 2011 e prevêem “bons resultados”.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

A Madeira aposta “forte” na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), na FIL, em Lisboa, e apresenta-se “renovada” e como “destino único”.

 

“Para 2011, prevemos bons resultados e temos boas expectactivas, ao fim de dois anos de baixa ‘performance’, provocada pela crise e por causas sobejamente conhecidas [temporal de 20 de Fevereiro de 2010]”, explicou esta quarta-feira a Secretária Regional do Turismo e Transportes, Conceição Estudante, em conferência de imprensa.

 



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Vieira da Silva à saída da BTL, em Lisboa

 

O ministro da Economia Vieira da Silva afirmou esta quarta-feira que a crise no Médio Oriente, provocada por um clima de instabilidade popular, “não é benéfica” para nenhum país, contrariando em certa medida as declarações proferidas pelo secretário de Estado do Turismo.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

Bernardo Trindade disse esta semana que a instabilidade vivida em países do Médio Oriente podia trazer “vantagens” para o turismo nacional.

 

Todavia, em visita à Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), o ministro da Economia fez saber que a crise vivida nesta região do globo “não é benéfica para ninguém” e é uma situação que “preocupa a todos”.

 

Alguns destes países são “concorrenciais” em relação ao destino Portugal e Vieira da Silva confessa que “pode haver um natural desvio de fluxos” turísticos. Porém, alerta para o facto de este ser um “fenómeno passageiro” e que a capacidade de desenvolvimento da indústria turística portuguessa passa pela “melhoria da sua qualidade” e “presença no mundo”.

 

 



publicado por Expressões Lusitanas às 20:45 | link do post | comentar

 

José Sócrates e o ministro da Economia Vieira da Silva na BTL, em Lisboa

 

O governo de José Sócrates tem “consciência” da importância do sector do turismo na recuperação da economia portuguesa e, para tal, o primeiro-ministro deslocou-se esta quarta-feira à Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) para “agradecer” aos empresários do sector e dizer que “fizeram um bom trabalho” em 2010.

 

Daniel Pinto Lopes (enviado especial à BTL)

 

José Sócrates referiu esta quarta-feira que o seu executivo ficou “orgulhoso” do trabalho realizado pelos empresários do turismo em 2010.

 

“Foi o melhor ano de sempre, em que batemos todos os recordes. Os proveitos subiram cerca de 10% em relação a 2009 e atingiu-se um nível de lucro acima dos 7,6 mil milhões de euros”, afirmou o primeiro-ministro aos jornalistas.

 

Sócrates fez ainda questão de dizer que os empresários do sector turístico “fizeram um bom trabalho” no ano passado e deram uma “excelente contribuição” para a recuperação da economia do país.

 

“O turismo é essencial para dar emprego e aumentar as exportações. Julgo saber que para 2011 as expectativas são positivas”, declarou.

 

O primeiro-ministro adiantou ainda que a subida dos proveitos em 2010 está relacionada com uma “melhoria da qualidade” da oferta turística e Portugal compete hoje com níveis de segmento de mercado “mais exigentes” e “sofisticados”.

 

No final da conferência de imprensa, Sócrates não quis responder às perguntas dos jornalistas, numa altura em que o Norte de África e o Médio Oriente estão em período de revolução popular e quais os efeitos que tal facto pode originar no turismo nacional.

 

 



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