Terça-feira, 13 de Julho de 2010

 

A água é o tema central da segunda edição do Festival das Artes de Coimbra, que começa esta sexta-feira, 16 de Julho, e termina a 01 de Agosto. Vários nomes das artes vão pisar os palcos do evento, tais como Pedro Burmester, António Pinho Vargas, Joana Carneiro ou Bernardo Sassetti.

 

Expressões Lusitanas

 

Organizado pela Fundação Inês de Castro, o Festival das Artes de Coimbra decorre ao ar livre no anfiteatro ‘Colina de Camões’ na Quinta das Lágrimas, em Coimbra.

 

Ao todo, a edição deste ano apresenta 42 eventos, que vão “dar conta desta diversidade de representação da água na música, no teatro, na dança, no cinema, na literatura, na pintura, na fotografia, na banda desenhada, na arquitectura, na filosofia, na gastronomia, no ambiente, no património, no urbanismo”, pode ler-se na página oficial do evento.


As hostes da segunda edição do festival abrem com o espectáculo “Bem-vindos a Coimbra”, interpretado pela Orquestra Clássica do Centro, seguido da actuação do actor André Gago, que vai apresentar uma selecção de trechos da Carta de Pêro Vaz de Caminha, com música improvisada de Carlos Barretto.


Pedro Burmester, António Pinho Vargas, Paulo Ribeiro, Beatriz Batarda, Joana Carneiro, Bernardo Sassetti e José Bento dos Santos são alguns dos nomes que vão passar pelos palcos do Festival das Artes de Coimbra 2010.


A água, "essa ocupante de 70% da superfície terrestre e constituinte de sete décimas do peso do nosso corpo, teria de ser, necessariamente, uma das mais apelativas sugestões para tema privilegiado do Festival das Artes e é, com naturalidade, o escolhido para a edição de 2010, depois de a Noite ter sido o mote em 2009", explica o presidente da direcção Manuel Ivo Cruz, citado na página do Festival.


A proposta do evento deste ano passa pela “digressão por algumas dessas manifestações da imaginação e da inteligência humana na criação de sons, imagens, palavras, sabores, ideias, práticas, comportamentos, a pretexto da água, das suas cores e formas, transparências e opacidades, fúrias e acalmias, rugidos e silêncios da água, enquanto fonte de vida e agente de morte, geradora de prazeres e dores, espaço de mobilidade e de aprisionamento", adianta.



publicado por Expressões Lusitanas às 18:02 | link do post | comentar