Terça-feira, 16.03.10

 

O ciclo “Sexta, Meia Noite e uma Guitarra” terminou com um saldo “muito positivo”, durante o qual a guitarra assume um “elemento integrante e integrador”. Há a intenção de se realizar nova edição, assim que estejam reunidas as “condições necessárias”.

 
Daniel Pinto Lopes
 

A ideia de se criar e organizar este ciclo partiu do guitarrista Luís Varatojo, que esteve presente em bandas, como os Peste & Sida, Despe & Siga, Linha da Frente e A Naifa.

 

Ao Expressões Lusitanas, Luís Varatojo explica que a criação do “Sexta, Meia Noite e Uma Guitarra” prende-se pela “afinidade” que tem por este instrumento musical e porque, para além de músico, é “público” e, enquanto tal, procura espectáculos novos que o “surpreendam” e que lhe tragam “algo de novo”.

 

Neste sentido, Luís Varatojo refere que decidiu dar o seu “contributo” e “provocar” a criação de cinco novas propostas musicais “a partir do trabalho de cinco guitarristas”.

 

Ao todo foram cinco sextas-feiras, durante os meses de Fevereiro e Março, em que os músicos convidados dedilharam as suas guitarras e deram voz a várias composições no cinema São Jorge, em Lisboa. O saldo final é “muito positivo” e os objectivos iniciais foram “cumpridos”.

 

“A sala esteve sempre cheia, os espectáculos foram muito bons e o público foi bastante variado, correspondendo a uma programação muito eclética”, detalha.

 

Luís Varatojo adianta ainda ao Expressões Lusitanas que houve duas sextas-feiras em que o público se manifestou de uma forma “mais efusiva”. A primeira foi durante a participação de José Manuel Neto e Camané (5 de Fevereiro) e a segunda durante a actuação de Pedro Jóia e Ricardo Ribeiro (26 de Fevereiro).

 

Perante o “saldo positivo”, Luís Varatojo diz que se “justifica” a organização de mais uma edição do ciclo, assim que estejam reunidas as “condições necessárias”.

 



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Quinta-feira, 11.03.10

Estação de Atocha: Monumento de homenagem às vítimas do atentado

 

ÁUDIO da REPORTAGEM:

 

Seis anos após os atentados terroristas de 11 de Março em Madrid, o Expressões Lusitanas recupera uma curta conversa com um dos jornalistas que relatou na rádio os primeiros instantes da tragédia que marcou a Espanha.

 
Daniel Pinto Lopes
 

Na manhã de quinta-feira, mas de há seis anos atrás, várias bombas explodiram no interior de quatro comboios suburbanos e perto da estação madrilena de Atocha.

 

Inicialmente, a autoria do ataque terrorista foi atribuída à organização separatista basca ETA. Dias depois as dúvidas dissiparam-se e revelou-se que a Al-Qaida de Osama Bin Laden foi a responsável pelos atentados.

 

O Expressões Lusitanas falou em 2008 com o pivot do programa informativo dessa manhã na Cadena Ser, o “Hoy Por Hoy”. Inãki Gabilondo explica que teve vários sentimentos durante aquela manhã. Entre estes destaca o sentimento de “alucinação”, pelo facto de estar a relatar este acontecimento via rádio e no seu país, bem como pelo “aumento vertiginoso” do número de mortos. Tudo isto, diz, obrigou a manter a “cabeça serena”.

 

Iñaki Gabilondo detalha ainda ao Expressões Lusitanas que este foi o dia em que viu a Espanha “mais unida do que nunca”, mas manchada pelos acontecimentos.

 

“Foi o maior movimento de solidariedade que conheci em toda a minha vida profissional. Começaram a chegar pedidos para se doar sangue e, uma hora depois, ligaram para terminar o pedido, porque já tinham as reservas necessárias. Os taxistas ofereciam serviços gratuitos de toda a Espanha”, recorda.

 

Iñaki Gabilondo confessa ao Expressões Lusitanas que “nunca tinha conhecido um momento de grande união em Espanha”. Afirma ainda que era “impossível” acreditar naquilo que estava a relatar.

 

Hoje, a presidente do governo regional de Madrid, Esperanza Aguirre, e o presidente da câmara da capital espanhola, Alberto Ruiz-Gallardón, depositaram coroas de flores na Praça do Sol, naquela que é a primeira de várias cerimónias que assinalam o sexto aniversário dos atentados.

 

A coroa de flores foi deixada junto à placa colocada na Real Casa de Correios, onde se assinalam os atentados mais mortíferos da história espanhola, que causaram 192 mortos e 2000 feridos.

 

 



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Segunda-feira, 01.02.10

  

ÁUDIO:

 

 

Daniel Pinto Lopes

 

José Candeias regressa esta segunda-feira, 1 de Fevereiro, à rádio. A Antena 1 convidou o comunicador para fazer parte das renovadas manhãs da estação pública. “Orgulho” e “desafio” são as duas palavras que José Candeias atribui a este seu regresso. Para trás fica a passagem durante sete anos na Media Capital Rádios, da qual saiu recentemente por razões “não muito simpáticas”, sentindo-se “injustiçado”. O comunicador refere ainda nesta entrevista exclusiva ao Expressões Lusitanas que está concentrado e a apostar naquilo que agora está a fazer. Neste sentido, e para já, na circunstância, é “impensável” um futuro regresso à Rádio Renascença, emissora por onde começou aos 20 anos de idade. Mas a “vida dá tantas voltas”…

 

Expressões Lusitanas: Como classifica este seu regresso à rádio?

José Candeias: Com muito orgulho e é, de novo, um desafio a nível pessoal e profissional. Tenho novamente de mudar de horários e de acordar cedo, o que não deixa de ter algumas vantagens e uma ou outra inconveniência, mas tudo isso se supera pela parte profissional: o facto de voltar a fazer uma das coisas de que mais gosto. Um programa com vida. Nunca fui programado para fazer emissões de discos, porque acho que isso é muito fácil e não me entusiasma. O que é uma “dificuldade”? É poder saber que entro em antena às 05:00 e tentar descobrir uma história em cada ouvinte, como se fosse uma psicologia da rádio.

 

Expressões Lusitanas: Posso concluir que a interactividade com os ouvintes lhe faz falta?

José Candeias: Sim, faz-me falta pessoal e profissionalmente, porque gosto e vivo muito a rádio. Sinto-me realizado.

 

Expressões Lusitanas: O final da madrugada é o horário de que mais gosta? Recordo que já fez emissões à tarde…

José Candeias: Já fiz todos os horários! Neste caso, o horário 05:00-07:00 é entusiasmante, porque àquela hora as pessoas não têm poluição sonora e não estão invadidas por outras dinâmicas. A mensagem chega mais facilmente ao ouvinte. As pessoas interiorizam muito mais facilmente a mensagem. É uma estratégia não inovadora, mas esclarecedora daquilo que se pretende fazer no terreno, em que se vai apostar neste horário para se dinamizar a partir daí. Penso que é uma aposta que nos vai trazer bastantes alegrias.

 

Expressões Lusitanas: O José Candeias vai agora recuperar na Antena 1 um horário que fez anteriormente no Rádio Clube Português. Como surgiu o convite da rádio pública?

José Candeias: Diria que poderia já haver uma intenção. Saí da Media Capital [grupo que detém o Rádio Clube Português, entre outras emissoras de rádio] … Não vale a pena invocar aqui quaisquer razões, apesar de não terem sido razões, diria, muito simpáticas…

 

Expressões Lusitanas: Ainda se sente lesado?

José Candeias: Sinto-me injustiçado, mas a vida é mesmo assim. Perante este convite e uma situação de injustiça verifico que a Antena 1 apostou em mim e, sendo uma aposta da estação para vencer, este facto dá-me bastante boa energia, sabendo que estou com boas perspectivas de trabalho, no aspecto de poder fazer novamente aquilo de que gosto. De vez em quando, as transições são necessárias para surgir novas oportunidades…

 

Expressões Lusitanas: Ou seja, tem boas expectativas neste seu regresso à rádio, agora na Antena 1?

José Candeias: Só posso ter boas expectativas! Sempre fui muito teimoso. Sou ainda mais teimoso quando digo que a rádio não é um produto imediato, algo que já não se saiba há muito tempo. A rádio é um produto que tem de ser alicerçado. Lá diz aquela expressão “Estranha-se, mas depois entranha-se”. O facto de agora estar ligado novamente a este horário é para criar, de novo, um programa que o público merece.

 

Expressões Lusitanas: Vai ser fácil captar de novo os seus ouvintes do Rádio Clube para a Antena 1? Provavelmente, muitos ouvintes seus perguntam por onde estará o José Candeias.

José Candeias: Vamos começar por aí. Então, eu estou aqui na Antena 1 e o convite fica feito. É assim: eu já fiz o horário durante doze anos (no total). É preciso que se entenda que as pessoas que ouviam há 10/11 anos atrás poderão não ser as mesmas, mas foram essas pessoas que me deram o capital de valor. Gostando deste horário e de comunicar com o público, pretendo que aqueles que vão ouvir pela primeira vez sejam também os protagonistas. Aqueles que já ouvem há muito tempo estão igualmente convidados. Dou um exemplo: recebo um amigo em casa. Em primeiro lugar pretendo conhecê-lo, saber dos seus gostos e da sua capacidade de relacionamento. A partir do momento em que está em na minha casa e, sendo um convidado que conheço, vou procurar entusiasmá-lo – perdoe-me o exemplo – com um bom prato, um bom vinho ou com algo que o agrada. Em suma, é a natureza e a lei da vida e das coisas, mas transposta para a rádio.

 

Expressões Lusitanas: Não pondera a longo prazo o regresso à Rádio Renascença, emissora por onde começou?

José Candeias: Às vezes costuma-se dizer que o homem regressa às suas origens, mas, neste caso, não. Por uma razão muito simples: eu gosto de fechar ciclos e nunca as coisas seriam as mesmas. Mas, o futuro a Deus pertence e não quero fechar portas. Agora quero apostar naquilo que estou a fazer e nem tão pouco pensar, em qualquer circunstância, que possa ser alheia e que esteja para além disto, pois é perturbador e não cria a boa capacidade e energia para desenvolver aquilo que agora estou a fazer. [O regresso à Renascença] é impensável na circunstância. Agora que a vida dá tantas voltas… Isso não me compete a mim analisar, nem quero.

 



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Quinta-feira, 21.01.10

 

O regresso de Herman José à rádio foi "adiado" por tempo incerto, após o humorista ter recebido em finais do mês passado um convite formulado por uma emissora "simpática", sem, contudo, ter revelado o nome da mesma.

 

Daniel Pinto Lopes

 

Fonte da produtora de Herman José adianta ao Expressões Lusitanas que o "projecto de regresso à rádio foi adiado" por tempo indeterminado e que a decisão terá partido do próprio humorista.

 

Recorde-se que Herman José tinha recebido no final do mês de Dezembro um convite de regresso à rádio, uma informação dada em exclusivo pelo Expressões Lusitanas.

 

"Foi um convite feito com muito interesse e com muita militância e isso também me agrada", explicava Herman José ao Expressões Lusitanas, que, de acordo com o humorista, iria considerar "francamente" a hipótese e o regresso à rádio a partir deste mês de Janeiro, algo que foi agora "adiado".

 

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EXCLUSIVO: Herman José recebeu convite para regressar à rádio (COM ÁUDIO)



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Terça-feira, 22.12.09

 

ÁUDIO:

Duração: 26 segundos

Entrevista, edição e produção de Daniel Pinto Lopes
 
O humorista Herman José adiantou ao Expressões Lusitanas que pondera regressar à rádio, após o convite formulado por uma emissora "simpática" e nacional, sem, contudo, revelar qual o nome da mesma.
 
Daniel Pinto Lopes
 
Herman José recebeu recentemente um convite "muito curioso" por parte de uma rádio "muito simpática", a fim de que o humorista regresse ao éter.
 
"Foi um convite feito com muito interesse e com muita militância e isso também me agrada", explica Herman José ao Expressões Lusitanas, que vai, a partir de Janeiro, considerar "francamente" a hipótese e o regresso à rádio.
 
O Expressões Lusitanas sabe que o convite não partiu da rádio pública, emissora com a qual Herman José já tinha colaborado. Para já, e para "não estragar a surpresa", não refere de que emissora se trata.
 
A condição principal estipulada por Herman é que a escrita do programa seja feita pelo humorista, tal como fez "no ínicio na TSF".
 
Recorde-se que Herman José tinha referido, em Abril deste ano, que "o problema da rádio é que deixou de ter dinheiro" e cada vez mais lhe custava "trabalhar para aquecer".
 
Contudo, afirmou ainda que não se "importava" de fazer um programa de música de fim-de-semana ou de fim de tarde, mas que, para isso, "necessitava de tempo".
 
Em relação ao regresso à televisão, Herman José sublinha que "gostava de voltar", mas para "alguma coisa que faça sentido", o que, para já, não representa o "curto prazo".
 
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EXCLUSIVO: Regresso de Herman José à rádio "adiado"


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Domingo, 29.11.09

 

Os Classificados prevêm entrar em estúdio em meados do mês de Dezembro para gravar o segundo álbum de originais da banda portuense, com lançamento previsto no final do primeiro trimestre de 2010.

 

A previsão foi feita ao Expressões Lusitanas pelo vocalista da banda Serafim Borges, no final do mini-concerto que os Classificados deram na Fnac de Alfragide, na passada sexta-feira, dia 27.



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Quinta-feira, 18.06.09

                    

 

A cantora Joana é a convidada do Expressões Lusitanas para mais uma edição especial em formato "podcast".
 
Joana começou muito nova a cantar fado, quando, um dia, e numa sessão de fado no Algarve, foi descoberta pelo músico Luís Filipe Reis. A partir daqui enveredou por um estilo de música mais popular, apesar de ainda sentir "saudades" dos tempos em que cantava fado.
 
Com sete discos editados, em que o mais recente chama-se "Cacetete" (na foto), Joana pretende ser "a versão feminina de Quim Barreiros".
 
Este último disco já teve ajuda na produção e na escrita das letras de um outro grande nome da música popular portuguesa, o Emanuel.
 
Para ouvir este "podcast" basta apenas carregar no "play". Se experienciar algum problema na audição dos "podcasts", por favor envie um e-mail para expressoeslusitanas@gmail.com Obrigado!

 

 

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Domingo, 31.05.09

 

Tony Carreira prometer realizar um concerto de solidariedade a favor da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltiplam (SPEM), sem ter, para já, uma data definida.
 
REPORTAGEM ÁUDIO: Concerto Tony Carreira Pav. Atlântico
 
Esta informação foi dada em primeira mão na visita que o cantor realizou às instalações da SPEM, no âmbito da comemoração do primeiro Dia Mundial de Esclerose Múltipla e para inaugurar uma nova máquina de exercícios, a fim de tentar proporcionar uma melhor qualidade de vida aos vários associados.
 
Pode ouvir a visita de Tony Carreira e Cinha Jardim, os padrinhos da SPEM, no "podcast" disponível no "post" anterior, no qual Tony Carreira promete realizar um concerto de solidariedade a favor da SPEM. Carregue AQUI.

 



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