Sexta-feira, 18.02.11

 

 

O grupo lisboeta está de regresso às lides discográficas e edita ‘Ruído do Silêncio’, quinto trabalho de estúdio, no dia 21 de Março. A banda continua a explorar uma sonoridade em torno da música de raiz tradicional e, através deste disco, pretende fazer uma viagem pelo “imaginário sonoro de Portugal e do mundo”.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Após uma digressão internacional, que proporcionou aos Dazkarieh estarem presentes em salas e festivais em Portugal, Malásia, Áustria, Alemanha, Estónia, Polónia e Espanha, o grupo apresenta em Março o seu quinto trabalho de estúdio.

 

‘Ruído do Silêncio’ explora uma sonoridade ligada à música de raiz tradicional e apresenta “novos caminhos musicais”, refere a agência da banda em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O novo álbum é composto por doze temas de “música intensa”, numa “viagem” pelo “imaginário sonoro” de Portugal e do mundo.

 

“Composições originais com letras assinadas por Joana Negrão e músicas de Vasco Ribeiro Casais, a par com arranjos de temas da tradição oral portuguesa, mais uma vez explorando os caminhos do passado, escutando e tocando recolhas antigas e tornando-as vivas para as novas gerações”, pode ler-se na nota enviada.

 

Para a composição do novo álbum, os Dazkarieh contaram com a participação dos Velha Gaiteira nas percussões e gaita-de-foles transmontana e de André Galvão no contrabaixo.

 

“Ruído do Silêncio” vai ser editado no dia 21 de Março, segunda-feira. Até lá, o grupo lisboeta vai prosseguir com a sua digressão internacional, nomeadamente na Suíça (10 de Março) e Alemanha (11, 12, 13, 15 e entre 16, 17, 18, 19 e 20 de Março).




publicado por Expressões Lusitanas às 10:02 | link do post | comentar

Terça-feira, 15.02.11

 

 

‘Não Há Só Tangos em Paris’ é o título do novo trabalho discográfico de Cristina Branco, sucedendo a ‘Kronos’ (2009). António Lobo Antunes, Mário Laginha e João Paulo Esteves da Silva (piano) dão o seu contributo na composição do novo álbum, que será editado a 28 de Fevereiro. Para o final de Março, a artista reservou três datas para apresentar em concerto o novo registo

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Cristina Branco queria um disco de memórias, viagens ou, simplesmente, flashes da sua vida. Pensou no triângulo Buenos Aires – Paris - Lisboa e partiu para o seu novo disco”, explica a editora da artista em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O novo álbum apresenta “diferentes faces” e inclui referências a Amália Rodrigues, Jacques Brel, ‘boleros’, ‘milongas’, Baudelaire, ao contrabaixo, ‘bandoneon’, piano e à guitarra portuguesa.

 

Em ‘Não Há Só Tangos em Paris’, Cristina Branco contou com “colaborações de renome”. Mário Laginha compôs a música para o poema escrito por Lobo Antunes intitulado “Quando Julgas Que Me Amas” e Manuela de Freitas escreveu duas letras – “Se Não Chovesse Tanto, Meu Amor” e Talvez”.

 

O tema ‘Não Há Só Tangos em Paris’, que dá nome ao novo trabalho, foi composto por um dos membros dos Deolinda, Pedro da Silva Martins.

 

Cristina Branco é acompanhada por Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Moreira (contrabaixo), Carlos Manuel Proença (viola), João Paulo Esteves da Silva (piano) e Ricardo Dias (acordeão).

 

A edição nacional contempla o formato CD + DVD, no qual Cristina Branco interpreta seis dos 16 temas do disco num “ambiente intimista” e “quase teatral”.

 

O novo registo vai ser divulgado ao público em três concertos agendados pela artista. O Cine-Teatro de Estarreja (26 de Março), o lisboeta Teatro São Luiz (31 de Março) e o Convento São Francisco, em Santarém (01 de Abril), são os palcos escolhidos.

 



publicado por Expressões Lusitanas às 09:45 | link do post | comentar

Domingo, 13.02.11

 

 

Luísa Rocha é um nome desconhecido na música portuguesa. A sua praia é o fado, companheiro de há cerca de dez anos. Em metade deste tempo tem actuado em duas casas de fado lisboetas – Marquês da Sé e Clube de Fado. Participou no Festival de Zamora e teve uma pequena actuação ao vivo no filme “Amália”. No dia 31 de Janeiro, lança o seu álbum de estreia “Uma Noite de Amor”.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O disco contou com a produção de Carlos Manuel Proença, acompanhante habitual de Camané, Carlos do Carmo, Mísia, Aldina Duarte, Paulo de Carvalho, António Zambujo ou Cristina Branco.

 

A Carlos Manuel Proença, que acumula mais uma produção de um disco de fado, juntou-se o seu “camarada de armas” e guitarrista José Manuel Neto, que toca em metade das faixas do disco, refere a agência de Luísa Rocha em nota enviada ao Expressões Lusitanas.

 

A guitarra portuguesa é igualmente dedilhada neste disco por outros guitarristas, como são os casos de Mário Pacheco, Custódio Castelo, Ricardo Rocha e Guilherme Banza.

 

Ainda na composição de “Uma Noite de Amor” marcaram presença Daniel Pinto (baixo acústico), Luís Clode (violoncelo) e os cantores Tó Cruz e Paulo Ramos que, com Luísa Rocha, dão voz ao tema de estreia intitulado “Dou-te Um Beijo (e Fujo de Ti), um fado-canção inédito de Paulo de Carvalho.

 

No disco de estreia de Luísa Rocha, a fadista exprime-se em temas originais e no repertório apreendido pela experiência e pelo contributo dos seus músicos. Algumas letras das canções têm a autoria de António Lobo Antunes, José Luís Tinoco, Mário Rainho, Ary dos Santos ou Vasco Graça Moura.

 

O texto crítico e de apresentação à imprensa foi redigido pelo ex-director da EMI Music Portugal. David Ferreira conclui que este disco se ouve “tão bem e tão depressa como se estivéssemos ali, Luísa cantando ao pé de nós. Não se espantem, pois, se alguém trocar o nome do disco e lhe chamar ‘Um Amor duma Noite’”, refere.

 



publicado por Expressões Lusitanas às 12:09 | link do post | comentar

Quinta-feira, 10.02.11

 

 

“Caliente” é o título do novo disco de Ana Malhoa. No comunicado enviado ao Expressões Lusitanas pela editora da artista portuguesa é referido que o tema de estreia e respectivo ‘videoclip’, a capa oficial e a data de lançamento serão brevemente divulgados.

 

Expressões Lusitanas

 

 



publicado por Expressões Lusitanas às 21:57 | link do post | comentar

Quarta-feira, 19.01.11

 

‘Fios de Luz’ é o título do novo disco de Lúcia Moniz e tem lançamento agendado para Abril. A artista regressa à música, passados sete anos sem ter gravado um álbum.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Considero um disco cru e com uma sonoridade muito natural, no qual algumas imperfeições estão perceptíveis, para que não perdesse certas características humanas”, explica Lúcia Moniz ao Expressões Lusitanas, à margem da apresentação de ‘Maternidade’ (RTP 1), série em que a artista é personagem principal.

 

‘Fios de Luz’ é também um “encontro de letras com mensagens positivas”. “Não há uma única letra que encoraje alguém a desmoralizar ou a sentir que está tudo perdido”, detalha. O português e o inglês vão conviver no novo trabalho.

 

O novo disco de Lúcia Moniz, que quebra um jejum de sete anos, está previsto sair em Abril. Um mês antes, Lúcia Moniz “espera” que o tema de apresentação “esteja já cá fora”.

 

Ainda antes, no dia 25 Fevereiro, a artista vai realizar um concerto no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra. Os temas do novo disco vão estar em pano de fundo, numa data em que o álbum ainda não está disponível para o público. “Mesmo assim, quem se sentar naquelas cadeiras vai poder ouvir o disco pela primeira vez. É uma espécie de bombom”, refere.

 

O novo trabalho discográfico vai ser editado pela Sony Music.



publicado por Expressões Lusitanas às 22:02 | link do post | comentar

Quinta-feira, 13.01.11

Os músicos Ricardo Soler e António Côrte-Real


O vencedor da última edição do programa Operação Triunfo (RTP) lidera um projecto de música portuguesa intitulado ‘Portugal Acústico’, que apresenta, em formato acústico, alguns sucessos da música feita no nosso país. A co-produção esteve a cargo do guitarrista dos UHF, António Côrte-Real.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

‘Portugal Acústico’ reúne alguns dos sucesso da música ‘pop’ portuguesa, despidos da sua roupagem inicial e agora apresentados em formato acústico e com novos arranjos.

 

“Trata-se de um trabalho intimista que procura reinventar a sonoridade de canções marcantes do cenário da música portuguesa, permitindo-lhes exprimir uma pulsação diferente, mas sem perder a sua essência”, explica a promotora do disco em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

“Se Te Amo, “À Minha Maneira, “Aprender a Ser Feliz”, “Leve Beijo Triste” ou “Se Te Amo” são alguns dos temas revisitados em ‘Portugal Acústico’, trabalho produzido, gravado, misturado e masterizado por José Pedro e co-produzido por António Côrte-Real.



publicado por Expressões Lusitanas às 20:21 | link do post | comentar

Segunda-feira, 27.12.10

 

“Amoras e Framboesas” é o título do novo disco de Maria João e vai ser editado no mês de Fevereiro de 2011. Neste novo trabalho, a cantora junta-se à Orquestra Jazz de Matosinhos num registo que contempla temas emblemáticos da sua carreira, informa a editora em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.


Expressões Lusitanas

 

O disco contou com a direcção de Pedro Guedes e, para a música “Há Gente Aqui”, de Carlos Azevedo. Gravado maioritariamente nos Estúdio Vale de Lobos por Mário Barreiros, “Amoras e Framboesas” foi masterizado em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América.

 

No repertório constam temas emblemáticos da carreira de Maria João, como “Flôr”, “Torrente” e “Beatriz”, bem como revisões a “Canto de Ossanha”, “Sklylark”, “Lígia”, entre outros.

 

Depois da parceria com Mário Laginha e do último trabalho a solo (“João”), Maria João dá agora voz a “Amoras e Framboesas”, acompanhada pela Orquestra Jazz de Matosinhos, com André Fernandes, João Farinha e André Nascimento como  músicos convidados.



publicado por Expressões Lusitanas às 15:10 | link do post | comentar

Segunda-feira, 13.12.10

Créditos fotográficos: Rui Aguiar


Está perante a abordagem mais electrónica de Balla, um dos alter-egos do músico português Armando Teixeira. “Equilíbrio” foi pensado para ser tocado ao vivo e conta com o dedilhar da guitarra portuguesa por Luís Varatojo e as vozes de Samuel Úria, Liliana Correia e António Manuel Ribeiro (UHF). Marca também o regresso à escrita de versos de Miguel Esteves Cardoso, a estreia de Pedro Mexia e a continuação de José Luís Peixoto.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Equilíbrio” é o disco pós-“A Grande Mentira”, o álbum anterior de Balla. “Por si só é já uma grande novidade, porque foi um trabalho muito tocado ao vivo e redescobriu-se este gosto”. Por tal motivo, o quarto registo de originais de Balla foi “pensado” para ser interpretado em cima de um palco.

 

Porquê “Equilíbrio”? “O título não é para ser levado à letra”, refere Armando Teixeira ao Expressões Lusitanas, e não está relacionado com “coisas zen”. Tem, sim, a ver com as fotografias da capa do disco, que estão em desequilíbrio. “É uma contradição, serve para contrastar e pode ser a minha vontade de ir por outros caminhos”, destaca.

 

O novo álbum apresenta a abordagem mais electrónica de Balla, um género musical com o qual Armando Teixeira se identifica. Por outro lado, pretende “contrariar a maré” vivida na música cantada em português, que “está cada vez mais acústica”. “Sabe-me bem ir por outros caminhos e mostrar que existem outras possibilidades”, afirma ao Expressões Lusitanas.

 

O álbum conta com a presença de quatro músicos convidados, que foram surgindo na mente de Armando Teixeira à medida que compunha cada tema. “O Luís Varatojo toca a guitarra portuguesa de uma maneira particular, sempre tive vontade de saber como é que a minha voz casaria com a da Liliana e achei que a presença do Samuel Úria podia enriquecer o tema para o qual foi convidado”, detalha Armando Teixeira.

 

De referir ainda que o tema de estreia “A Montra” contou com a presença do vocalista dos UHF, António Manuel Ribeiro.

 

Os convidados não se resumem apenas a músicos. Miguel Esteves Cardoso regressa às lides da escrita de versos para canções, Pedro Mexia estreia-se neste mundo e José Luís Peixoto prossegue nesta arte.

 

“As coisas boas surgem por acaso e houve a oportunidade de eles participarem. São pessoas que admiro bastante, já conheciam o meu trabalho e temos muitas coisas em comum”, refere o músico português.

 

Não revela sobre o que versam as letras do novo disco. “O fio condutor não é para ser desvendado, mas para as pessoas o descobrirem. Espero que cada um tenha a sua própria interpretação”, detalha.

 

Em suma, o quarto álbum de Balla é um disco “para se ir digerindo e descobrindo”. Contudo, Armando Teixeira confessa que, numa época em que os ‘singles’ dominam a indústria fonográfica, “os álbuns fazem menos sentido”. Ainda assim, são importantes “para descobrir cada um dos temas”. “Hoje posso gostar de um e amanhã de outro”, refere.



publicado por Expressões Lusitanas às 14:27 | link do post | comentar

 

“É um disco de fado”. A frase define a forma como Camané vê o seu sexto álbum de estúdio intitulado “Do Amor e dos Dias”. Os arranjos, produção e direcção musical estiveram a cargo de José Mário Branco. No processo de escrita de alguns dos versos contribuíram Sérgio Godinho, Manuela de Freitas e Fausto.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Para a criação deste disco, Camané inspirou-se nas suas “primeiras memórias” do fado constituídas pelas letras de Alfredo Marceneiro, “que falavam de raiva, do amor e do ódio”, mas “de uma forma irónica”. “Falei sobre esses fados à Manuela de Freitas e ela escreveu o primeiro tema [‘A Guerra das Rosas’]”, explica Camané ao Expressões Lusitanas.

 

Esta foi a primeira fase de construção “Do Amor e dos Dias”, álbum que contém “pequenas crónicas” de amor, ódio e de raiva. A criação total do novo trabalho levou cerca de dois meses.

 

Trata-se de um disco “de fado” e “menos introspectivo” em relação ao trabalho anterior “Sempre de Mim”, editado pelo fadista em 2008. “Aqui estou sempre a cantar para alguém e dirijo-me a uma figura”, refere.

 

Ao todo, o novo disco de Camané inclui 18 fados, dos quais três são apontamentos. Cada um dos temas “faz sentido” no todo e, desta forma, a “história fica bem contada”. “Não ficou nenhum fado de fora”, assevera.

 

A produção, arranjos e direcção musical estiveram a cargo de José Mário Branco, uma parceria já antiga e “para continuar”. “É a pessoa que melhor entende o meu trabalho e a minha forma de estar no fado. Este disco contém arranjos incríveis e muita informação musical, algo difícil de transportar para o concerto ao vivo”, detalha Camané.

 

Alguns dos versos “Do Amor e dos Dias” foram escritos por Sérgio Godinho e Fausto, dois compositores que Camané considera serem “os melhores” a escrever sobre o amor.

 

Quem descobre o novo trabalho discográfico do fadista pela primeira vez, Camané dá alguns conselhos. “É um disco para se ouvir, assimilar, desfrutar e descobrir”, afirma.



publicado por Expressões Lusitanas às 13:04 | link do post | comentar

Segunda-feira, 29.11.10

Tony Carreira conversava com a filha de uma fã


Tony Carreira esperou pelo fim do ano para lançar o seu novo disco. “O Mesmo de Sempre” é o título escolhido e substitui “O Homem Que Sou” (2008). O cantor português esteve presente numa sessão de autógrafos no Centro Comercial Colombo, que se prolongou madrugada dentro.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

À hora marcada para a sessão de autógrafos – 22:30 – uma longa fila percorria uma loja do grupo Sonae no Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Tony Carreira iria fazer o lançamento oficial do seu novo disco “O Mesmo de Sempre” e conviver com os seus admiradores.

 

Apesar de ser uma novidade, algumas fãs entoavam já os versos dos novos temas incluídos no álbum, à medida que as músicas soavam pelo sistema de som da loja.

 

“És o maior, Tony”, “Se fosses meu homem não te deixava sair de casa”, “Ai, que ainda desmaio” eram algumas das frases que se ouviam um pouco pela extensa fila. A calcular pelo número de pessoas presente, a sessão de autógrafos prolongar-se-ia pela madrugada.

 

Recorde-se que Tony Carreira realizou dois concertos este fim-de-semana no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, no qual interpretou o tema de estreia do novo disco – “A Saudade de Ti”.



publicado por Expressões Lusitanas às 16:10 | link do post | comentar

Sexta-feira, 26.11.10

 

A banda feminina Just Girls, que teve como rampa de lançamento a série “Morangos Com Açucar” (TVI), acaba de editar um ‘best of’ dos melhores temas presentes nos seus três discos de estúdio. Ao Expressões Lusitanas, fonte da editora refere tratar-se do “fechar de um ciclo”, não estando prevista a edição de mais álbuns.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

"O ano de 2010 culmina com ‘Bye, Bye – O Melhor das Just Girls’, um disco que reúne todos os êxitos e grandes momentos da banda que promete deixar saudades”, pode ler-se no comunicado enviado pela editora do grupo ao Expressões Lusitanas.

 

Tal significa que as Just Girls “fecharam um ciclo” e não está previsto o lançamento de mais algum disco da banda feminina, como confirma ao Expressões Lusitanas fonte da editora.

 

Em 2007, as Just Girls apresentaram o seu álbum de estreia. Mais tarde, em Junho de 2008, lançam o seu primeiro DVD “Canta e Dança Com Elas”. Ainda nesse ano, editam um novo disco de estúdio intitulado “Play Me”. Em Maio de este ano, “Popstars” é o nome do terceiro e último disco do grupo.

 

Após cerca de 100 concertos ao vivo um pouco por todo o país, as Just Girls despedem-se com “Bye Bye – O Melhor das Just Girls”, no qual estão compiladas as músicas de maior sucesso do grupo.



publicado por Expressões Lusitanas às 17:15 | link do post | comentar

Quarta-feira, 24.11.10

 

“As mensagens intemporais de José Afonso numa nova sonoridade”. É desta forma que o disco “Zeca Sempre” é apresentado,  num projecto que junta os músicos Nuno Guerreiro (ex-Ala dos Namorados), Olavo Bilac (Santos e Pecadores), Tozé Santos (Per7ume) e Vítor Silva.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Os quatro músicos juntaram-se para um projecto de homenagem ao cantor, músico e autor José Afonso, que, de acordo com a agência do grupo em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas, foi “pioneiro de uma estética musical alternativa ao ‘nacional cançonetismo’” e teve um contributo “inovador na redescoberta e valorização da música de raiz tradicional”.

 

A escolha dos quatro intérpretes de “Zeca Sempre” baseou-se em três aspectos – África, Porto/Coimbra e sul do país, pode ainda ler-se no comunicado.

 

“O Que Faz Falta” dá o mote ao primeiro registo discográfico dos “Zeca Sempre”, grupo que “redescobre as músicas de intervenção, populares e até as vivências mais desconhecidas de José Afonso”, nomeadamente a passagem pelos fados de Coimbra.

 

O disco inclui doze canções seleccionadas do vasto espólio de José Afonso e são agora recordadas em diferentes registos e com novos arranjos musicais.

 

Juntamente com o álbum está um DVD com as imagens do documentário “Legados de José Afonso”, um trabalho realizado por Filipe Carvalho e Marco Pereira, no âmbito da tese final do curso de Comunicação da Universidade Lusófona.



publicado por Expressões Lusitanas às 20:56 | link do post | comentar

 

O fadista e o pianista juntaram-se na edição de um álbum em conjunto e no qual recriam músicas de Sérgio Godinho, Fausto, Jacques Brel, entre outros compositores. Tiveram ainda tempo para gravar duas canções inéditas.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Só voz e piano. Trata-se de um encontro feliz na música portuguesa entre o pianista Bernardo Sassetti e o fadista Carlos do Carmo.

 

“Não é um disco de fado. Não é um disco de jazz. É uma fusão entre as personalidades musicais de Carlos do Carmo e Bernardo Sassetti. Um reportório único traçado entre clássicos da música portuguesa e temas eternos do cancioneiro internacional”, explica a editora responsável pela edição do disco no mercado em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Queriam interpretar temas nunca antes cantados, gravados ou tocados por ambos. Por este motivo, Fausto, José Afonso, Rui Veloso, Sérgio Godinho, Léo Ferré, Jacques Brel, Violeta Parra são os compositores revisitados neste encontro a dois.

 

Contudo, este disco conjunto não se limita apenas a temas de outros músicos. Pelo meio há “Sol”, um tradicional açoriano, tema original de Bernardo Sassetti com poema de Mário Cláudio e ainda “Talvez Por Acaso”, fruto de uma parceria de Manuela de Freitas e Carlos Manuel Proença.

 

O álbum foi gravado no Boom Studios, de Pedro Abrunhosa, em Vila Nova de Gaia.



publicado por Expressões Lusitanas às 20:00 | link do post | comentar

Terça-feira, 23.11.10

Uma fã de Leandro tatuou no seu corpo a cara de Leandro


As cerca de duas horas de concerto de Leandro do passado dia 13 Março estão agora compiladas em CD+DVD. “Ao Vivo no Coliseu de Lisboa” é o título do primeiro DVD ao livro de Leandro. A edição de luxo inclui um livro sobre a sua infância, adolescência e carreira musical, redigido por Débora Godinho.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“É mais um sonho realizado e um passo de gigante na minha carreira, tendo em conta o pouco tempo que tenho na música portuguesa [quatro anos]”, refere Leandro em entrevista exclusiva ao Expressões Lusitanas, à margem de uma sessão de autógrafos realizada ontem no Centro Comercial Colombo, em Lisboa.

 

O DVD ao vivo reúne as 21 canções interpretadas no Coliseu de Lisboa, entre as quais está um tema inédito. “Volta P’ra Mim Mamã”, escrito por Ricardo Landum (assina a maioria das letras de Tony Carreira), retrata as “saudades” de Leandro pela sua mãe, que faleceu tinha o músico 16 anos de idade.

 

A edição de luxo inclui um livro redigido por Débora Godinho, após o convite formulado pelo próprio Leandro. “Ela conhece muito bem a minha vida e consegue captar coisas só pelo meu olhar”, afirma.

 

Trata-se de uma biografia de 35 páginas sobre a infância, adolescência, desgostos, amores e arrependimentos do cantor romântico. “Não olhei a meios para contar toda a verdade. As pessoas têm de conhecer e saber quem é o Leandro”, explica.

 

No cômputo geral, as cerca de duas horas de concerto compiladas no DVD captam os momentos e emoções vividas no Coliseu de Lisboa. “Foi um espectáculo bastante intimista, no qual marcaram presença vários casais de namorados de todas as idades para sentiram a música e a força do amor”, recorda o músico português.

 

O reencontro de Leandro com o palco do Coliseu acontece no dia 26 de Março do próximo ano. Até lá, será que vai haver um novo disco de originais? “Ainda é uma incógnita”, responde. A única certeza, para já, é que se encontra em estúdio a compor os novos temas.



publicado por Expressões Lusitanas às 19:36 | link do post | comentar

Segunda-feira, 22.11.10

 

A cantora brasileira apresenta o seu quarto e novo disco de originais intitulado “Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias”. O escritor moçambicano Mia Couto redige algumas das letras que compõem o novo álbum de Vanessa da Mata. “O Tal Casal” é o tema de estreia.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Em “Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias” é difícil atribuir um “padrão musical definido”. “As misturas são intencionais, várias e plurais, desde um piscar de olhos à tradição popular brasileira até ao namoro com esta África onde eu faço chão e céu”, explica Mia Couto, citado em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas pela editora de Vanessa da Mata.

 

A “alusão” à luminosidade, à lua e ao sol é “recorrente" na maior parte das faixas deste disco, em que “cada canção é uma janela”, considera ainda o escritor moçambicano

 

O lançamento do disco em Portugal está marcado para a próxima segunda-feira, 29 de Novembro, em formato tradicional (CD) e digital.



publicado por Expressões Lusitanas às 18:03 | link do post | comentar

Actuação de O Experimentar Na M’Incomoda na gala dos Prémios Megafone 2010

 

O açoriano Pedro Lucas é o responsável pelo projecto O Experimentar Na M’Incomoda, o qual se baseia na reinvenção da música tradicional dos Açores num contexto musical urbano e contemporâneo. Fruto da menção honrosa conquistada nos Prémios Megafone, o primeiro disco foi lançado durante este mês de Novembro.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O álbum de estreia de Pedro Lucas é inspirado no disco “O Cantar Na M’Incomoda”, de 1998, no qual o músico Carlos Medeiros, natural da Ilha da Terceira (Açores), reinterpretava, num misto de cantautor e folclore, “alguns temas mais obscuros do espólio tradicional do arquipélago”, explica a agência do músico em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Da responsabilidade do faialense Pedro Lucas, O Experimentar Na M’Incomoda conta com a participação dos músicos açorianos Miguel Machete (Bandarra), Pedro Gaspar (Bandarra), Zeca Medeiros, Jácome Armas e do próprio Carlos Medeiros.

 

Idealizado e gravado algures entre o Capelo, localidade da Ilha do Faial, e Copenhaga, na Dinamarca, cidade onde Pedro Lucas se encontra actualmente, fazem parte do alinhamento deste primeiro disco temas retirados de “O cantar Na M’Incomoda”,“Tradições Orais – Corvo, S. Jorge e Terceira”, de Paulo Henrique Silva, e os mais canónicos “Bela Aurora” e “Ilhas de Bruma” (não tradicional).

 

A capa do disco foi desenhada pela artista plástica Andrea Inocêncio, criando uma nova versão da Coroa do Espírito Santo, considerada o símbolo máximo da maior expressão cultural, religiosa e profana dos Açores.

 

A menção honrosa atribuída pelo júri dos Prémios Megafone, gala realizada a 17 de Outubro no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, valeu a Pedro Lucas o lançamento deste seu disco de estreia a solo.



publicado por Expressões Lusitanas às 17:48 | link do post | comentar

Sexta-feira, 19.11.10

 

Paula Oliveira decidiu explorar um repertório de originais da autoria de vários músicos de ‘jazz’, como Mário Laginha ou Lars Arens, no seu novo disco “Raça”, que conta com a presença do quarteto LisBones. O tema de estreia é um poema de Alexandre O’Neill intitulado “Cão”.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Os dois últimos discos de Paula Oliveira continham versões de música portuguesa já celebrizadas por outros artistas e compositores. Contudo, em “Fado Roubado” (2007) estavam já incluídos dois temas originais, facto que “abriu uma porta” para afirmar o seu trabalho como compositora e intérprete com repertório próprio.

 

“Este disco apresenta muitas coisas novas. Entre elas destaco a composição e arranjos por mim feitos e o apoio do quarteto de trombones e eufónios [instrumento de sopro mais parecido com a voz humana] chamado LisBones”, explica Paula Oliveira ao Expressões Lusitanas.

 

A artista considera que, em “Raça, a voz “casa perfeitamente” com os arranjos musicais e sonoridade dos instrumentos de sopro.

 

A presença do quarteto Lisbones no disco surgiu de um convite endereçado pelo próprio a Paula Oliveira há um ano atrás. A artista destaca a “qualidade” e a “excelência” do grupo e, por tal, decidiu gravar o novo disco contando com o seu contributo.

 

Em “Raça”, a ênfase debruça-se na exploração de um repertório de originais da autoria de vários músicos de ‘jazz, como o português Mário Laginha, o suíço Léo Tardin e o alemão Lars Arens.

 

“O Lars é um músico exímio e escreve com um enorme rigor e qualidade. O facto de ser alemão diz tudo e é muito bom ter um elemento com este nível de exigência”, afirma.

 

Antes da idealização do disco, Paula Oliveira tinha mantido contactos “pontuais” com Mário Laginha, nomeadamente em encontros musicais e concertos. No seu novo álbum, o compositor é responsável pela orquestração do tema de estreia “Cão”, um poema de Alexandre O’Neill.

 

“Leio histórias aos meus filhos antes de irem para a cama e comprei um livro de poesia de vários autores de expressão portuguesa seleccionada pela Sophia de Mello Breyner. De repente esbarro com o poema, o qual retrata a vida de cão que temos, quer seja do artista ou de outra pessoa”, detalha Paula Oliveira ao Expressões Lusitanas.

 

O nome do disco – “Raça” – surgiu antes de se iniciarem as gravações do mesmo. Paula Oliveira queria um álbum com “raça” e sentiu que a “assinatura dos trombones” iria “marcar uma impressão digital forte” e tornar o disco “muito singular.”

 

“A voz, a forma de cantar, este lado português e da nossa raça está muito patente neste ‘jazz’. Tenho o objectivo de criar um repertório ‘jazzístico’ interpretado na nossa língua e feito em Portugal”, refere.

 

O próximo concerto de apresentação do novo trabalho vai ter lugar no Onda Jazz, em Lisboa, a 18 de Dezembro, após as recentes passagens por festivais temáticos nos Açores e na Madeira.

 

Após a actuação na capital portuguesa, os novos concertos seguem-se apenas no final do primeiro trimestre de 2011, tendo em conta o tempo ocupado pelas gravações do programa Operação Triunfo (RTP), no qual Paula Oliveira é professora da escola de talentos musicais.



publicado por Expressões Lusitanas às 18:54 | link do post | comentar

Sexta-feira, 12.11.10

 

 

 

 

Um dos alter-egos do produtor Armando Teixeira – Balla – regressa com “Equilíbrio” aos discos. No quarto álbum de originais, Luís Varatojo, Samuel Úria e Liliana Correia (Bullet) são alguns dos músicos convidados. “Montra” é o tema de estreia.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Equilíbrio” sucede a "A Grande Mentira” (2006), “Le Jeu" (2003) e “Balla" (2000) e pretende “ser o disco com a abordagem mais electrónica de toda a obra” deste alter-ago, explica a agência de Armando Teixeira em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Neste novo álbum, lançado na quarta-feira, 10 de Novembro, Balla reúne músicos convidados, como Luís Varatojo, Samuel Úria, Liliana Correia, entre outros. Nas letras, algumas são da sua autoria e outras foram redigidas e escritas por Miguel Esteves Cardoso, José Luís Peixoto e Pedro Mexia.

 

A convite do cônsul português em Caracas, esta cidade da Venezuela vai acolher a apresentação do novo disco entre os dias 17 e 21 de Novembro.

 

Em Portugal, os primeiros espectáculos de apresentação têm lugar no Lux (10 de Dezembro) e no Porto, em Janeiro, em data e local ainda por anunciar.



publicado por Expressões Lusitanas às 21:04 | link do post | comentar

Quarta-feira, 10.11.10

 

Os nova-iorquinos The Walkmen decidiram atribuir o nome da capital portuguesa, na sua forma inglesa, ao seu novo trabalho discográfico. A banda pretendeu retribuir a forma como foi recebida em Lisboa e por ter ficado “fascinada” com a topografia da cidade.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Lisbon” foi um nome consensual entre os elementos do grupo, “por respeitar o sentimento do disco” e “por fazer sentido no meio daquelas canções”.

 

“Fomos muito bem recebidos em Lisboa. Da primeira vez choveu o tempo todo, mas ficámos fascinados pela topografia da cidade, aquela espécie de caos e labirinto de ruas que, no final, vão todas parar ao oceano”, explicam os The Walkmen, citados pela promotora do próximo concerto da banda em Portugal.

 

O Coliseu de Lisboa vai receber o grupo no dia 14 de Novembro. Os portugueses Os Golpes estão encarregues de fazer a primeira parte do espectáculo.

 

Os preços dos bilhetes variam entre os 35 e os 25 euros, dependendo da zona do Coliseu escolhida.



publicado por Expressões Lusitanas às 20:58 | link do post | comentar

 

Márcia estreia-se nas lides musicais com o disco “Dá”. Produzido por Luís Nunes (Walter Benjamin) e João Paulo Feliciano e com versos de Tomás Pimentel, B Fachada ou Sérgio Costa, o álbum vai ser apresentado ao vivo na Lux (Lisboa) e no Passos Manuel (Porto).

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Márcia Santos tem 28 anos, é licenciada em Pintura, fez parte da colectânea Novos Talentos 2009 da FNAC, gravou um EP acústico com cinco canções e é vocalista do Real Combo Lisbonense.

 

“Dá” é a sua primeira marca no mundo da música e onde canta versos de Tomás Pimentel, B Fachada ou Sérgio Costa (Quinteto Tati e Real Combo Lisbonense).

 

A Lux (12 de Novembro, às 22:30) e o Passos Manuel (19 de Novembro, às 22:30) vão acolher a estreia de Márcia, num concerto a ser feito “sem rede”, refere a promotora em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O disco teve lançamento oficial no passado dia 01 de Novembro.



publicado por Expressões Lusitanas às 20:14 | link do post | comentar