Terça-feira, 07.09.10

 

O músico português apresenta o seu terceiro álbum de originais intitulado “Catavento”, um trabalho que conta com a participação vocal da artista polaca Anna Maria Jopek, das portuguesas Ana Laíns e Dulce Pontes, da brasileira Daniela Procópio e do compositor brasileiro Ivan Lins.

 

Expressões Lusitanas


Para além destes nomes, Beto Betuk contou ainda com a colaboração de diversos instrumentistas nacionais e internacionais.

 

O compositor, letrista e produtor polaco Marcin Kydryński, que também é jornalista (escreve críticas musicais), considera ‘Catavento’ como um disco “completo”, “profundo” e “coerente”.

 

“É também a primeira vez que ele deixou todas as suas influências fluírem tão livremente”, afirma, citado em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas pela agência de Beto Betuk.

 

O novo álbum do músico português necessitou de três anos para ser finalizado e vai ser lançado oficialmente esta quinta-feira, 09 de Setembro.



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Terça-feira, 08.06.10

 

 

VOCALISTA DOS UHF CUMPRIMENTA OS LEITORES DO EXPRESSÕES LUSITANAS:


 

Os UHF estão de volta. ‘Porquê?’ é o título do novo disco da banda que conta com mais de 30 anos de carreira. É a pergunta que todos fazemos desde que “se começa a falar” até se “fechar os olhos no fim da vida”. A visão actual que os UHF têm do país e do sistema que “muitas vezes suportamos” - “um capitalismo desenfreado” - vai estar patente na escrita das letras que compõem ‘Porquê?’. Um álbum de “riscos” e “arrojado” em termos musicais e de produção. A “calma” do Alentejo proporcionou “desafios” às origens musicais dos UHF. Não se trata de um trabalho de “continuidade”. Um grupo com a carreira dos UHF tem de criar “energias” para que um disco “não seja a continuação de outro”. Depois do “sucesso” ‘Matas-me Com O Teu Olhar’, “o que é que vai ser o sucesso” deste novo disco? “Temos que viver com essa espada sobre nós. É algo que faz parte da vida musical”. O novo registo discográfico dos UHF vai ser editado em finais deste mês de Junho.

 

Expressões Lusitanas: Cinco anos depois do último trabalho – ‘Há Rock No Cais’ -, os UHF lançam agora um novo álbum intitulado “Porquê?”. Sentiam necessidade de lançar mais um disco?

António Manuel Ribeiro: A necessidade faz parte do trabalho e do sentir do músico. Nos últimos quatro anos fizemos sobretudo colectâneas, algumas delas com canções inéditas que fomos buscar aos nossos arquivos. Parámos! Contudo, há sempre aquela necessidade de escrever canções novas. Tinha chegado a idade madura para lançarmos o novo disco.

 

Expressões Lusitanas: Foi também um período de reflexão?

António Manuel Ribeiro: (pausa prolongada) Não sei se foi de reflexão… Foi mais de vivência. Tocámos muito ao vivo e chegámos, inclusive, a não ter férias, o que, curiosamente, não é nada bom para refrescar a cabeça. Fizemos aquele que é o trabalho brutal de estrada (muitos quilómetros, viagens, hotéis) e tudo isso sistematiza as coisas e cria rotinas, que comprimem o artista. É preciso parar! Precisei de uma pausa para escrever e compor.

 

Expressões Lusitanas: Toda essa rotina e vivência estão presentes neste novo disco? Ou, pelo contrário, tentaram quebrar a rotina e experimentar coisas novas?

António Manuel Ribeiro: Este é um disco de riscos. Não diria tanto na questão filosófica da palavra, porque a essência e o contexto dos UHF estão lá, tal como as canções de amor e uma visão social e política deste momento que atravessamos. Enquanto artista e compositor das canções não me separo da visão que tenho do país e transportei-a para algumas canções. Em termos musicais e de produção, penso que criámos um disco muito arrojado.

 

Expressões Lusitanas: Em que sentido?

António Manuel Ribeiro: Saímos do nosso campo normal. Fizemos experiências musicais em estúdio. Estamos a gravar no Alentejo e recebemos a calma que esta região proporciona, o que nos permitiu avançar para desafios às nossas próprias origens musicais.

 

Expressões Lusitanas: Qual é o significado do título do disco “Porquê?”?

António Manuel Ribeiro: (pausa) É aquela pergunta que fazes desde que começas a falar até que fechas os olhos no fim da vida. Nós (a maioria) fomos vítimas de um sistema que muitas vezes suportamos, uma espécie de capitalismo desenfreado e liberal que tudo permite, através da especulação. Não afundou a humanidade, para já, mas afundou muitas pessoas. Acho que, neste momento, muita gente faz esta pergunta: Porquê?

 

Expressões Lusitanas: Os UHF também se questionaram durante a fase de rotina de que falou há pouco? Estará o título relacionado com isto?

António Manuel Ribeiro: Por acaso, não. O título aparece depois. O disco já estava praticamente gravado quando, finalmente, o título apareceu. Era para ter outro nome…

 

Expressões Lusitanas: Qual era, já agora?

António Manuel Ribeiro: Deixemos isso para o nosso baú de ideias. O título final é aquele que mais significa neste momento que atravessamos.

 

Expressões Lusitanas: O disco inclui 11 temas. Qual é a tónica dominante na sonoridade e na escrita das letras? Há alguma diferença, flutuações ou persiste a linha dominante dos registos anteriores?

António Manuel Ribeiro: Está lá o nosso som, naturalmente. Porém, existe a experimentação aplicada em estúdio que há pouco referi. Não é um disco de continuidade. Revela a grande coerência e cumplicidade que existe na banda, algo que se ganha ao vivo. Está a reflectir a maturidade do grupo. Não falo em qualidade, porque é subjectiva. Criámos uma regra: foram escritas cerca de 35 canções, algumas delas ensaiadas, 17 foram gravadas e apenas 11 vão estar presentes no disco.

 

Expressões Lusitanas: É um álbum especial para os UHF? Marca o regresso em força da banda?

António Manuel Ribeiro: É fundamental que um grupo com a carreira dos UHF crie energias para que um disco não seja a continuação de outro. Este álbum reflecte o momento artístico do grupo. É o culminar destes anos de trabalho.

 

Expressões Lusitanas: Dos 11 temas que compõem este trabalho discográfico, nove são originais, compostos pelo próprio António Manuel Ribeiro, e dois são versões dos temas “Vejam Bem”, de José Afonso, e de “O Vento Mudou”, interpretado por Eduardo Nascimento no Festival da Canção. Porquê a escolha destas duas músicas em particular?

António Manuel Ribeiro: Epá, não sei… (pausa)

 

Expressões Lusitanas: Foi algo que lhe surgiu no momento? São canções que têm algum significado para si?

António Manuel Ribeiro: Às vezes gosto de agarrar na guitarra e tocar uma ou outra canções que me dizem algo. O José Afonso foi diferente. Tratou-se de um convite feito por Júlio Isidro no ano passado para se comemorar o 25 de Abril. A RTP convidou vários compositores, autores, músicos, artistas, entre outros, para fazerem versões de temas da revolução. Nisto, o Júlio falou-nos do “Vejam Bem”. Fizemos uma versão espectacular e teve uma reacção muito boa. Começámos a tocá-la e tínhamos de a incluir no disco.

 

Expressões Lusitanas: E em relação a “O Vento Mudou”, celebrizada por Eduardo Nascimento?

António Manuel Ribeiro: São daquelas coisas que se dá de manhã. Acordei com uma ideia, fui ao ‘YouTube’ ouvir o Eduardo Nascimento, agarrei na guitarra e fiz aquela versão. Quando a banda chegou à tarde, mostrei-lhes a versão… Sei lá… Nem é uma canção que eu oiça…

 

Expressões Lusitanas: São coisas que surgem de um momento para o outro.

António Manuel Ribeiro: Não sei explicar… Foi acordar com um sonho e com uma ideia e concretizá-la.

 

Expressões Lusitanas: Os UHF têm mais de 30 anos de carreira. Ainda vêem muito caminho pela frente?

António Manuel Ribeiro: Não sei se é muito. Teremos enquanto isto valer a pena para nós, houver desafios e sentirmos o apoio das pessoas. Sou muito pouco dado a sentimentalismos e, sobretudo, ao arrastar das coisas.

 

Entrevista e edição: Daniel Pinto Lopes (Expressões Lusitanas)



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Segunda-feira, 07.06.10

 

A banda de Setúbal apresenta o seu novo disco de originais. “High And Above” reúne um conjunto de “canções positivas, directas e despretensiosas”, numa sonoridade pop/rock e “elementos de música mais alternativa”, informa a agência da banda em comunicado.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Days of Our Own” e “Black Tears” (em dueto com Ana Free) são os dois temas de estreia retirados do novo trabalho discográfico lançado em início deste mês de Junho.

 

As duas canções já estão acompanhadas pelos respectivos ‘videoclips’ idealizados e produzidos pelos próprios Hands On Approach.

 

As imagens escolhidas “reflectem a nova música” da banda, onde as texturas “unem os sentidos, dando cara a este novo trabalho”, explica ainda a agência do grupo no comunicado.

 

VÍDEO: Hands On Approach – Days Of Our Own




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Quarta-feira, 26.05.10

 

“By Request” representa o regresso de Paulo Gonzo às origens, ao ‘soul’ e aos ‘blues’, influência que o artista sempre assumiu desde os primórdios na ‘Go Graal Blues Band’, grupo de ‘blues rock’ formado em 1975.

 

Expressões Lusitanas

Redacção

 

Gravado em Nova Iorque, o novo álbum de Paulo Gonzo foi produzido pela dupla Cindy Blackman e Jack Daley, responsáveis pelo trabalho do norte-americano Lenny Kravitz e da britânica Joss Stone, bem como do mexicano Carlos Santana.

 

Em Lisboa, onde se fez a pré-produção e gravação de alguns dos instrumentos que se podem escutar no disco, Paulo Gonzo teve ao seu lado Rui Fingers e Thierry Borges (guitarras), Rui Barreto (teclados), Patrícia Silveira e Patrícia Antunes (coros), Náná Sousa Dias (saxofone), Tomás Pimentel, Edgar Caramelo e Luís Cunha (metais) e NafNaf String Quartet e Carlos Lopes (acordeão).

 

Em Nova Iorque, para além da participação de Cindy Blackman (bateria) e Jack Daley (baixo), juntaram-se a Paulo Gonzo a dupla de coros composta por Greg Clark (participou em discos de George Michael, Bobby McFerrin, Michael Jackson, Celine Dion) e Sharlotte Gibson (Michael Bublé, Christina Aguilera, Whitney Houston, Anastacia).

 

No piano e teclas esteve Ray Angry, produtor, compositor e músico habitual em trabalhos de The Roots, Joss Stone e Queen Latifah, entre outros.

 

Participam ainda Kat Dyson (‘Prince and The New Power Generation’) e Paul Pesco, guitarrista no primeiro álbum de Madonna.

 

O novo trabalho discográfico de Paulo Gonzo tem lançamento marcado para 31 de Maio.



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Segunda-feira, 17.05.10

 

A artista brasileira Tânia Mara edita o seu primeiro disco ao vivo que inclui, para além de vários êxitos da cantora, o tema ‘Gostava Tanto De Você’, que faz parte da banda sonora da novela ‘Viver A Vida’.

 

Expressões Lusitanas

Redacção

 

“Falando de Amor” é o nome do primeiro disco ao vivo de Tânia Mara, hoje editado pela EMI.



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Sexta-feira, 14.05.10

 

Os Expensive Soul estão de regresso aos discos com o lançamento de “Utopia”, o terceiro trabalho discográfico do grupo a ser lançado na próxima segunda-feira, 17 de Maio. “O Amor É Mágico” é o tema de estreia.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Passados quatro anos sem editar qualquer disco, “Utopia” sucede a “Alma Cara” (2006). Apesar de este período de interregno, os Expensive Soul afirmam que este factor permitiu o “crescimento” da dupla a “vários níveis”.

 

“Este disco mantém a linha ‘soul-funk-hip-hop’ dos trabalhos anteriores, mas também segue outras direcções. É mais eclético, talvez um pouco mais experimental, mais maduro”, revela a dupla (New Max e Demo) em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O terceiro e novo álbum é uma edição da New Max Records e vai contar com alguns convidados especiais que, de acordo com o mesmo comunicado, vão ser revelados em breve.

 

“O Amor É Mágico” é o tema de estreia, um “grito de felicidade” da dupla.

 

“É preciso dar um incentivo às pessoas. O amor toca a todos e o que é preciso é ser feliz”, explicam.

 

Recorde-se que os Expensive Soul vão marcar presença no Sunset do Rock in Rio Lisboa no dia 27 de Maio. A banda portuguesa vai partilhar o palco com Jean Paul Bluey Maunick dos “Incognito” e “Omar”, “dois nomes de proa do ‘acid jazz’ e da ‘nu-soul’ britânica”, detalha ainda o mesmo comunicado.



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Quinta-feira, 13.05.10

Créditos fotográficos: André Tentugal

 

Os Mind da Gap estão de regresso quatro anos depois ao apresentarem “A Essência”, o quinto álbum de originais do grupo. O concerto de apresentação do novo trabalho discográfico decorre na Casa da Música, no Porto, no sábado, 15 de Maio.

 

Expressões Lusitanas

 

O novo trabalho discográfico dos portugueses Mind da Gap engloba desde “temas festivos” à “pura introspecção”, explica a agência do grupo em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

"A perspicácia da escrita é sustentada por suculentos ‘beats’ com o propósito de contaminar os melómanos mais exigentes", pode ainda ler-se no mesmo comunicado.

 

O concerto de apresentação de "A Essência" vai ter lugar na Casa da Música, no Porto, neste sábado, 15 de Maio.

 

Vídeo de apresentação de "Essência":




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Quinta-feira, 29.04.10

 

Os Mão Morta regressam, onze anos depois, ao Coliseu dos Recreios, em Lisboa. A banda de Braga vai apresentar o seu novo disco "Pesadelo em  Peluche". O início do concerto está agendado para as 21:30.

 

Daniel Pinto Lopes

 

Para este espectáculo, o vocalista dos Mão Morta, Adolfo Luxúria Canibal, adianta ao Expressões Lusitanas que o repertório se vai basear em alguns temas do novo disco, assim como dos registos anteriores dos Mão Morta.

 

O grupo vai contar com a presença de Fernando Ribeiro em palco para interpretar o tema "Como um Vampiro", no qual o vocalista dos Moonspell faz um dueto com Adolfo Luxúria Canibal.

 

"Pesadelo em Peluche" teve como ponto de partida o livro “The Atrocity Exhibition" (“A Feira de Atrocidades”) do escritor chinês, mas radicado na Grã-Bretanha, J. G. Ballard.

 

Neste livro, Ballard retrata a nova percepção do real que o panorama mediático e cultural estabelecido pela moderna comunicação de massas induz no indivíduo.

 

A nova aposta dos Mão Morta é um disco de canções de rock, em que a sonoridade do grupo “está presente”, sublinha Adolfo Luxúria Canibal.

 

"Novelos da Paixão" é o tema de estreia deste trabalho discográfico, que pretende assinalar os 25 anos de carreira dos Mão Morta.

 

O concerto no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, tem início marcado para as 21:30.

 

 

Notícias relacionadas:

Mão Morta apresentam "Pesadelo em Peluche" - VÍDEO

 

 



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Quarta-feira, 28.04.10

 

Os Mind da Gap estão de regresso quatro anos depois ao apresentarem “A Essência”, o quinto álbum de originais do grupo. O novo disco teve lançamento oficial esta segunda-feira, 26 de Abril.

 

Expressões Lusitanas

 

O novo trabalho discográfico dos portugueses Mind da Gap engloba desde “temas festivos” à “pura introspecção”, explica a agência do grupo em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

"A perspicácia da escrita é sustentada por suculentos ‘beats’ com o propósito de contaminar os melómanos mais exigentes", pode ainda ler-se no mesmo comunicado.

 

O concerto de apresentação de "A Essência" vai ter lugar na Casa da Música, no Porto, no próximo dia 15 de Maio.



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“Retropolitana” é o título do 11º álbum de originais dos GNR, um disco “assumidamente pop” e “próximo da essência sonora” da banda portuense. O primeiro concerto de apresentação acontece esta sexta-feira no Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra).

 

Daniel Pinto Lopes


O novo trabalho discográfico dos GNR foi o primeiro álbum da banda gravado em estúdio próprio, no Porto, refere a agência da banda em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O tema de estreia já roda em algumas rádios e chama-se “Rei do Roque”.

 

Composto por 14 temas originais, “Retropolitana” é um álbum “assumidamente pop” e com uma sonoridade “próxima” daquilo que os GNR têm vindo a habituar ao longo dos quase 30 anos de carreira, esclarece o mesmo comunicado.

 

A primeira apresentação de “Retropolitana” vai ter lugar no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, na sexta-feira, 30 de Abril, às 22:00.



publicado por Expressões Lusitanas às 16:40 | link do post | comentar

Sexta-feira, 23.04.10

 

“Retropolitana” é o título do 11º álbum de originais dos GNR, um disco “assumidamente pop” e “próximo da essência sonora” da banda portuense. O primeiro concerto de apresentação acontece no Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra), a 30 de Abril.

 

Daniel Pinto Lopes


O novo trabalho discográfico dos GNR foi o primeiro álbum da banda gravado em estúdio próprio, no Porto, refere a agência da banda em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O tema de estreia já roda em algumas rádios e chama-se “Rei do Roque”.

 

Composto por 14 temas originais, “Retropolitana” é um álbum “assumidamente pop” e com uma sonoridade “próxima” daquilo que os GNR têm vindo a habituar ao longo dos quase 30 anos de carreira, esclarece o mesmo comunicado.

 

A primeira apresentação de “Retropolitana” vai ter lugar no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, na próxima sexta-feira, 30 de Abril, às 22:00.



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Quarta-feira, 21.04.10

 

O novo álbum de Pedro Abrunhosa "Longe" entra directamente para o primeiro lugar da tabela nacional de vendas da Associação Fonográfica Portuguesa (AFP). O tema de estreia do novo disco de Abrunhosa chama-se "Fazer O Que Ainda Não Foi Feito".

 

Expressões Lusitanas

 

"Longe", a nova aposta do músico portuense Pedro Abrunhosa, atingiu também o galardão de Ouro na semana de lançamento, pelo número de discos vendidos.

 

Neste álbum, Pedro Abrunhosa é acompanhado de uma nova banda. Comité Caviar é um grupo composto por Cláudio Souto nos teclados e órgão, Marco Nunes e Paulo Praça nas guitarras, Miguel Barros no baixo, Pedro Martins na bateria e na percussão, Patrícia Antunes e Patrícia Silveira nos coros.

 

Notícias relacionadas:

Pedro Abrunhosa fala sobre o novo álbum “Longe”



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Terça-feira, 20.04.10

 

Os Mão Morta editam um novo álbum de originais intitulado "Pesadelo em Peluche", um disco em que a banda natural de Braga recupera o formato canção e pretende celebrar os 25 anos de carreira.

 

Daniel Pinto Lopes

 

"Pesadelo em Peluche" teve como ponto de partida o livro “The Atrocity Exhibition" (“A Feira de Atrocidades”) do escritor chinês, mas radicado na Grã-Bretanha, J. G. Ballard.

 

Neste livro, Ballard retrata a nova percepção do real que o panorama mediático e cultural estabelecido pela moderna comunicação de massas induz no indivíduo.

 

A nova aposta dos Mão Morta é um disco de canções de rock, em que a sonoridade do grupo “está presente”, sublinha o vocalista Adolfo Luxúria Canibal ao Expressões Lusitanas.

 

"Novelos da Paixão" é o tema de estreia deste trabalho discográfico, que pretende assinalar os 25 anos de carreira dos Mão Morta.

 

Para apresentar “Pesadelo em Peluche”, a banda bracarense vai subir ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa, no dia 29 de Abril.

 

Para este espectáculo, Adolfo Luxúria Canibal adianta que o repertório se vai basear em alguns temas do novo disco, assim como dos registos anteriores dos Mão Morta.

 

(mais detalhes no vídeo)



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Segunda-feira, 19.04.10

 

O mais recente disco de David Fonseca vai ser editado em Espanha no dia 11 de Maio pela Universal Music Espanha. Segue-se uma digressão de apresentação de "Between Waves" pelo país vizinho durante o próximo mês.

 

Expressões Lusitanas

 

Em comunicado, a editora de David Fonseca refere que a presença do músico português no mercado espanhol acontece "depois do sucesso  atingido com a edição de 'Dreams in Colour' [disco anterior]" e "com os concertos realizados em 2008 e 2009 em Madrid, Barcelona e Terrassa".

 

A presença de David Fonseca nas primeiras partes dos concertos que a banda inglesa Keane realizou por Espanha foi outro dos momentos que o músico teve no país vizinho.

 

O compositor natural de Leiria vai "estender" a digressão à Galiza, mais concretamente a Pontevedra (20 de Maio) e Santiago de Compostela (21 de Maio).

 

Barcelona (26 de Maio) e a capital Madrid (27 de Maio) fazem ainda parte do mapa desta mini-digressão de David Fonseca por Espanha.



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Quinta-feira, 25.02.10

 

O novo trabalho discográfico de Rita Guerra “Luar” entra directamente para o primeiro lugar da tabela de vendas nacional, informa a editora Farol Música em comunicado. “Eu Só Quero” é o tema de estreia do novo disco.

 
Daniel Pinto Lopes
 

“Luar” é o novo disco de originais de Rita Guerra, que “reconcilia” a cantora com o piano, reunindo 13 temas da autoria de vários compositores portugueses.

 

O tema de estreia do novo trabalho da artista é “Eu Só Quero”, canção original de Gabriela Shaaf, interpretada no Festival RTP da Canção em 1979.

 

Na semana de lançamento oficial de “Luar”, o novo disco entra para o primeiro lugar do top nacional de vendas.

 



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Terça-feira, 16.02.10

 

Os Pontos Negros, banda de Jónatas Pires, Filipe Sousa, David Pires e Silas Ferreira, vão entrar em estúdio para gravar o segundo álbum, que vai ter produção de Jorge Cruz (ex-Superego, agora com carreira a solo e nos Diabo na Cruz) e da própria banda.

 

Daniel Pinto Lopes

 

A banda que começou a dar os primeiros passos na cave da Igreja Baptista de Queluz vai entrar nos estúdios Bloom, de Pedro Abrunhosa, para gravar o seu segundo trabalho discográfico, ainda sem nome definido.

 

A produção do novo disco vai estar a cargo de Jorge Cruz (ex-Superego, actualmente envolvido na sua carreira a solo e no projecto Diabo na Cruz) e da própria banda, com edição da Universal Music Portugal.

 

Recorde-se que Os Pontos Negros lançaram o seu primeiro álbum em 2008 intitulado "Magnífico Material Inútil".



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Rita Guerra lançou esta segunda-feira o novo trabalho discográfico intitulado "Luar", um disco com 13 faixas que reconcilia a cantora com o piano, em baladas clássicas e arranjos "elegantes".

 

Daniel Pinto Lopes

 

"Luar" marca o regresso de Rita Guerra aos álbuns de estúdio. "Eu Só Quero", tema original de Gabriela Shaaf interpretado no Festival RTP da Canção em 1979, é o 'single' de estreia deste novo disco.

 

Editado esta segunda-feira, "Luar" é um álbum que, de acordo com a editora Farol Música em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas, reconcilia Rita com o piano, "em baladas clássicas e arranjos elegantes", reunindo um conjunto de 13 temas da autoria de diversos compositores portugueses.

 

Notícias relacionadas:

Rita Guerra fala sobre o novo disco “Luar” - Entrevista/Reportagem

 

ÁUDIO: Excerto do tema de apresentação "Eu Só Quero"

 

ÁUDIO: Rita Guerra fala sobre o seu novo disco "Luar"



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Sexta-feira, 18.12.09

   

 

A música portuguesa lidera o top 10 de vendas de discos a nível nacional na semana que antecede as comemorações natalícias, com quatro discos de artistas portugueses a disputarem os lugares cimeiros da tabela de vendas.

 

O  disco "3 Cantos Ao Vivo" é o novo líder da tabela dos mais vendidos em Portugal, revelou a Associação Fonográfica Portuguesa (AFP).

 

"3 Cantos Ao Vivo" é o concerto que José Mário Branco, Sérgio Godinho e Fausto Bordalo Dias apresentaram no Campo Pequeno, em Lisboa, no final do mês de Outubro, o álbum que, entretanto, conquistou o galardão de Disco de Ouro por vendas superiores a 10 mil unidades.

 

Logo abaixo, em segundo lugar, encontra-se o novo disco dos D'ZRT, que marcou o regresso da banda masculina, após o fim anunciado em 2007.

 

Os "Hoje", com "Amália Hoje" (tripla platina), surgem em terceiro lugar, acima de "Rua da Saudade", o disco de homenagem a Ary dos Santos e que reúne as vozes de Susana Félix, Mafalda Arnauth, Viviane e Luanda Cozetti.

 

"Leva-me Aos Fados",o quarto disco de Ana Moura e o sucessor de "Para Além da Saudade" (2007), está em sexto lugar no top nacional de vendas da semana 51, logo acima de Rui Veloso, com o disco "Ao Vivo no Pavilhão Atlântico", que está em sétimo lugar.

 

No fim da tabela dos 10 mais vendidos da Associação Fonográfica Portuguesa (AFP) figuram ainda dois discos nacionais: em oitavo lugar "Beetween Waves" de David Fonseca e, em décimo lugar, a compilação "Amália - Coração Independente", que consiste em 20 temas restaurados das fitas originais, "remasterizados" e cuidadosamente seleccionados por quem melhor conhece e conheceu a sua carreira. Trata-se de um disco duplo que conta com o aval de David Ferreira, filho de David Mourão-Ferreira, o poeta que a fadista mais cantou.

 



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Terça-feira, 15.12.09

                                         

 

Os músicos Beto e Ménito Ramos juntam-se para uma "Cumplicidade a Duas Vozes", um disco que apresenta uma nova reinterpretação de grandes clássicos da música portuguesa, conferindo-lhes a identidade e a sonoridade próprias dos dois artistas.

 

Daniel Pinto Lopes

 

No novo trabalho discográfico de Beto e Ménito Ramos pode ser escutada uma nova interpretação, numa base acústica, de temas clássicos da música portuguesa, como "Lusitana Paixão" (Dulce Pontes), "Porto Covo" (Rui Veloso), "E Depois do Adeus" (Paulo de Carvalho), "Teus Olhos Castanhos" (Francisco José), entre outros.

 

Os dois músicos são companheiros de canções de longo data e têm vindo a desenvolver um trabalho juntos há já alguns anos. "Cumplicidade a Duas Vozes" deu-lhes a oportunidade de darem a cara por um projecto comum na carreira dos dois músicos.



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Domingo, 13.12.09

                           

 

O actor José Carlos Pereira lançou este mês o seu disco de estreia "Azul", num registo 'pop-rock', que reflecte os gostos e influências musicais do actor, como são os exemplos de Ben Harper, Jack Jonhson ou os Beatles. *com CM
 
O 'single' de apresentação 'M'Água' integra a banda sonora da série da TVI "Morangos com Açúcar", enquanto o tema 'Sei Lá' foi escolhido para integrar a banda sonora da telenovela 'Meu Amor', também em exibição na estação de televisão de Queluz de Baixo.
 
'Azul' foi produzido por Alexandre Almeida, que já trabalhou com "Pedro Abrunhosa & Os Bandemónio", Mundo Secreto e Cazino.

 



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