Terça-feira, 15.02.11

 

 

A fadista portuguesa vai realizar uma digressão internacional até ao final de este ano de 2011. Em Abril está marcado o regresso de Ana Moura aos Coliseus de Lisboa e do Porto, espectáculos que contam com a presença em palco da Frankfurt Radio Bigband.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Até à subida de Ana Moura ao palco dos Coliseus, a fadista portuguesa tem agendados concertos em França, Alemanha, Suíça, Finlândia, Turquia, Espanha, Luxemburgo, Austrália, Singapura e Polónia, detalha a editora em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Os próximos espectáculos têm lugar esta terça-feira, 15 de Fevereiro, em Estocolmo, Suécia, e quarta-feira, 16, em Helsínquia, Finlândia.

 

Na sexta-feira e sábado, 18 e 19, Ana Moura vai proceder à gravação de um concerto para o canal de televisão francês Mezzo.

 

O mês de Abril marca o regresso de Ana Moura ao Coliseu do Porto, no dia 15, e ao Coliseu de Lisboa, a 16. A fadista brindará o público nacional com uma actuação acompanhada da orquestra Frankfurt Radio Bigband.

 

Posteriormente, em Junho, Ana Moura participará em festivais internacionais nos Estados Unidos e no Canadá e, em Julho, pela Europa.

 

Mais para o final de 2011, a fadista prevê actuar no Brasil, México, Israel e Grécia, entre outros países a divulgar brevemente pela editora.

 



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‘Não Há Só Tangos em Paris’ é o título do novo trabalho discográfico de Cristina Branco, sucedendo a ‘Kronos’ (2009). António Lobo Antunes, Mário Laginha e João Paulo Esteves da Silva (piano) dão o seu contributo na composição do novo álbum, que será editado a 28 de Fevereiro. Para o final de Março, a artista reservou três datas para apresentar em concerto o novo registo

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Cristina Branco queria um disco de memórias, viagens ou, simplesmente, flashes da sua vida. Pensou no triângulo Buenos Aires – Paris - Lisboa e partiu para o seu novo disco”, explica a editora da artista em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O novo álbum apresenta “diferentes faces” e inclui referências a Amália Rodrigues, Jacques Brel, ‘boleros’, ‘milongas’, Baudelaire, ao contrabaixo, ‘bandoneon’, piano e à guitarra portuguesa.

 

Em ‘Não Há Só Tangos em Paris’, Cristina Branco contou com “colaborações de renome”. Mário Laginha compôs a música para o poema escrito por Lobo Antunes intitulado “Quando Julgas Que Me Amas” e Manuela de Freitas escreveu duas letras – “Se Não Chovesse Tanto, Meu Amor” e Talvez”.

 

O tema ‘Não Há Só Tangos em Paris’, que dá nome ao novo trabalho, foi composto por um dos membros dos Deolinda, Pedro da Silva Martins.

 

Cristina Branco é acompanhada por Bernardo Couto (guitarra portuguesa), Bernardo Moreira (contrabaixo), Carlos Manuel Proença (viola), João Paulo Esteves da Silva (piano) e Ricardo Dias (acordeão).

 

A edição nacional contempla o formato CD + DVD, no qual Cristina Branco interpreta seis dos 16 temas do disco num “ambiente intimista” e “quase teatral”.

 

O novo registo vai ser divulgado ao público em três concertos agendados pela artista. O Cine-Teatro de Estarreja (26 de Março), o lisboeta Teatro São Luiz (31 de Março) e o Convento São Francisco, em Santarém (01 de Abril), são os palcos escolhidos.

 



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Domingo, 13.02.11

 

 

Luísa Rocha é um nome desconhecido na música portuguesa. A sua praia é o fado, companheiro de há cerca de dez anos. Em metade deste tempo tem actuado em duas casas de fado lisboetas – Marquês da Sé e Clube de Fado. Participou no Festival de Zamora e teve uma pequena actuação ao vivo no filme “Amália”. No dia 31 de Janeiro, lança o seu álbum de estreia “Uma Noite de Amor”.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O disco contou com a produção de Carlos Manuel Proença, acompanhante habitual de Camané, Carlos do Carmo, Mísia, Aldina Duarte, Paulo de Carvalho, António Zambujo ou Cristina Branco.

 

A Carlos Manuel Proença, que acumula mais uma produção de um disco de fado, juntou-se o seu “camarada de armas” e guitarrista José Manuel Neto, que toca em metade das faixas do disco, refere a agência de Luísa Rocha em nota enviada ao Expressões Lusitanas.

 

A guitarra portuguesa é igualmente dedilhada neste disco por outros guitarristas, como são os casos de Mário Pacheco, Custódio Castelo, Ricardo Rocha e Guilherme Banza.

 

Ainda na composição de “Uma Noite de Amor” marcaram presença Daniel Pinto (baixo acústico), Luís Clode (violoncelo) e os cantores Tó Cruz e Paulo Ramos que, com Luísa Rocha, dão voz ao tema de estreia intitulado “Dou-te Um Beijo (e Fujo de Ti), um fado-canção inédito de Paulo de Carvalho.

 

No disco de estreia de Luísa Rocha, a fadista exprime-se em temas originais e no repertório apreendido pela experiência e pelo contributo dos seus músicos. Algumas letras das canções têm a autoria de António Lobo Antunes, José Luís Tinoco, Mário Rainho, Ary dos Santos ou Vasco Graça Moura.

 

O texto crítico e de apresentação à imprensa foi redigido pelo ex-director da EMI Music Portugal. David Ferreira conclui que este disco se ouve “tão bem e tão depressa como se estivéssemos ali, Luísa cantando ao pé de nós. Não se espantem, pois, se alguém trocar o nome do disco e lhe chamar ‘Um Amor duma Noite’”, refere.

 



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Terça-feira, 08.02.11

 

 

O fadista vai subir ao palco do Teatro São Luiz, em Lisboa, nos dias 11 e 12 de Fevereiro. Acompanhado em palco por vários guitarristas e pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa, Carlos do Carmo vai “prestar homenagem” aos músicos que o acompanharam ao longo da sua carreira.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O espectáculo intitula-se ‘O Fado e os Músicos’ e no qual Carlos do Carmo vai fazer uma “viagem musical” pelos temas da sua vida, refere a agência do fadista em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

A guitarra portuguesa será dedilhada por Ricardo Rocha, José Manuel Neto, Carlos Manuel Proença, José Maria Nóbrega e Fernando Araújo. Ao palco sobem ainda o contrabaixista Carlos Bica, o espanhol António Serrano (harmónica) e o músico, maestro e compositor António Victorino d’Almeida (piano).

 

A Orquestra Sinfonietta de Lisboa, dirigida pelo maestro Vasco Pearce de Azevedo, acompanhará Carlos do Carmo no decorrer do espectáculo e contará com os arranjos de Bernardo Sassetti, Pedro Moreira, Vasco Pearce de Azevedo e António Victorino de Almeida.

 

O preço dos bilhetes varia entre os 12 e os 25 euros e o concerto tem início previsto para as 21:00.

 

 



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Sexta-feira, 21.01.11

 

 

O fadista Marco Rodrigues começa hoje, em Sintra, a apresentação ao vivo do seu segundo álbum de originais intitulado “Tantas Lisboas”. A digressão prossegue depois por diversas salas do país.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Em “Tantas Lisboas”, o fadista está acompanhado quase sempre pela sua guitarra e apresenta dois temas em dueto, um com Carlos do Carmo, uma das suas referências, e outro com Mafalda Arnauth, duas vozes de diferentes gerações do fado.

 

 

Hoje, às 22:00, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, Marco Rodrigues vai dar a conhecer ao vivo este seu trabalho discográfico. É o início de uma digressão por várias salas e casas de espectáculos do país.

 

 

Os próximos concertos decorrem este sábado, 22, no Casino da Figueira da Foz e a 04 de Fevereiro no Fórum Romeu Correia, em Almada.


“Tantas Lisboas” conta com a participação de Carlos do Carmo e Mafalda Arnauth e a colaboração de vários compositores e letristas, como Tiago Machado, o ‘rapper’ Boss AC, Tiago Torres da Silva e Inês Pedrosa.

 



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Segunda-feira, 20.12.10

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Créditos fotográficos: TNSJ


A mais antiga fadista de Lisboa em actividade celebra 65 anos de carreira dedicados ao fado. Para tal, realiza um concerto no São Luiz, em Lisboa, a 21 de Dezembro. Camané, Hélder Moutinho, Mafalda Arnauth, Tim e Zé Pedro (ambos dos Xutos & Pontapés) são alguns dos convidados especiais.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Na noite de homenagem a Celeste Rodrigues (a irmã mais nova de Amália), a fadista recorda alguns dos seus temas mais bem sucedidos, como “Lenda das Algas”, “Praia de Outono” ou “Saudade Vai-te Embora”, combinando-os com fados originais compostos por Pedro Pinhal e Tiago Torres da Silva.

 

Ao palco do São Luiz, em Lisboa, sobem alguns dos nomes considerados mais sonantes da nova geração do fado, tais como Camané, Raquel Tavares, Hélder Moutinho, Jorge Fernando, Mafalda Arnauth, Ricardo Ribeiro e Fábia Rebordão.

 

Por seu lado, dois dos membros dos Xutos & Pontapés, Tim e Zé Pedro, vão igualmente marcar presença no concerto de comemoração dos 65 anos de carreira de Celeste Rodrigues.

 

A acompanhar a fadista estão os músicos José Manuel Neto (guitarra portuguesa), Carlos Manuel Proença  (guitarra) e Didi (contrabaixo).

 

A concepção e direcção artísticas estão a cargo de Luís Varatojo e Diogo Varela Silva.

 

O preço dos bilhetes varia entre os 10 e os 20 euros, dependendo do local da sala de espectáculos.



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Quinta-feira, 16.12.10

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A portuguesa Mísia vai realizar esta sexta-feira, 17, um concerto de encerramento do ciclo do seu último disco “Ruas”. No próximo ano, que está prestes a chegar, a artista completa 20 anos nas lides discográficas. Ao Expressões Lusitanas faz um balanço deste seu percurso “solitário” no mundo da música e desvenda alguns aspectos do novo disco “Senhora da Noite”.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Não é habitual uma discoteca acolher um concerto de fados, marchas e mornas, os três estilos musicais presentes em “Ruas”, o último disco de Mísia. A artista portuguesa decidiu arriscar, apesar de estar “receosa” de que o seu público mais tradicional possa não comparecer.

 

“Certo tipo do meu público mais tradicional e mais velho, talvez tenha medo de ir a uma discoteca. Contudo, este concerto é digirido para um público mais jovem”, refere ao Expressões Lusitanas.

 

“Ruas” é um álbum duplo. O primeiro CD intitula-se “Lisboarium” e retrata o “imaginarium” da capital portuguesa. “É a minha Lisboa sonhada e sentida desde longe”, explica Mísia. Este foi o único disco concebido fora de Portugal.

 

Por seu lado, o segundo CD de “Ruas” chama-se “&Tourists” e conta com as vozes e o repertório de intérpretes que cantam os mesmos sentimentos patentes no fado – “a relação trágica com o destino” – e existentes em outras culturas. Camarón de la Isla é um de vários exemplos de pessoas que “tiveram vidas com fins trágicos ou que viveram no limite”.

 

O epílogo do percurso de “Ruas” realiza-se ao vivo esta sexta-feira, 17, na discoteca Lux, em Lisboa.

 

Mísia viveu os últimos cinco anos em Paris. “Precisava de distância e de repensar em muitas coisas”, afirma. Contudo, teve “saudades” e voltou no momento em que lhe diziam ser “uma altura muito má para regressar”. As saudades falaram mais alto e tinha já “as coisas arrumadas na cabeça e no coração”.

 

O próximo e novo álbum de Mísia já tem nome – “Senhora da Noite” – e “está pensado há anos”. Trata-se de um registo de fado tradicional e conta apenas com poesia feminina. Assevera não se tratar de uma homenagem à mulher, mas de “redimensionar” o seu papel, “não só como intérprete, mas também de agente criador" no fado.

 

Entre as contribuições estão versos de Amélia Muge, Aldina Duarte e a estreia da brasileira Adriana Calcanhotto. “É a terceira vez que lhe peço para me escrever um fado e desta vez atreveu-se”, sublinha.

 

“Senhora da Noite” está quase pronto e ainda não tem lançamento agendado. Em Fevereiro, Mísia vai apresentá-lo em Paris e em Berlim.

 

No próximo ano, 2011, a artista portuguesa completa 20 anos nas lides discográficas. “Não são coisas em que me demore a pensar. A vida é hoje e neste momento”, destaca.

 

Contudo, consegue fazer um balanço deste período. “Foi e é um percurso difícil e solitário, mas muito bom. A dificuldade só me fortaleceu. Não pertenço a grupos, nem fui apadrinhada por ninguém. Há uma análise clara de que aquilo que faço está mais perto da cultura do que do ‘entertainment’ e isso agrada-me”, detalha.



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Segunda-feira, 13.12.10

 

“É um disco de fado”. A frase define a forma como Camané vê o seu sexto álbum de estúdio intitulado “Do Amor e dos Dias”. Os arranjos, produção e direcção musical estiveram a cargo de José Mário Branco. No processo de escrita de alguns dos versos contribuíram Sérgio Godinho, Manuela de Freitas e Fausto.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Para a criação deste disco, Camané inspirou-se nas suas “primeiras memórias” do fado constituídas pelas letras de Alfredo Marceneiro, “que falavam de raiva, do amor e do ódio”, mas “de uma forma irónica”. “Falei sobre esses fados à Manuela de Freitas e ela escreveu o primeiro tema [‘A Guerra das Rosas’]”, explica Camané ao Expressões Lusitanas.

 

Esta foi a primeira fase de construção “Do Amor e dos Dias”, álbum que contém “pequenas crónicas” de amor, ódio e de raiva. A criação total do novo trabalho levou cerca de dois meses.

 

Trata-se de um disco “de fado” e “menos introspectivo” em relação ao trabalho anterior “Sempre de Mim”, editado pelo fadista em 2008. “Aqui estou sempre a cantar para alguém e dirijo-me a uma figura”, refere.

 

Ao todo, o novo disco de Camané inclui 18 fados, dos quais três são apontamentos. Cada um dos temas “faz sentido” no todo e, desta forma, a “história fica bem contada”. “Não ficou nenhum fado de fora”, assevera.

 

A produção, arranjos e direcção musical estiveram a cargo de José Mário Branco, uma parceria já antiga e “para continuar”. “É a pessoa que melhor entende o meu trabalho e a minha forma de estar no fado. Este disco contém arranjos incríveis e muita informação musical, algo difícil de transportar para o concerto ao vivo”, detalha Camané.

 

Alguns dos versos “Do Amor e dos Dias” foram escritos por Sérgio Godinho e Fausto, dois compositores que Camané considera serem “os melhores” a escrever sobre o amor.

 

Quem descobre o novo trabalho discográfico do fadista pela primeira vez, Camané dá alguns conselhos. “É um disco para se ouvir, assimilar, desfrutar e descobrir”, afirma.



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Segunda-feira, 29.11.10

 

O concerto de hoje de Mariza no Coliseu de Lisboa está praticamente esgotado. Por tal motivo, a fadista agendou um novo espectáculo para amanhã, dia 30, também no Coliseu. Mariza vai apresentar em primeira mão os temas do seu novo disco “Fado Tradicional”.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Depois da passagem pelo Coliseu do Porto no dia 25, Mariza ruma até à capital para dois concertos no Coliseu de Lisboa.

 

O espectáculo do dia de hoje, 29, está praticamente esgotado, factor que levou a fadista a marcar um novo concerto para amanhã, 30, na mesma sala.

 

Num cenário desenhado pelo arquitecto canadiano Frank Gehry (a sua obra mais conhecida é o Museu Guggenheim, na cidade espanhola de Bilbao), Mariza dá a conhecer ao vivo os temas do estreado disco “Fado Tradicional”.

 

O preço dos bilhetes varia entre os 25 e os 50 euros, dependendo do local escolhido no Coliseu para assistir ao concerto. Em ambas as datas, o espectáculo começa às 21:30.



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Quarta-feira, 27.10.10

 

O fadista Marco Rodrigues vai estar esta sexta-feira à noite nos Jardins de Inverno do Teatro São Luiz, em Lisboa. Carlos do Carmo e Mafalda Arnauth marcam presença na interpretação dos respectivos temas incluídos no disco “Tantas Lisboas”.

 

Expressões Lusitanas

 

Mafalda Arnauth vai dar voz ao tema “Valsa das Paixões” interpretado em dueto com Marco Rodrigues. Por seu lado, Carlos do Carmo sobe ao palco do São Luiz no momento em que os acordes de “O Homem do Saldanha” começaram a ecoar pela sala lisboeta.



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Mafalda Arnauth lançou um novo disco. Em “Fadas”, a fadista homenageia as cantoras que mais a “influenciaram” e “inspiraram” na arte de cantar fado, como Hermínia Silva, Amália e Celeste Rodrigues, entre outras. Instrumentos musicais não tão típicos no fado, como o saxofone, foram introduzidos no novo álbum. “É importante ter outras vozes a comunicar”, diz a fadista ao Expressões Lusitanas.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Mafalda Arnauth dedica o seu novo disco a “todas as almas fadistas que encheram” a sua vida de “magia”. Ao Expressões Lusitanas confessa que a sua existência não seria a mesma sem o fado.

 

Dos 12 temas incluídos no novo registo, apenas dois são originais. Um da autoria da própria Mafalda Arnauth e outro de Tiago Torres da Silva e Francis Hime.

 

A acompanhar a fadista estão Luís Guerreiro na guitarra portuguesa, Luís Pontes e Ramón Maschio nas guitarras clássicas, Fernando Júdice no baixo acústico, Pedro Santos no acordeão, Daniel Salomé em instrumentos de sopro e Davide Zaccaria no violoncelo.



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Quinta-feira, 21.10.10

 

Carlos do Carmo e Bernardo Sassetti estão a trabalhar juntos num disco de voz e piano a ser editado no próximo mês de Novembro. Músicas nunca antes cantadas, tocadas ou gravadas pelos dois artistas é o cerne do novo disco.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Não é um disco de fado. Não é um disco de jazz. É uma fusão entre as personalidades musicais de Carlos do Carmo e Bernardo Sassetti. Um reportório único traçado entre clássicos da música portuguesa e temas eternos do cancioneiro internacional”, explica a editora Universal, responsável pela edição do disco no mercado, em nota enviada ao Expressões Lusitanas.

 

O âmago do novo disco é a interpretação de temas nunca antes cantados, tocados ou gravados por Carlos do Carmo ou Bernardo Sassetti.

 

Neste sentido, José Afonso, Fausto, Sérgio Godinho e Rui Veloso foram os compositores portugueses escolhidos. Violeta Parra, Léo Ferré e Jacques Brel surgem também revisitados neste encontro a dois.

 

Pelo meio há um original de Bernardo Sassetti com poema original de Mário Cláudio, um tradicional açoriano intitulado “Sol”, e ainda o tema “Talvez por acaso”, fruto de uma parceria de Manuela de Freitas e Carlos Manuel Proença.

 

A engenharia de som está a cargo de Tó Pinheiro da Silva e o disco está ser gravado nos estúdios de Pedro Abrunhosa (Boom Studios), em Vila Nova de Gaia.



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Sábado, 09.10.10

Marco Rodrigues é um dos fadistas convidados


O primeiro aniversário da Rádio Amália vai ser hoje celebrado no Salão de Festas da Voz do Operário, em Lisboa, pelas 22:00. Em palco vão estar vários fadistas convidados e ainda as duas revelações da emissora.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Um ano depois, juntamos as vozes dos fadistas - consagrados e novos valores - que dão voz a esta rádio, num espectáculo que é também um tributo”, refere a emissora em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Marco Rodrigues, Mafalda Arnauth, Hélder Moutinho, Rodrigo Costa Félix, Ricardo Ribeiro e as revelações feitas pela Rádio Amália – Carla Arruda e João Paulo Almeida – vão pisar o palco da Voz do Operário.

 

A apresentação do espectáculo vai estar a cargo de José Carlos Malato.

 

O preço dos bilhetes varia entre os 10 e os 20 euros, dependendo do local no Salão de Festas da Voz do Operário, em Lisboa.



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Quinta-feira, 07.10.10

 

Camané sobe hoje ao palco do Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, no âmbito da apresentação do seu novo disco. “Do Amor e dos Dias” está no primeiro lugar da tabela nacional de vendas, refere a editora do fadista em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O arranque da digressão de apresentação do novo álbum teve lugar no passado 01 de Outubro no Teatro Aveirense, em Aveiro. Depois de hoje, em Lisboa, seguem-se outras localidades portuguesas, como Vila do Conde (09 de Outubro), Caldas da Rainha (30 de Outubro), Vila Real (06 de Novembro) e Coimbra (11 de Novembro).

 

“Do Amor e dos Dias” é o sexto trabalho discográfico de Camané e inclui 18 temas. Tal como nos discos anteriores, contou com a produção, arranjos e direcção musical de José Mário Branco.

 

O instrumental ficou a cargo de José Manuel Neto (guitarra portuguesa), Carlos Manuel Proença (viola) e Carlos Bica (contrabaixo).

 

O Expressões Lusitanas tentou entrar em contacto com Camané, mas, até à hora de publicação deste artigo, não foi obtida qualquer resposta.



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Quarta-feira, 22.09.10

 

A RTP e a EGEAC/Museu do Fado (Lisboa) apresentam a série ‘Trovas Antigas, Saudade Louca – Histórias do Fado contadas por Carlos do Carmo’, o primeiro documentário audiovisual sobre a história e o património da considerada canção nacional, no âmbito da sua candidatura a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO. Estreia esta sexta-feira, 24, às 21:00, na RTP 1.

 

Expressões Lusitanas


“Pela voz de Carlos do Carmo, esta série preconiza um conjunto de travessias temáticas pelo universo do fado, reconstruindo, no conjunto dos seis episódios, a dimensão histórica deste fenómeno musical vivo, complexo e plural, cujo percurso se desenhou em diálogo permanente com a cidade que o viu nascer”, explica a RTP em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O documentário apresenta ainda uma perspectiva da “dimensão histórica” do universo do fado, através do “cruzamento” das suas memórias de aproximadamente 100 anos com as “fontes” e “os resultados de recentes trabalhos de investigação”.

 

Actualmente, o fado prepara o seu reconhecimento pela UNESCO como património cultural imaterial da Humanidade. Desta forma, promove-se o seu estudo, enquanto “prática cultural vivida quotidianamente”, e a sua salvaguarda, enquanto “património intangível nacional e internacionalmente relevantes”.

 

‘Trovas Antigas, Saudade Louca’ é da autoria de Carlos do Carmo, Rui Vieira Nery, José Pracana e Sara Pereira e guião de Rui Vieira Nery. Conta com a realização de Fernando Ávila, edição de Rui Branquinho e produção de Paula Vidal.



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Mafalda Arnauth vai lançar no dia 11 de Outubro o seu novo disco, no qual presta o seu “reconhecimento” a todas as “almas fadistas” que a inspiraram. Amália Rodrigues, Hermínia Silva, Fernanda Baptista, Celeste Rodrigues e Beatriz da Conceição são algumas das homenageadas.

 

Expressões Lusitanas

 

"É, claramente, uma homenagem às mulheres. ‘Em “Fadas” escolhi cantar algumas dessas vozes. São mulheres únicas e mágicas. Tive o privilégio de conhecer algumas. E mesmo aquelas que não conheci foram cruciais no meu crescimento e evolução enquanto fadista", explica Mafalda Arnauth em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Amália Rodrigues, Hermínia Silva, Fernanda Baptista, Celeste Rodrigues e Beatriz da Conceição são apenas algumas dessas “referências” que Mafalda Arnatuh conseguiu trazer a este novo trabalho discográfico.

 

Além de uma referência ao universo feminino do fado, trata-se também de uma homenagem às “letras e músicas” e à “magia” que estas conseguem trazer consigo e que têm feito do fado “o lugar de expressão máxima da nossa cultura portuguesa, da mais popular à mais erudita, da mais simples à mais elaborada”.

 

‘Fadas’ vai ser editado oficialmente a partir do dia 11 de Outubro.



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A Rádio Amália, emissora do empresário Luís Montez e que emite em 92,0Mhz (Loures), vai comemorar o seu primeiro aniversário com uma gala de fado no salão de festas da Voz do Operário, em Lisboa, no dia 09 de Outubro.

 

Expressões Lusitanas


Os fadistas convidados para a gala são Mafalda Arnauth, Hélder Moutinho, Ricardo Ribeiro, Marco Rodrigues, Rodrigo Costa Félix e as “relevações” da Rádio Amália – Carla Arruda e João Paulo Almeida, refere a emissora em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O preço dos bilhetes oscila entre os 10 e os 20 euros, dependendo do lugar reservado no salão de festas da Voz do Operário, entre a Graça e Alfama, em Lisboa.



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Segunda-feira, 13.09.10

 

O segundo disco de Marco Rodrigues chama-se “Tantas Lisboas” e é hoje lançado oficialmente. Neste novo trabalho discográfico, o fadista está acompanhado quase sempre pela sua guitarra e apresenta dois temas em dueto, um com Carlos do Carmo, uma das suas referências, e outro com Mafalda Arnauth, duas vozes de diferentes gerações do fado.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Nasceu em Amarante, viveu em Arcos de Valdevez e, mais tarde, já na adolescência, Marco Rodrigues estabeleceu-se em Lisboa, cidade onde “não conhecia nada nem ninguém” no meio do fado.

 

Começou a ouvir a considerada canção nacional e sentiu a sua "mística" quando foi pela primeira vez a uma casa de fados.

 

Define-se como “fadista”, mas diz não ser “tradicionalista”, ou seja, não canta apenas fados tradicionais [mais detalhes na reportagem em vídeo].

 

“Tantas Lisboas” conta com a participação de Carlos do Carmo e Mafalda Arnauth e a colaboração de vários compositores e letristas, como Tiago Machado, o ‘rapper’ Boss AC, Tiago Torres da Silva e Inês Pedrosa.



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Sexta-feira, 03.09.10

 

Vinte fados gravados por Alfredo Marceneiro entre 1960 e 1972 fazem parte do álbum dedicado ao fadista e compositor, incluídos na colecção discográfica "Perfil", que tem editado nomes que marcam a música portuguesa.

 

Expressões Lusitanas

Com Agências

 

A maioria dos fados escolhidos (12 em 20) são músicas da autoria de Alfredo Marceneiro, de seu nome verdadeiro Alfredo Rodrigo Duarte.



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Quinta-feira, 19.08.10

 

 

A RTP2 vai exibir, entre os dias 23 e 27 de Agosto, às 23:45, um documentário realizado por um autor português. São cinco filmes que homenageiam Celeste Rodrigues, a diva Amália Rodrigues, Carlos Paredes e Zeca Afonso, informa a RTP em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

No dia 23 é exibido “Fado Celeste”, um documentário sobre a obra e a vida de Celeste Rodrigues, a irmã mais nova da diva do fado Amália Rodrigues.

 

“Este filme centra-se na imensa memória que Celeste Rodrigues possui. É a canção de Lisboa por uma voz octogenária, que nos dá uma história de vida em cada palavra que canta”, detalha a RTP na nota enviada.

 

“As Cordas de Amália” é o filme que se segue, a ser emitido na terça-feira, 24 de Agosto, no qual serão expostos os testemunhos e as histórias narradas por Raul Nery, Fontes Rocha e Joel Pina, que acompanharam e pisaram vários palcos com Amália ao longo de vários anos.

 

“Não foram apenas testemunhas do sucesso de Amália. Foram actores da excepcional história da cantora e das suas conquistas. Em ‘As Cordas de Amália’, juntámo-los no Clube do Fado, em Lisboa, e relembrámos os gloriosos anos em que se reuniram no mítico Conjunto de Guitarras Raul Nery”, refere.

 

Na quarta-feira, 25 de Agosto, o documentário a ser transmitido intitula-se “Diva: Simplesmente Uma Homenagem”, que reproduz a vida e obra de Amália Rodrigues, sem deixar de lado alguns dos contratempos vividos pela fadista.

 

“Face a todas as contrariedades, Amália Rodrigues manteve fielmente a postura que criara para si desde que pegou no fado e o moldou à sua maneira, tirando-o das tabernas em direcção aos mais prestigiados palcos do mundo. Amada por uns e odiada por outros, a cantora nunca se deixou ultrapassar pelos acontecimentos e, mesmo se com alguma ingenuidade à mistura, conseguiu passar por cima de todas as situações adversas, saindo pela porta grande, sem ter de as contornar sinuosamente”, lembra a RTP.

 

Carlos Paredes vai ser a figura central do documentário a ser visionado no dia 26 de Agosto na RTP2. “Movimentos Perpétuos - Tributo a Carlos Paredes” é um filme em 17 movimentos, em que “os testemunhos e a guitarra definem o génio, a bravura e a modéstia” do compositor e guitarrista.

 

O último dos cinco documentários que a RTP 2 vai divulgar na próxima semana tem Zeca Afonso como pano de fundo – “Não Me Obriguem a Vir Para a Rua Gritar”.

 

“O Homem e a Obra marcaram toda uma geração de portugueses. E deixaram uma herança social e cultural às gerações seguintes. Todos temos um pouco de Zeca Afonso, um homem cujo génio ultrapassa qualquer época ou catalogação. Um homem cuja mensagem é veiculada por letras que se revelam sempre actuais”, sublinha a televisão pública no referido comunicado.



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