Terça-feira, 3 de Agosto de 2010

Foto: Crematório do Cemitério dos Olivais (Lisboa)


O funeral do jornalista Mário Bettencourt Resendes realizou-se esta tarde no cemitério dos Olivais, em Lisboa. Tratou-se de uma cerimónia recatada, na qual marcaram presença os familiares, alguns amigos e colegas de profissão.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O corpo esteve em câmara ardente na Igreja de São João de Deus, em Lisboa. Aqui, por volta das 15:00 desta terça-feira, 03 de Agosto, realizou-se uma missa de corpo presente, seguindo-se do funeral rumo ao cemitério dos Olivais, onde o corpo do jornalista foi cremado às 16:50.

 

Os amigos e poucos populares presentes iam entrando a conta-gotas para o interior do edifício do crematório. Foi uma cerimónia particular e algo reservada.

 

Alguns amigos e antigos colegas de profissão fizeram questão de prestar uma última homenagem a Mário Bettencourt Resendes. Foram os casos de Carlos Pinto Coelho, Paquete de Oliveira ou José António Santos.

 

Aos jornalistas, o actual secretário-geral da Lusa referiu que trabalhou durante 28 anos com Mário Bettencourt Resendes, o “mestre da comunicação, da palavra e também do silêncio”.

 

“O Mário é uma bênção e um dom, pelos camaradas que teve e pelos profissionais que formou. Sabia os seus limites e os limites da sua circunstância”, sublinha.

 

José António Santos considera ainda que os 58 anos de vida de Mário Bettencourt Resendes “tornaram este mundo melhor”.

 

Nascido no ano de 1952 em Ponta Delgada, Açores, Mário Bettencourt Resendes desempenhava a função de Provedor do Leitor do Diário de Notícias (DN).

 

O jornalista ficou conhecido pelo cargo de director do DN, ocupado entre o início da década de 90 e o ano de 2003.

 

Nos últimos tempos, era presença assídua enquanto comentador político em programas de televisão e de rádio.



publicado por Expressões Lusitanas às 19:23 | link do post | comentar