Quinta-feira, 14.04.11

 

 

É um passo decisivo para o Expressões Lusitanas! Após ter ganho uma vasta experiência e “estofo” enquanto blogue alojado na plataforma do SAPO durante dois anos, o Expressões Lusitanas dá agora um novo e seguinte passos para a sua consolidação enquanto jornal ‘online’.

 

Pode encontrar um novo Expressões Lusitanas em relação ao desenho e ao grafismo, mas não abre mão aos valores pelos quais tem pautado: credibilidade, notoriedade e ética jornalística.

 

O Expressões Lusitanas agradece a toda a equipa dos Blogues do SAPO pelo contributo, divulgação e os múltiplos destaques feitos na página principal ao longo de estes dois anos (Março de 2009 a Abril de 2011).

 

A nova casa do Expressões Lusitanas é www.expressoeslusitanas.pt

 

Visite!

 

Obrigado,

Daniel Pinto Lopes

geral@expressoeslusitanas.com

 

14 de Abril de 2011

 

 

 



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Terça-feira, 18.01.11

 

O Jornal Expressões Lusitanas está uma vez mais em destaque na página principal dos Blogs do Sapo, desde segunda-feira, 17 de Janeiro. Confira em http://blogs.sapo.pt


Expressões Lusitanas

 



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Sexta-feira, 24.12.10

 

Felicidade, diversão, partilha e encontro com aqueles de que mais gosta marcam esta quadra. O Jornal Expressões Lusitanas deseja-lhe um Feliz Natal!

 

Para o Ano Novo, o seu jornal de Cultura portuguesa, Media e Turismo/Lazer está a preparar um guia para o orientar neste momento marcante.



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Quinta-feira, 02.12.10

 

O Expressões Lusitanas comemora na quinta-feira, 02 de Dezembro, três anos de actividade. No decorrer deste período temporal, vários desenvolvimentos e aperfeiçoamentos naturais tiveram lugar para hoje se assumir como um jornal ‘online’ sobre Cultura portuguesa, Media e Turismo/Lazer.

 

Expressões Lusitanas


“É com gosto que vejo a chegada do terceiro aniversário do Expressões Lusitanas. Trata-se de um projecto que, a pulso, vai ocupando o seu espaço no mundo do jornalismo”, explica o responsável e fundador do Jornal, Daniel Pinto Lopes.

 

A nível de resultados, o Expressões Lusitanas regista mais de 112 mil visitas, numa média diária de cerca de 300 leitores.

 

Introduzida a 15 de Abril de este ano, a componente multimédia foi uma das apostas mais bem conseguidas do Expressões Lusitanas. Foram já publicados 59 vídeos de reportagens sobre diferentes temas e assuntos, vistos por quase 110 mil pessoas.

 

Algumas novidades do Expressões Lusitanas vão ser reveladas nos próximos dias, sobretudo no que diz respeito à face visível do Jornal.



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Quinta-feira, 17.06.10

O Expressões Lusitanas está em destaque na página dos Blogs do Sapo – http://blogs.sapo.pt - pela terceira vez em 2010.

 

Por tal facto, o Expressões Lusitanas agradece a toda a equipa do Sapo Blogs o apoio e a divulgação que está a ser feita junto dos novos e habituais leitores.

 

Importa ainda acrescentar outro elemento digno de referência, relacionado com as cerca de 25 mil visualizações que as reportagens vídeo registaram desde que o Expressões Lusitanas apostou na componente multimédia. Recorde-se que a primeira peça em formato vídeo foi publicada no dia 15 de Abril deste ano.

 

Daniel Pinto Lopes



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Sexta-feira, 16.04.10

 

O Expressões Lusitanas, jornal ‘online’ temático dedicado à cultura portuguesa, media e turismo/lazer, aposta na componente vídeo, a fim de poder oferecer uma informação mais detalhada aos seus leitores. Este avanço significa um “passo em frente” na profissionalização.

 

Expressões Lusitanas

 

Desde quinta-feira, 15 de Abril, que o Expressões Lusitanas apresentou aos seus leitores a primeira reportagem em vídeo, o que, aliado à componente textual, permite uma maior compreensão e envolvimento na notícia.

 

Este avanço possibilita dar “um passo em frente” na profissionalização do jornal em si, servindo ainda como “ferramenta de integração” na nova Web 2.0, adianta o director do Expressões Lusitanas, Daniel Pinto Lopes.

 

“Tínhamos consciência de que a Internet oferece um leque de possibilidades no campo do Jornalismo ‘online’ e que, neste sentido, a disponibilização da notícia apenas na versão texto e/ou áudio era, por si só, limitar a oferta disponibilizada por este mesmo leque”, refere.

 

O responsável sublinha ainda que “não se vai produzir apenas conteúdos em vídeo” e que a componente textual vai continuar a ter “uma forte presença”.

 

“A componente vídeo é apresentada aos nossos leitores quando a notícia em si justificar. Não pretendemos cair no erro de realizar todas as peças neste formato, descurando, assim, a qualidade”, esclarece.

 

Outra das principais razões pelas quais o Expressões Lusitanas envereda pelas reportagens em vídeo relaciona-se com o “tempo útil” que os leitores disponibilizam.

 

“Apesar de ter um enorme carinho pela componente áudio, tem vindo a ser notório que os nossos leitores não têm tanta disponibilidade para estar uma média de quatro minutos na mesma página a ouvir uma das nossas reportagens”, detalha.

 

Neste sentido, o vídeo permite uma maior “interacção” do leitor, tendo em conta que “há imagens e sons associados ao mesmo tempo” sobre um determinado assunto ou notícia.



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Quarta-feira, 03.02.10

 

O Expressões Lusitanas apresenta hoje aos seus leitores o logótipo oficial do jornal e "refresca" a página, representando, desta forma, o anúncio da novidade que tem estado em contagem decrescente até às 22:00 do dia de hoje.

 

Expressões Lusitanas

 

O logótipo do Expressões Lusitanas serve para que a "imagem do jornal 'online' comece a ser reconhecida e prestigiada junto dos leitores e das fontes com as quais é desenvolvido trabalho", afirma o fundador do projecto.

 

"É um passo em frente na consolidação e no amadurecimento do Expressões Lusitanas, uma estratégia que tem vindo a ser realizada nos últimos tempos, na qual se inclui, por exemplo, a simplificação do endereço com a atribuição do domínio .com", explica Daniel Pinto Lopes.

 

O desenho do logótipo contou com o trabalho gráfico do 'designer' Nuno Pacheco Silva, que, aliando os conceitos-chave e as ideias que o Expressões Lusitanas pretendia que fossem aplicadas na imagem gráfica, desenhou um logótipo que tenta expressar a filosofia do jornal 'online'.

 

"Partindo do til que, formalmente, é um símbolo ondulado, relacionaram-se alguns aspectos da cultura lusitana. O nosso mar, o oceano Atlântico. A nível da sua utilização em palavras, este remete para sons que determinam a musicalidade da língua portuguesa", refere Nuno Pacheco Silva.

 

O 'designer' explica ainda que, através da tipografia, "pretende-se transmitir a energia lusitana, de tons quentes, lembrando o sol, o calor".

 

"O desenho itálico dos conceitos é próprio de um discurso directo, de uma expressão, de um sentimento, de uma acção", afirma.

O fundador do Expressões Lusitanas acrescenta ainda que o "til" inscrito no interior do quadrado azul é o "símbolo máximo" do logótipo, tendo em conta que "é um sinal diacrítico muito característico da Língua Portuguesa".

 

Paralelamente à apresentação do novo logótipo, o Expressões Lusitanas renova a página do jornal, que teve como fundamento um "refrescar" e uma actualização. A cor branca e o cinzento claro são os denominadores comuns.



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Segunda-feira, 11.01.10

A possibilidade de ler o Expressões Lusitanas pelo telemóvel nas mais variadas situações do dia-a-dia já é possível nas três principais operadoras nacionais, bastando para isso aceder à aplicação de Internet existente na maioria dos telemóveis comercializados em Portugal.

 
Daniel Pinto Lopes
 
A leitura das notícias do Expressões Lusitanas via telemóvel abre o leque de possibilidades e de contacto com os leitores que, na impossibilidade de terem acesso à Internet por um computador, podem continuar a manter-se actualizados.
 
Contudo, e dependendo do modelo de telemóvel, algumas funcionalidades, como a audição de reportagens áudio ou “podcasts”, podem não funcionar em pleno. No entanto, todos os restantes elementos do Expressões Lusitanas (textos, pesquisa, contactos, comentários, entre outros) são passíveis de serem consultados.
 
Para aceder basta apenas digitar o endereço www.expressoeslusitanas.com, tal como faz se estivesse frente a um computador.
 
O custo de acesso ao Expressões Lusitanas via telemóvel depende apenas do tarifário subscrito na sua operadora.


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Sábado, 02.01.10

 

O Expressões Lusitanas foi considerado "Site do Ano" pelo Imagem do Som, dedicado à reportagem fotográfica de espectáculos e concertos.

 

Para além desta categoria, o "Imagem do Som" fez as suas escolhas de 2009 em várias áreas, como "Banda do Ano", "Concerto do Ano", "Disco do Ano", "Festival do Ano", "Palco do Ano", entre outras.

 

Recorde-se que o Expressões Lusitanas mantém uma parceria com o Imagem do Som, tendo divulgado algumas das reportagens fotográficas de concertos protagonizados por artistas e bandas nacionais.

 

Nota de redacção: Em nome do Expressões Lusitanas, quero agradecer tal distinção a toda a equipa do Imagem do Som, com votos de um excelente ano de 2010.



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Quarta-feira, 30.12.09

                            

 

A mulher do senador John Kerry e filha de pais de origem portuguesa ,Teresa Heinz Kerry, admitiu que está a receber tratamento para o cancro da mama, depois de ter descoberto a doença através de uma mamografia que fez. *com DN
 
A mulher do ex-candidato presidencial democrata defendeu o uso da mamografia no rastreio do cancro da mama, apesar das recomendações de um painel federal americano que defende a redução da frequência com que estes exames são feitos.
 
Teresa Kerry, de 71 anos, declarou à agência Associated Press que o custo de uma mamografia é inferior ao tratamento de quimioterapia que as mulheres com idades entre os 40 e os 60 anos têm de receber, se o cancro for detectado tardiamente.
 
"A quimioterapia é séria, muito dolorosa e custa muito dinheiro. É muito destrutiva para as pessoas. Então porquê submeter as pessoas a isso quando é mais simples fazer um exame e já está? É por isso que estou tão chateada com a decisão desse painel", disse a líder do império do ketchup Heinz, o qual herdou do primeiro marido, Henry John Heinz III.
 
Maria Teresa Thierstein Simões-Ferreira Heinz é filha de pais de origem portuguesa. Nasceu em Lourenço Marques, a capital moçambicana que depois foi rebaptizada como Maputo. Entre as línguas que fala está o português. Vive em Boston e tem três filhos.


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Quinta-feira, 24.12.09

                                      

 

O Expressões Lusitanas deseja-lhe um Feliz Natal e um Bom Ano de 2010.

 

O ano de 2009 foi bastante próspero para o Expressões Lusitanas. Foi realizada a migração dos servidores do "MyPodcast" para a plataforma do SAPO, o que permitiu estar em contacto com o público-alvo, algo que se evidenciou pelo exponencial aumento do número de visitantes.

 

Este ano é especial, pelo facto de o Expressões Lusitanas ter dado o passo essencial na obtenção de um domínio próprio. Desde o dia 9 de Dezembro que é possível aceder ao Portal bastando apenas digitar www.expressoeslusitanas.com

 

Neste ano de 2009, que está a poucos dias de findar, foi colocada à disposição dos leitores mais informação, notícias, reportagens e entrevistas especiais.

 

Por isso, e esperando que o próximo ano de 2010 seja igualmente enriquecedor e propício a novos êxitos, o Expressões Lusitanas quer deixar-lhe uma palavra de agradecimento e os votos de umas Boas Festas!



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Terça-feira, 22.12.09

 

ÁUDIO:

Duração: 26 segundos

Entrevista, edição e produção de Daniel Pinto Lopes
 
O humorista Herman José adiantou ao Expressões Lusitanas que pondera regressar à rádio, após o convite formulado por uma emissora "simpática" e nacional, sem, contudo, revelar qual o nome da mesma.
 
Daniel Pinto Lopes
 
Herman José recebeu recentemente um convite "muito curioso" por parte de uma rádio "muito simpática", a fim de que o humorista regresse ao éter.
 
"Foi um convite feito com muito interesse e com muita militância e isso também me agrada", explica Herman José ao Expressões Lusitanas, que vai, a partir de Janeiro, considerar "francamente" a hipótese e o regresso à rádio.
 
O Expressões Lusitanas sabe que o convite não partiu da rádio pública, emissora com a qual Herman José já tinha colaborado. Para já, e para "não estragar a surpresa", não refere de que emissora se trata.
 
A condição principal estipulada por Herman é que a escrita do programa seja feita pelo humorista, tal como fez "no ínicio na TSF".
 
Recorde-se que Herman José tinha referido, em Abril deste ano, que "o problema da rádio é que deixou de ter dinheiro" e cada vez mais lhe custava "trabalhar para aquecer".
 
Contudo, afirmou ainda que não se "importava" de fazer um programa de música de fim-de-semana ou de fim de tarde, mas que, para isso, "necessitava de tempo".
 
Em relação ao regresso à televisão, Herman José sublinha que "gostava de voltar", mas para "alguma coisa que faça sentido", o que, para já, não representa o "curto prazo".
 
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EXCLUSIVO: Regresso de Herman José à rádio "adiado"


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Terça-feira, 15.12.09

      

 
O original de Luís Represas datado de 1987, "Um Caso a Mais", apresenta um novo arranjo musical, fruto de um dueto entre o cantor português e a baiana Margareth Menezes, fazendo parte do novo trabalho discográfico da cantora brasileira.
 
Daniel Pinto Lopes
 

"Foi muito bom estar a cantar uma canção já com todos estes anos, como se estivesse a cantar uma canção nova e ao mesmo tempo poder fazê-lo com a cumplicidade da Margareth Menezes", explica Luís Represas.

 

O novo arranjo deste tema original do músico português contou com a direcção musical de Marco Mazzola, um produtor de referência da música popular brasileira (MPB).

 

Luís Represas participa ainda no novo DVD de Margareth Menezes, que conta com vários nomes da música produzida no Brasil, como Gilberto Gil, Carlinhos Brown, Roberto Mendes e Saul Barbosa.
 
VÍDEO:  Luís Represas e Margareth Menezes - Entrevista e interpretação do novo "Um Caso a Mais"

 



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Segunda-feira, 14.12.09

                                  


O logótipo oficial e a identidade visual do Euro 2012 (Polónia e Ucrânia) foram hoje apresentados e resultam de um trabalho desenvolvido e ganho pela agência portuguesa Brandia Central.

 

De acordo com o jornal "Meios & Publicidade", a nova marca tem a assinatura do português Hélder Pombinho e resulta de um concurso internacional que durou mais de um ano, o qual a agência portuguesa ganhou.

 

"A imagem do logótipo tem por base o wycinanka, tradicional arte de cortar papel praticada nas zonas rurais da Polónia e da Ucrânia, e presta tributo à fauna e flora da região", pode ler-se na página da UEFA na Internet, que revela ainda que "a flor no logótipo representa cada uma das nações organizadoras e uma bola no centro simboliza a emoção e a paixão da competição, enquanto o caule denota o aspecto estrutural da prova, da UEFA e do futebol europeu".
 
"A natureza serviu de inspiração para outros aspectos da identidade visual do EURO 2012, com o verde dos bosques, o amarelo do sol, o azul do céu e a púrpura das amoras silvestres a serem os tons principais da palete de cores que figuram na imagem oficial do torneio", lê-se ainda na página da UEFA.
 
A cerimónia de apresentação teve lugar na manhã de hoje na Praça Mykhailivska, em Kiev.


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Sábado, 12.12.09

 

REPORTAGEM ÁUDIO:

Duração: 04min03seg

Entrevista, edição e produção de Daniel Pinto Lopes

 

O livro de estreia de Solange F, "Livro de Reclamações", combina desabafos do quotidiano e "pedras no sapato que não matam mas moem" com uma parte poética e intimista. Para breve fica a promessa da escrita de um romance.
 
DANIEL PINTO LOPES
 
A jovem apresentadora de televisão e actriz  foi, há cerca de um ano, desafiada a escrever um livro pelo seu editor. "Livro de Reclamações" foi agora apresentado, quarta-feira, 9 de Dezembro.
 
Solange F. confessa que "adora ler e escrever desde pequena" e admite que domina a arte de reclamar e não se cala com coisas com as quais não concorda.
 
"Estou sempre do lado das minorias e tento lutar por pequenas injustiças, por mais pequenas que sejam. Se não o fizermos estamos a compactuar com coisas que não nos fazem sentido. Reclamar é preciso, porque é uma forma de evoluirmos e crescermos", explica.
 
Solange F. refere que reclama "com tanta coisa", nomeadamente sobre "as mulheres na educação e na política; salários justos; o fim dos recibos verdes; segurança, saúde e educação para todos". "Há tanta coisa que podia mudar, devagarinho", salienta.
 
Temas sobre os quais Solange F. não concorda e, por isso, reclama. Contudo, o livro aborda temas mais "leves" e desabafos do quotidiano com "algum humor".
 
"As reclamações que estão no livro são aquelas coisas que irritam, aquela pedra no sapato que não mata mais mói. Existe alguma leveza neste livro e não é sobre decretos-leis que ande para aqui a estudar e a reclamar", remata.
 
 
 
Em suma, são reclamações que, fruto de várias experiências do dia-a-dia, surgem, de um momento para o outro, a partir de "coisas simples", como as "chamadas aberturas fáceis de algumas embalagens" ou até o abrir de um CD, que "é uma coisa impraticável".
 
Para além das reclamações, o livro engloba um conjunto de crónicas de amor que retratam a parte mais poética do livro e o lado mais romântico de Solange F.
 
Uma parte poética publicada que, para Luísa Castel-Branco, presente na apresentação do livro, "requer muita coragem" por parte da autora.
 
"Acho que a poesia desnuda-nos muito e a Solange, através de várias atitudes, tem-se desnudado muito, o que a torna num alvo fácil na crítica das pessoas", analisa.
 
Luísa Castel-Branco, que teve contacto com Solange F. há cinco anos num programa de televisão, afirma ainda que "foi uma sorte muito grande a ter conhecido".
 
O próximo passo de Solage F., após a publicação deste livro de crónicas e de reclamações, passa pela escrita de um romance. O desafio foi colocado à autora pelo próprio editor da Prime Books. A proposta foi aceite, porém Solange F. ainda não tem bem definidos sobre qual vai ser a história e o fio condutor deste futuro romance.
 
"Foi um desafio proposto um pouco em cima da mesa, ao qual aceitei, mas, de qualquer forma, é um comprometimento comigo própria. Pensei escrever sobre coisas relacionadas com a gravidez e a história do nascimento de uma nova vida, mas isto pode ser influência dos meus sete meses de gravidez. Pode ser que não tenha nada a ver com isto e, por isso, vou esperar para ver", afiança Solange F.
 
Para já, "Livro de Reclamações" marca a estreia da apresentadora de televisão no mundo da literatura.
 


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Quinta-feira, 10.12.09

 

                        

 

O álbum de estreia dos Deolinda "Canção ao Lado" é considerado pelo jornal britânico "Sunday Times" o terceiro melhor do ano da 'world music'.

 

"Ana Bacalhau e a sua jovem banda combinam sonoridades de fado com a sensibilidade 'pop' e um piscar de olho ao coração dos portugueses. A melodia é fabulosa", escreve o jornal britânico.
 
No Verão passado, o mesmo jornal tinha-se referido ao álbum dos portugueses como "absolutamente encantador e delicioso".
 
Em terceiro lugar, o álbum dos Deolinda ficou atrás de "Inspiration / Information" dos etíopes Mulatu Astatke & the Heliocentrics e "Floodpain" dos Kronos Quartet.
 
Os Deolinda nasceram há três anos em Lisboa, lançaram o disco de estreia em 2008 e são constituídos pela vocalista Ana Bacalhau (ex-Lupanar), Pedro Martins e o irmão Luís Martins nas guitarras clássicas e José Pedro Leitão (também ex-Lupanar) no contrabaixo.
 
O grupo está a trabalhar num novo trabalho discográfico que deve sair no próximo ano de 2010.


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O Expressões Lusitanas está pela segunda vez em destaque na página principal dos "Blogs do SAPO".

 

Em nome do Expressões Lusitanas, quero agradecer uma vez mais à equipa do SAPO por este facto, que vem dar ainda mais força e energia na prossecução do trabalho até agora desenvolvido.

 

Obrigado, SAPO!

 

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Obrigado, SAPO

 



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Sábado, 05.12.09

 

REPORTAGEM ÁUDIO:

Duração: 06min16seg

Entrevista, edição e produção de Daniel Pinto Lopes

 

A jovem estudante universitária palestiana Arin Awad Ahmed pretendia fazer-se explodir numa cidade israelita a sul de Tel Aviv, mas, no último instante, recuou da sua intenção. O caso foi apresentado ao público pelo correspondente português Henrique Cymerman.
 
Daniel Pinto Lopes
 
Arin Ahmed carregava numa mala 30 quilos de explosivos e pregos e estava destinada a morrer pela nação, mas, num instante, tudo mudou. O olhar da jovem palestinana de 28 anos cruzou-se com um bebé israelita, que lhe sorriu, no local onde pretendia fazer-se explodir.
 
Naquela fracção de segundo, Arin deu um passo atrás e decidiu não levar avante a missão de se tornar num mártir.
 
Este caso impressionante da realidade do conflito israelo-árabe foi trazido ao público pelo jornalista e correspondente português no Médio Oriente. Henrique Cymerman refere que está há algum tempo a investigar temas relacionados com o terrorismo e com esta realidade em particular, bem como pessoas relacionadas com o tema, não apenas no campo académico ou nos serviços de informação, mas os próprios protagonistas.
 
 
"Consegui entrar dentro das prisões onde encontrei jovens que tinham sido capturados antes de se explodirem. Estive com outros protagonistas, com parentes de pessoas que fizeram atentados suicidas e, neste sentido, comecei a investigar o tema das mulheres, que é uma coisa nova. Foi precisa uma licença especial dos xeques [as autoridades espirituais] para permitir que mulheres participassem neste tipo de luta", explica Henrique Cymerman ao Expressões Lusitanas.
 
O correspondente português no Médio Oriente começou a investigar mulheres, tanto na prisão, como mulheres que já tinham saído da prisão. E foi neste sentido que encontrou Arin Ahmed.
 
 
 
"Era o único caso na História: uma mulher que chegou ao local do atentado com 30 quilos de explosivos, que já estava praticamente do outro lado e que, no último segundo, decidiu dar o passo atrás. Achei isto extraordinário e, posteriormente, gostei da sua visão de se transformar numa activista a favor da paz", sublinha.
 
Henrique Cymerman pensou, desta forma, que seria interessante mostrar no Ocidente o que é esta realidade.
 
O repórter português refere ainda que sempre que se fala em atentados suicidas, "nunca se vêm as caras e as pessoas que estão por detrás e quais os motivos que as levam a tomar esta decisão". No caso específico de Arin, qual o motivo que a levou a parar a bomba que transportava.
 
Para Henrique Cymerman, Arin Ahmed é uma mulher com uma integridade própria, superior à média, e que precisa de ter uma personalidade muito forte para parar o processo naquele momento.
 
"Era tal o apoio social, a gente que a rodeava, os mitos que se desenvolvem à volta do paraíso, uma espécie de casamento com Alá e, no último momento, por uma razão ou por outra, conseguir parar e confrontar-se com as pessoas que a trouxeram é precisa muita tenacidade, muita presença e força. Ela não sabia se, ao regressar, a iam deixar viva", detalha.
 
Com este caso, Henrique Cymerman acredita que se está a falar de uma "tendência" no sentido de se "compreender que os atentados suicidas não são a melhor via para conseguir objectivos políticos".
 
 
 
 Na conferência que teve lugar esta quinta-feira, 3 de Dezembro, no ISCTE, em Lisboa, Henrique Cymerman aproveitou para criticar os meios de comunicação social, sobretudo os ocidentais, por "apenas estarem presentes onde há sangue e mortos".
 
O facto de, diz Cymerman, viver no seio de toda aquela realidade permite-lhe apresentar um outro olhar e uma outra perspectiva, alheando-se assim da "visão ocidental", "contando o lado positivo e não apenas as sombras".
 
Cymerman é correspondente internacional no Médio Oriente e vive no sul de Tel Aviv, Israel, ao lado de um bairro árabe, que é parte de Tel Aviv, chamado Yafo.
 
"A minha vida é totalmente diferente daquilo que muitas pessoas imaginam. Todos os dias de manhã muito cedo vou para a praia de bicicleta com a minha mulher, tomo um banho, saio e parto para as minhas loucuras e missões. Cada dia é um dia diferente e cada vez mais há reportagens diferentes. Onde eu vivo há uma vida cultural extraordinária, visto que Tel Aviv é uma das cidades mais cosmopolitas do mundo", sintetiza.
 
Henrique Cymerman tem três filhos, a quem dedica "uma parte importante do tempo", tem "uma série de 'hobbies'" e classifica a sua vida como "extremamente interessante e não tem nada a ver só com o conflito."


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Quarta-feira, 02.12.09

                            

 

Hoje é uma data especial e carinhosa para o Expressões Lusitanas! Sabe porquê? O dia 2 de Dezembro não lhe diz nada?
 
Nesta mesma data, mas no ano de 2007, o Expressões Lusitanas nascia no mundo da Internet para demonstrar que “a música portuguesa também é para ouvir”.
 
A primeira plataforma com a qual trabalhei e dei os primeiros passos foi o “My Podcast”, num registo diferente daquele que actualmente está em vigor. Todas as semanas (ou quase) o Expressões Lusitanas apresentava um convidado diferente, numa edição e produção feita exclusivamente em formato “podcast”. Tózé Brito foi o primeiro convidado a dar o pontapé de saída do Expressões Lusitanas, numa conversa que versava sobre os desafios inerentes a um então director de uma editora discográfica multinacional (Universal Music Portugal), bem como sobre o disco que tinha lançado – “Vida, Canções e Amigos” –, enquanto forma de homenagear os seus 40 anos de carreira.
 
Outros convidados se seguiram, mantendo o mesmo formato e génese, até que, um ano mais tarde, o Expressões Lusitanas já demonstrava sinais de maturidade e de expansão natural e, neste sentido, o Portal foi transferido da plataforma do “My Podcast” para os Blogues do SAPO.
 
A decisão de mudança não foi pacífica. Não sabia até que ponto seria benéfica, tendo em conta a actividade principal do Expressões Lusitanas na altura: os “podcasts”. O SAPO não desenvolve nenhuma plataforma relacionada com o “podcasting” e, por este motivo, a mudança não foi realizada mais cedo, sem ter a certeza de que, neste aspecto em concreto, seria viável. Mais tarde foi, finalmente, encontrada uma solução e o dia 13 de Março de 2009 fica na história como sendo uma nova fase para o Expressões Lusitanas, que deixou de ser simplesmente “podcasts” para passar a designar-se Portal, aliando o texto ao áudio e/ou ao vídeo, algo imperioso na nova Web 2.0.
 
A transferência para o SAPO revelou-se bastante positiva, o que, aliado ao facto de ser uma plataforma “lusitana”, permitiu direccionar todos os conteúdos para o público-alvo nacional. Os números comprovam tudo: em cerca de 8 meses recebi mais de 20 mil visitas, numa média diária de 130. Para um Portal que não recorre ao auxílio de publicidade, “vivendo” apenas do Google, é algo que enaltece. E por tudo isto agradeço a si que nos visita regularmente, pela primeira vez ou ocasionalmente.
 
OBRIGADO!
 
Daniel Pinto Lopes


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Terça-feira, 01.12.09

 

Não poderia ser mais pessimista o discurso que Dom Duarte proferiu ontem, no Convento do Beato, em Lisboa, a propósito do dia que assinala a restauração da independência. "O país está doente" e a culpa é da República, afirmou. *com JN

 

"Adivinham-se tempos difíceis: as instituições do Estado estão fragilizadas; o desemprego aumenta e a pobreza alastra; o sistema educativo tem sido contestado por alunos e professores ; a insegurança, a criminalidade organizada - violenta e económica - e a corrupção multiplicam-se; o poder judicial está ameaçado por falta de meios materiais e por legislação absolutamente desajustada das realidades", começou por elencar, ontem à noite, o chefe da Casa Real, D. Duarte de Bragança, num jantar anual que visa assinalar o feriado de 1º de Dezembro. "Onde não há Justiça, não há Democracia", sublinhou.
 
Num discurso pessimista e muitíssimo crítico - quase só as instituições de solidariedade, como as da Cáritas e da AMI, foram poupadas -, D. Duarte de Bragança teceu também considerações sobre a crise internacional, que recusa interpretar como atenuante da situação que o país enfrenta. "Portugal atravessa uma grave crise económica com reflexos políticos e sociais preocupantes. A crise financeira e económica internacional não constitui justificação suficiente para o estado em que se encontra o País: torna-se evidente que, quando esta se desvanecer, a crise estrutural interna permanecerá", observou.
 
Dom Duarte lançou depois alguns recados ao Governo, alertando-o para o perigo de estar a hipotecar o futuro com medidas erradas e, sobretudo, com despesismo. "Torna-se imperioso que o Estado colabore melhor com as organizações de voluntários que generosamente trabalham para resolver os problemas, em vez de desperdiçar recursos e prejudicar o que temos e fazemos de bem. Tudo o que o Estado gasta é pago por nós ou será pago pelos nossos filhos".
 
O chefe da Casa Real não chegou a responsabilizar directamente este Governo pela situação do país, mas não se inibiu de culpar a forma de Governo: a República.
 
Para o herdeiro do trono português "chegou a hora de acordar as consciências e reunir vontades para levantar Portugal, combatendo a mentira, o desânimo, a resignação e o desinteresse", algo que, de acordo com o seu discurso, estará na mudança de regime.

 

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