Terça-feira, 01.03.11

 

“Nós” é o mais recente disco de Anabela, no qual a artista natural da Cova da Piedade, na margem Sul do Tejo, presta um tributo ao que considera ser o melhor da música portuguesa dos anos 50, 60 e 70. A apresentação ao vivo tem lugar esta sexta-feira, 04 de Março, no Teatro Aberto, em Lisboa.

 

Daniel Pinto Lopes

 

O disco foi produzido pelo trompetista Laurent Filipe, responsável pela vertente mais ‘jazzística’ dos arranjos dos temas.

 

“Nós” vai ser apresentado ao vivo no Teatro Aberto, em Lisboa. O concerto vai incluir os temas presentes no novo disco e terá a presença em palco de convidados, como Simone de Oliveira e a secção de sopros da Big Band de Loureiros, de Palmela.

 



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Sábado, 19.02.11

 

Um dos fundadores da Clean Feed, Pedro Costa, na loja de discos da editora – Trem Azul


A Clean Feed editou em dez anos de existência cerca de 225 discos de ‘jazz’ e “música de improviso”, dos quais cerca de 50 são da autoria de artistas portugueses, um número que um dos fundadores da editora, Pedro Costa, considera ser “muito bom”. Mais de metade dos álbuns editados são exportados, tendo em conta que o "principal mercado" é os Estados Unidos.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

A missão da Clean Feed consiste em “documentar” o ‘jazz’ e a “música improvisada” no “estado em que está hoje”. “Estamos a documentar esta época neste tipo de música”, elucida ao Expressões Lusitanas um dos fundadores da editora portuguesa, Pedro Costa.

 

Nascida em 2001, comemorando este ano o seu décimo aniversário, a Clean Feed editou até agora 225 discos, 50 dos quais são de artistas nacionais. “Não acho que seja um valor baixo. Não temos apoios nenhuns, logo, se quiséssemos, editávamos apenas artistas americanos ou japoneses. Não há um compromisso de editar músicos portugueses. Editamos, sim, aqueles que achamos ter interesse em fazer parte de uma editora que quer documentar uma era na música”, refere.

 

Anualmente, a Clean Feed vende uma média de 15 mil discos, dos quais a maior parte é exportada. “O nosso maior mercado é os Estados Unidos da América (EUA)”, indica. Contudo, a distribuição dos discos lançados pela editora chega também a outros países, como o Japão, Canadá, Alemanha, França, Rússia, Reino Unido, Espanha, Israel, China, Suíça e Noruega. As vendas são feitas em loja, através dos distribuidores locais. O mercado digital é ainda outra das apostas.

 

O que faz, então, despertar o interesse pelo ‘jazz’ produzido em Portugal, independentemente da nacionalidade dos seus intérpretes? “Tudo reside na música e nos discos que editamos. Temos o cuidado com as capas, grafismo utilizado, qualidade das gravações, informação incluída no álbum e até a própria embalagem”, detalha o responsável ao Expressões Lusitanas.

 

E a crise? Estará a Clean Feed a sofrer dos efeitos derivados da crise económica? “Nós já nascemos em contexto de crise (2001) e, apesar disso, de ano para ano a coisa tem corrido melhor e temos vendido mais discos”, aponta Pedro Costa, falando em “contra ciclo”.

 

Contudo, há uma outra crise que afecta “bastante” a Clean Feed e a indústria discográfica em geral: a pirataria.

 

“Passada uma semana depois da edição do mais recente disco do pianista Bernardo Sassetti – “Motion” –, já tinham sido feitos 11 mil ‘downloads’ ilegais. Se um por cento dessas pessoas comprasse o disco, isso já representava uma mais-valia para nós”, exemplifica.

 

Desde 2006, a Clean Feed realiza um festival de ‘jazz’ em Nova Iorque, nos EUA. Em algumas edições, artistas portugueses partilharam o palco com músicos norte-americanos e de outras nacionalidades. Este ano, o evento realiza-se entre os dias 01 e 15 de Julho e está garantida a presença do quarteto de Luís Lopes (guitarra), com Rodrigo Amado (saxofone) e dois músicos norte-americanos. À entrada vai haver uma mostra de vinhos e de queijos nacionais.

 

O investimento neste tipo de iniciativas ronda os seis mil euros e o retorno “compensa”. “Permite fazer promoção e divulgar a editora, para além de, uma vez por ano, estarmos próximos dos nossos artistas”, afirma.

 

Recorde-se que, a 24 de Junho do ano transacto, o presidente da República Cavaco Silva visitou a editora e respectiva loja, localizada em Lisboa, no âmbito da quinta jornada do Roteiro para a Juventude. Pedro Costa diz que toda a equipa ficou “surpreendida” pela visita.

 

“Trouxe bastante visibilidade na altura. Nós somos sempre mais conhecidos e despertamos mais curiosidade lá fora do que cá”, lamenta ao Expressões Lusitanas.

 

Para o futuro, o responsável pela Clean Feed pondera criar um clube próprio da editora, espaço no qual “os músicos possam apresentar a sua música” e “conviver”.

 

 



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Sexta-feira, 18.02.11

 

Créditos fotográficos: Ricardo Oliveira, GPM

 

O ministério da Cultura atribuiu terça-feira, 15 Fevereiro, a Medalha de Mérito Cultural ao compositor e maestro Pedro Osório, 74 anos, pelo seu contributo para a música portuguesa.


Expressões Lusitanas

Com Lusa

 

A condecoração foi entregue a Pedro Osório pelas mãos da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, numa cerimónia que teve lugar no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, e na qual foram apresentados vários projectos para a área da cultura. Marcaram presença o primeiro-ministro, José Sócrates, vários autarcas, responsáveis de organismos públicos e artistas de várias áreas.

 

"Pedro Osório, a quem o país deve 40 anos de profissionalismo, talento, entrega, alegrias, cumplicidades e tanto mais, a quem o país deve muito do que é hoje a sua linguagem musical contemporânea, foi o apoio e rampa de lançamento de tantos artistas", salientou a ministra com a pasta da Cultura.

 

Gabriela Canavilhas agradeceu também o contributo do maestro e compositor na criação da base programática do “Portugal Music Export”, agência para a internacionalização da música portuguesa, iniciativa lançada oficialmente no CCB.

 

Nascido no Porto, em 1939, Pedro Osório estudou piano e engenharia mecânica, mas posteriormente decidiu seguir a carreira de músico profissional, quando ainda estava a terminar o curso de engenharia.

 

 



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O grupo lisboeta está de regresso às lides discográficas e edita ‘Ruído do Silêncio’, quinto trabalho de estúdio, no dia 21 de Março. A banda continua a explorar uma sonoridade em torno da música de raiz tradicional e, através deste disco, pretende fazer uma viagem pelo “imaginário sonoro de Portugal e do mundo”.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Após uma digressão internacional, que proporcionou aos Dazkarieh estarem presentes em salas e festivais em Portugal, Malásia, Áustria, Alemanha, Estónia, Polónia e Espanha, o grupo apresenta em Março o seu quinto trabalho de estúdio.

 

‘Ruído do Silêncio’ explora uma sonoridade ligada à música de raiz tradicional e apresenta “novos caminhos musicais”, refere a agência da banda em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O novo álbum é composto por doze temas de “música intensa”, numa “viagem” pelo “imaginário sonoro” de Portugal e do mundo.

 

“Composições originais com letras assinadas por Joana Negrão e músicas de Vasco Ribeiro Casais, a par com arranjos de temas da tradição oral portuguesa, mais uma vez explorando os caminhos do passado, escutando e tocando recolhas antigas e tornando-as vivas para as novas gerações”, pode ler-se na nota enviada.

 

Para a composição do novo álbum, os Dazkarieh contaram com a participação dos Velha Gaiteira nas percussões e gaita-de-foles transmontana e de André Galvão no contrabaixo.

 

“Ruído do Silêncio” vai ser editado no dia 21 de Março, segunda-feira. Até lá, o grupo lisboeta vai prosseguir com a sua digressão internacional, nomeadamente na Suíça (10 de Março) e Alemanha (11, 12, 13, 15 e entre 16, 17, 18, 19 e 20 de Março).




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Quinta-feira, 17.02.11

 

 

O Grande Auditório da Culturgest, em Lisboa, acolhe sexta-feira, 18 de Fevereiro, pelas 21:30, a apresentação do último álbum do pianista Júlio Resende, em trio com o contrabaixista neozelandês Matt Penman e o baterista português Joel Silva. 'You Taste Like a Song' é o título do novo registo discográfico.


Daniel Pinto Lopes

Jornalista


Editado pela portuguesa Clean Feed Records, o novo disco de Júlio Resende estabelece-se com um trabalho em que o 'jazz' toma "um forte pendor lírico", mas também "dinâmico", juntando composições líricas a ritmos "acelerados" e improvisações "energéticas", descreve a editora em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.


"Com versões de 'Airbag', de Radiohead, ou 'Straight No Chaser', de Thelonious Monk, este álbum promete trazer para dentro da expressão da música' pop' a linguagem do 'jazz'", pode ler-se.


O concerto de apresentação de 'You Taste Like a Song' vai ser realizado na considerada formação mais desafiante do 'jazz': piano, contrabaixo e bateria.


Recorde-se que, no 'jazz' nacional, Júlio Resende colabora com, por exemplo, Bernardo Sassetti, Mário Laginha ou João Paulo Esteves da Silva.


O preço dos bilhetes é de cinco euros para os menores de 30 anos e de 15 euros para os maiores da referida idade.

 



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A banda de Coimbra acaba de reeditar o álbum de estreia “A Vida dos Outros” e são duas as principais diferenças em relação ao disco de estreia. Uma delas verifica-se na capa do álbum, na qual o grafismo foi “ligeiramente modificado” - o céu azul do dia deu lugar ao céu escuro da noite. Já a segunda diferença reside na introdução de três novos temas.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Apesar de o processo de gravação e de criação dos arranjos dos novos temas ter sido “algo diferente” do disco de estreia, os Anaquim tentaram seguir a mesma linha, a fim de terem uma “sonoridade homogénea” e “para não destoar”, explica ao Expressões Lusitanas o vocalista José Rebola.

 

Dois dos três novos temas não são originais. Um chama-se “A Morte Saiu à Rua”, de Zeca Afonso, e o outro é a recriação do genérico de Tom Sawyer e ambos fazem parte da lista de canções a interpretar nos concertos da banda. Apenas “Sumário” foi composto originalmente pelos Anaquim e trata-se de um ‘medley’ instrumental, “viajando por todos os temas do disco”.

 

Na calha está uma nova música composta pelo grupo e intitula-se “Encurvado”, um “piscar de olho” a novas sonoridades e ao segundo trabalho discográfico.



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A cantora mexicana gravou um dueto com o artista português TT, a incluir na versão nacional do álbum ‘Extrajera’, que será editado no dia 28 de Fevereiro.

 

Expressões Lusitanas


Dulce María visitou Portugal a 29 de Setembro do ano passado para um encontro com os fãs lusos, em Lisboa, e teve a oportunidade de marcar um encontro com TT para juntos gravarem o primeiro tema do disco “Inevitable”.



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Terça-feira, 15.02.11

 

 

‘Não Há Só Tangos em Paris’ é o título do novo trabalho discográfico de Cristina Branco, sucedendo a ‘Kronos’ (2009). António Lobo Antunes, Mário Laginha e João Paulo Esteves da Silva (piano) dão o seu contributo na composição do novo álbum, que será editado a 28 de Fevereiro. Para o final de Março, a artista reservou três datas para apresentar em concerto o novo registo

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Cristina Branco queria um disco de memórias, viagens ou, simplesmente, flashes da sua vida. Pensou no triângulo Buenos Aires – Paris - Lisboa e partiu para o seu novo disco”, explica a editora da artista em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O novo álbum apresenta “diferentes faces” e inclui referências a Amália Rodrigues, Jacques Brel, ‘boleros’, ‘milongas’, Baudelaire, ao contrabaixo, ‘bandoneon’, piano e à guitarra portuguesa.

 

Em ‘Não Há Só Tangos em Paris’, Cristina Branco contou com “colaborações de renome”. Mário Laginha compôs a música para o poema escrito por Lobo Antunes intitulado “Quando Julgas Que Me Amas” e Manuela de Freitas escreveu duas letras – “Se Não Chovesse Tanto, Meu Amor” e Talvez”.

 

O tema ‘Não Há Só Tangos em Paris’, que dá nome ao novo trabalho, foi composto por um dos membros dos Deolinda, Pedro da Silva Martins.

 

Cristina Branco é acompanhada por Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Moreira (contrabaixo), Carlos Manuel Proença (viola), João Paulo Esteves da Silva (piano) e Ricardo Dias (acordeão).

 

A edição nacional contempla o formato CD + DVD, no qual Cristina Branco interpreta seis dos 16 temas do disco num “ambiente intimista” e “quase teatral”.

 

O novo registo vai ser divulgado ao público em três concertos agendados pela artista. O Cine-Teatro de Estarreja (26 de Março), o lisboeta Teatro São Luiz (31 de Março) e o Convento São Francisco, em Santarém (01 de Abril), são os palcos escolhidos.

 



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Domingo, 13.02.11

 

 

Luísa Rocha é um nome desconhecido na música portuguesa. A sua praia é o fado, companheiro de há cerca de dez anos. Em metade deste tempo tem actuado em duas casas de fado lisboetas – Marquês da Sé e Clube de Fado. Participou no Festival de Zamora e teve uma pequena actuação ao vivo no filme “Amália”. No dia 31 de Janeiro, lança o seu álbum de estreia “Uma Noite de Amor”.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O disco contou com a produção de Carlos Manuel Proença, acompanhante habitual de Camané, Carlos do Carmo, Mísia, Aldina Duarte, Paulo de Carvalho, António Zambujo ou Cristina Branco.

 

A Carlos Manuel Proença, que acumula mais uma produção de um disco de fado, juntou-se o seu “camarada de armas” e guitarrista José Manuel Neto, que toca em metade das faixas do disco, refere a agência de Luísa Rocha em nota enviada ao Expressões Lusitanas.

 

A guitarra portuguesa é igualmente dedilhada neste disco por outros guitarristas, como são os casos de Mário Pacheco, Custódio Castelo, Ricardo Rocha e Guilherme Banza.

 

Ainda na composição de “Uma Noite de Amor” marcaram presença Daniel Pinto (baixo acústico), Luís Clode (violoncelo) e os cantores Tó Cruz e Paulo Ramos que, com Luísa Rocha, dão voz ao tema de estreia intitulado “Dou-te Um Beijo (e Fujo de Ti), um fado-canção inédito de Paulo de Carvalho.

 

No disco de estreia de Luísa Rocha, a fadista exprime-se em temas originais e no repertório apreendido pela experiência e pelo contributo dos seus músicos. Algumas letras das canções têm a autoria de António Lobo Antunes, José Luís Tinoco, Mário Rainho, Ary dos Santos ou Vasco Graça Moura.

 

O texto crítico e de apresentação à imprensa foi redigido pelo ex-director da EMI Music Portugal. David Ferreira conclui que este disco se ouve “tão bem e tão depressa como se estivéssemos ali, Luísa cantando ao pé de nós. Não se espantem, pois, se alguém trocar o nome do disco e lhe chamar ‘Um Amor duma Noite’”, refere.

 



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Sábado, 12.02.11

 

 

A pintora portuguesa, que actualmente vive no Reino Unido, foi esta sexta-feira distinguida com o grau de Doutor “Honoris Causa” pela Universidade de Lisboa, tratando-se da primeira vez que tais insígnias são atribuídas a uma personalidade do campo das artes.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

A Aula Magna, em Lisboa, encheu-se de ilustres convidados e de estudantes das várias áreas de ensino da Universidade de Lisboa.

 

O discurso de elogio à pintora portuguesa foi proferido por Isabel Sabino e Luísa Arruda, professoras da Faculdade de Belas Artes  e madrinhas da nova doutorada.

 

Emocionada, Paula Rego subiu ao palco da Aula Magna para agradecer a distinção e asseverar a importância das “histórias” na sua obra artística.

 

“Tudo o que se faz é às escondidas e, por tal, pode-se fazer o que se quiser. Pode-se castigar de quem não se gosta e de quem se gosta. Depois inventa-se uma história para explicar tudo", afirmou Paula Rego.

 

Por seu lado, o reitor da Universidade de Lisboa refere que a “prodigiosa” imaginação de Paula Rego é “mais real do que a realidade” e considera que a obra da pintora não deixa ninguém indiferente.

 

“Cada pintura obriga a pensar e a reagir. Nada no seu trabalho nos deixa indiferente, porque desenha os temas da vida, os nossos problemas, a religião, a situação da mulher, sempre inspirada pela liberdade e pela recusa da opressão”, disse António Nóvoa.

 

O ex-presidente da República Jorge Sampaio quis fazer parte da cerimónia e, para tal, gravou uma declaração em vídeo, na qual destacou a “longa amizade” que mantém com Paula Rego e a “apurada consciência cívica” da pintora, que dá “a cara” por várias causas, “desde a liberdade até aos direitos da mulher”.

 

Recorde-se que Paula Rego foi a primeira mulher a assinar o retrato oficial de um Presidente da República, neste caso o de Jorge Sampaio.

 

A cerimónia de atribuição do grau de Doutor “Honoris Causa” a Paula Rego acontece no momento em que a Universidade de Lisboa comemora o centenário da sua fundação.

 

 



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Quinta-feira, 10.02.11

 

 

“Caliente” é o título do novo disco de Ana Malhoa. No comunicado enviado ao Expressões Lusitanas pela editora da artista portuguesa é referido que o tema de estreia e respectivo ‘videoclip’, a capa oficial e a data de lançamento serão brevemente divulgados.

 

Expressões Lusitanas

 

 



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Os três elementos que compõem os Guta Naki conheceram-se há alguns atrás no liceu e começaram logo a fazer música. Pelo meio houve um pequeno interregno, que serviu para perceberem a importância de voltarem a juntar-se. Todos estes anos de convivência e de vários projectos musicais fizeram com que dessem o passo decisivo e apresentassem agora o disco de estreia.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Passaram-se dois anos desde o primeiro concerto até ao lançamento do álbum de estreia. Este espaço temporal serviu para “enriquecer” e “transformar” as músicas agora incluídas no disco de apresentação do grupo.

 

Dizem ser sempre “difícil” descrever a própria sonoridade. Porém, com base nas opiniões que têm recolhido, esta situa-se no pop/rock electrónico.

 

Para os Guta Naki, as letras dos 11 temas incluídos no álbum surgiram das coisas que “lêem”, “vivem” e “experienciam”. “Um trabalho diário de procura”, afirma a vocalista Cátia Pereira ao Expressões Lusitanas.

 

Afinal, o que significa Guta Naki? “São os nomes dos nossos animais de estimação. A Guta é a gata da Cátia e a Naki é a minha cadela. Às vezes estavam a assistir aos ensaios e, por isso, também mereciam uma homenagem”, humoriza o guitarrista Nuno Palma ao Expressões Lusitanas.

 

O grupo já está na estrada a promover o primeiro disco. No dia 12 de Fevereiro, os Guta Naki vão estar em Esposende. Seguem-se as passagens pela FNAC de Coimbra (18 de Fevereiro, às 22:00), Teatro Vila Real, em Vila Real (24 de Fevereiro, às 22:00), Museu do Abade de Baçal, em Bragança (25 de Fevereiro, às 22:00) e Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães (26 de Fevereiro, às 23:30).



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Excertos retirados do DVD


Os Azeitonas vão editar o primeiro DVD da carreira. “Em Boa Companhia Eu Vou” foi gravado ao vivo no Teatro Sá da Bandeira, no Porto, e inclui os êxitos da banda portuense. O final de Março é a altura apontada para a edição oficial.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O DVD inclui o CD “Salão América”, álbum apenas disponível em formato digital, e, para tal, foi remasterizado e inclui alguns temas novos, informa a agência do grupo em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Os Azeitonas estão ainda a preparar a ‘tour’ para este ano de 2011. Entretanto, apresentaram mais um tema retirado do mais recente disco “Salão América” e intitulado “Dança Menina Dança”.

 

 



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Quinta-feira, 03.02.11

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Lídia Jorge é homenageada pela sua terra natal – Loulé –, no âmbito da celebração dos 30 anos de carreira no mundo literário. Até ao dia 31 de Março decorrem na cidade algarvia várias iniciativas dedicadas à escritora, informa a edilidade em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“O Dia dos Prodígios. Lídia Jorge. 30 Anos de Escrita Publicada” é o nome da exposição patente no Convento de Santo António, em Loulé, na qual se contacta com uma retrospectiva da carreira da escritora. A sua obra completa estará patente, que reúne mais de quinze livros editados em várias línguas, entre eles romances, antologias de contos e uma peça de teatro. A mostra termina no dia 31 de Março.

 

A 20 de Fevereiro, pelas 16:00, o recém-inaugurado Cineteatro Louletano exibe “A Costa dos Murmúrios” (2004), da autoria de Margarida Cardoso, filme realizado tendo por base o romance de Lídia Jorge.

 

As celebrações dos 30 anos de carreira da escritora retomam no dia 26 de Fevereiro. A Orquestra do Algarve apresenta no Cineteatro Louletano, pelas 21:30, o concerto “30 Anos de Escrita Publicada. Lídia Jorge”.

 

A 11 de Março, Minhoto Marques, António Carlos Cortês e Paulo Serra protagonizam a conferência “A Escrita de Lídia Jorge aos Olhos da Crítica Literária”, com moderação de Petar Petrov. O evento tem lugar no Convento de Santo António, a partir das 18:00.

 

O encerramento das comemorações acontece a 27 de Março (Dia Mundial do Teatro), pelas 21h30. O grupo do Teatro da Trindade sobe ao palco do Cineteatro Louletano para apresentar a peça “O Dia dos Prodígios”, com encenação de Cucha Carvalheiro e direcção musical de Carlos Mendes.

 

O elenco da peça é composto pelos actores Carlos Paulo, Cristina Cavalinhos, Elisa Lisboa, Diogo Morgado, Filomena Cautela, Hugo Franco, Lucinda Loureiro, Luís Lucas, Maria Ana Filipe, Maria Emília Correia, Maria Teresa Faria, Rogério Vieira.



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Domingo, 30.01.11

 

 

Os Dead Combo (Tó Trips e Pedro Gonçalves) são o primeiro grupo português a actuar na Capital Europeia da Cultura - Tallin, na Estónia -, no dia 25 de Fevereiro, com a participação no ciclo “Silent Pictures go loud”, no Kumu auditorium & Russian Cultural Centre.

 

Expressões Lusitanas


De acordo com o comunicado enviado ao Expressões Lusitanas pela agência dos Dead Combo, a dupla portuguesa apresentará a sua banda sonora para o filme “O Homem da Máquina de Filmar”, do realizador soviético Dziga Vertov.

 

 



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Sábado, 29.01.11

 

“Vedana”, de Laetitia Morais


A artista ‘intermédia’ Laetitia Morais ganhou a Bolsa Ernesto de Sousa 2010/2011 com direito a um estágio de um mês em Nova Iorque, sob a orientação da “Experimental Intermedia Foundation”, informaram os organizadores do prémio (Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e Fundação Calouste Gulbenkian) em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista


Laetitia Morais propõe-se desenvolver em Nova Iorque a instalação vídeo/performance “Missing for 10 Years”, “um projecto de interacção de imagem, som e movimento”, referem os organizadores do galardão no mesmo comunicado.

 

O projecto galardoado é uma homenagem ao desaparecido artista holandês Bas Jan Ader e é apresentado pela artista como “uma alegoria sobre o estado da ansiedade provocado pela carência de vínculo ou de ‘habitat’”, pode ainda ler-se na nota enviada. Ader terá morrido em pleno Atlântico, a bordo de um pequeno barco à vela.

 

O júri da Bolsa Ernesto de Sousa decidiu ainda atribuir uma menção honrosa a Pedro Sousa, pelo seu projecto de performance-instalação “O Teu Cheiro Redondo”.

 

Os jurados de este ano foram o compositor, cineasta e director da “Experimental Intermedia Foundation” de Nova Iorque, Phill Niblock, o artista plástico Manuel Costa Cabral, em representação da Fundação Calouste Gulbenkian, o crítico musical Rui Eduardo Paes, representante da FLAD, os artistas ‘intermedia’ Gerd Stern e Rafael Toral, o compositor e arquitecto Emanuel Pimenta e a produtora cultural Isabel Alves.

 

A Bolsa Ernesto de Sousa (artista pluridisciplinar) é uma iniciativa conjunta da Fundação Luso-Americana (FLAD) e da Fundação Calouste Gulbenkian e destina-se a premiar um projecto inédito no âmbito da arte experimental ‘intermedia’.

 



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A plataforma de lançamento de jovens artistas e criadores apresenta o seu novo projecto ‘Rainha das Neves’, uma adaptação do conto homónimo do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz, pelas 16:00 de domingo, 30 de Janeiro.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O Ensemble Contemporaneus é uma “plataforma de lançamento de jovens artistas e criadores no panorama cultural moderno português”, pode ler-se no comunicado enviado pelo grupo ao Expressões Lusitanas.

 

Em ‘Rainha das Neves’, o novo projecto da plataforma, o texto, a música e a imagem “entrelaçam-se”. O amor é a “pedra basilar” do espectáculo e é a que “melhor define” a “excelência” do espírito humano.

 

“É esse sentimento honrado que toma forma no texto e que alastra à beleza dos sons musicais e da delicadeza das imagens. É ele, também, que permite ultrapassar todas as vicissitudes da vida”, lê-se no mesmo comunicado.

 

A direcção do espectáculo está a cargo de Vera Batista, a narração é feita por Joana Godinho e a música é da responsabilidade de Rogério Medeiros. O texto ‘Rainha das Neves’ é uma adaptação do conto homónimo do dinamarquês Hans Christian Andersen, feita por Sara Llano.

 

O Ensemble Contemporaneus é composto por David Montes (violino e viola de arco), Rogério Medeiros (violoncelo), Hugo Monteiro (contrabaixo), Solange Silva (flauta transversal e flautim), Artur Rouquina (oboé), Tiago Paraíso (fagote), Adriano Franco (trompete) e Francisco Serôdio (trombone).

 



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Quinta-feira, 27.01.11

 

 

Virgílio Castelo regressa aos palcos com ‘Um, Ninguém e Cem Mil’, da autoria do italiano e Nobel da Literatura Luigi Pirandello. A peça de teatro vai estar em cena este fim-de-semana (dias 28, 29 e 30 de Janeiro), às 21h30, no Teatro Tivoli, em Lisboa. Parte das receitas resultante da venda dos bilhetes reverte a favor da SIC Esperança.


Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

‘Um, Ninguém e Cem Mil’ tem encenação de Nelson Monforte e marca o regresso de Virgílio Castelo ao teatro, após um ano de ausência. Nesta peça, o actor interpreta um monólogo trágico-cómico, num espectáculo que possui uma vertente musical assegurada pela actuação em palco da violoncelista Margarida Moser.

 

De acordo com o comunicado enviado ao Expressões Lusitanas pela promotora do espectáculo, o palco de ‘Um, Ninguém e Cem Mil’ vai ser cenário de uma forte vertente multimédia.

 

‘Um, Ninguém e Cem Mil’ é o relato vivido na primeira pessoa das desventuras de Vitangelo Moscarda, herdeiro de uma reputada família da banca. “Devido a um simples comentário da mulher sobre o seu nariz, põe a sua identidade radicalmente em causa, descobrindo que há uma infinidade de Moscardas no olhar dos outros, assim como na sua própria visão”, explica a promotora no mesmo comunicado.

 

“Uma caminhada sem retorno em direcção à renúncia, à abdicação e ao despojamento total do seu nome, história e personalidade. Numa espiral de acções tão patéticas como fatídicas que, simultaneamente suscitam o riso e a pena, condena-se à bancarrota, à insanidade e ao isolamento, valsando vertiginosamente entre a loucura e a liberdade”, detalha.

 

‘Um, Ninguém e Cem Mil’ é o último romance publicado pelo Nobel da Literatura Luigi Pirandello, segundo a informação disponibilizada pela editora responsável pela tradução da obra em português.

 

Os bilhetes custam entre os 10 e os 25 euros e parte da receita reverte a favor da SIC Esperança.

 



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Domingo, 23.01.11

 

 

O mais recente disco de The Legendary Tigerman, alter-ego do músico Paulo Furtado, é lançado no mercado digital através da Universal Music em Portugal. A edição digital contém uma versão com três músicas inéditas.

 

Expressões Lusitanas


“Song For B.” feat. Dorit Chrysler, “The Wind Will Blow Everything” feat. Rita Braga e “There She Goes” feat. Phoebe Killdeer são os nomes das três músicas inéditas incluídas na versão digital do último álbum lançado pelo músico português.

 

‘Femina’ é o disco em que Legendary Tigerman “abandona as suas viagens solitárias e recorre ao universo feminino que, de forma ora explicita ora dissimulada, o acompanha desde o álbum de estreia”, explica a editora do músico em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.


Asia Argento, Peaches, Lisa Kekaula, Becky Lee, Phoebe Killdeer, Rita Redshoes, Claúdia Efe, Maria de Medeiros, Mafalda Nascimento, Cibelle e Cais Sodre Cabaret materializam em ‘Femina’ as canções de Tigerman.

 

O disco, produzido por Paulo Furtado e Nelson Carvalho, foi gravado em várias cidades, como Lisboa e Nova Iorque e com passagens por Madrid, Barcelona, Roma, Paris, Berlim, Amsterdão, Bergen, Austin e Porto.

 



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A banda de nostalgia The Lucky Duckies apresenta o resultado de “mais de 20 anos de preparação” – o disco “Glamour & Nostalgia Part One”. O mini-concerto tem lugar hoje, 23 de Janeiro, na FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa, às 17:30.

 

Expressões Lusitanas


O álbum inclui 13 temas, dois quais seis são originais, “orquestrados dentro dos padrões dos anos 20 aos 50”, explica a editora do grupo em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

The Lucky Duckies recuperam também o dueto de António Calvário e Madalena Iglésias, “Tão Bom”, e a canção originalmente interpretada por Tony de Matos, “Cartas de Amor”.

 

 



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