Domingo, 23.01.11

 

 

O ‘designer’ de 33 anos venceu a quarta edição da Operação Triunfo (OT). O prémio é uma bolsa de estudo na Berklee College of Music, em Boston, nos Estados Unidos da América (EUA).

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Jorge Roque e Diogo Leite eram os dois finalistas da Operação Triunfo. Contudo, só um podia ganhar e, para tal, o voto do público foi decisivo.

 

No momento da contagem dos votos, as percentagens de Jorge e Diogo estavam iguais, até que a votação de Jorge se destacou. Venceu com 55% dos votos contra 45% dos de Diogo.

 

“Não estava à espera, mas é uma vitória muito importante na minha vida, porque aquilo que gosto mais de fazer é cantar”, afirmou Jorge Roque, logo após o término da gala decisiva.

 

O vencedor confessou aos jornalistas ainda não saber os “contornos” do prémio, que consiste numa bolsa de estudo na Berklee College of Music, em Boston, nos Estados Unidos. “Ainda não me foi dito nada de especial em relação ao prémio e, por isso, não posso fazer grandes comentários”, indicou.

 

O segundo classificado, Diogo Leite, mostrava-se “feliz” por ter chegado à final. “Ambos somos vencedores”, disse o estudante de 18 anos.

 

Diogo Leite promete “não parar” e seguir no mundo da música. “A Operação Triunfo foi um empurrão. O mundo agora é lá fora e safa-se melhor quem consegui trabalhar depois de o programa terminar”, referiu Diogo Leite, que prevê gravar o seu disco de estreia em breve.

 

A quarta edição da Operação Triunfo chegou assim ao fim e a apresentadora Sílvia Alberto faz um balanço positivo. “Foi um orgulho fazer parte deste projecto, porque nem sempre temos a oportunidade de ter em mão programas com a dimensão da OT”, explicou.

 

Sílvia Alberto reconhece que as audiências “nem sempre foram gratas”. Na noite da gala final, a OT competia com o jogo entre o Benfica e o Nacional da Madeira (TVI) e as novelas da SIC.

 

A Arena de Évora recebe no sábado, 12 de Fevereiro, uma gala da OT com a presença dos 15 finalistas do programa, que será transmitida em directo na RTP 1.

 



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Sexta-feira, 21.01.11

 

 

A escola da Operação Triunfo (OT) fecha as portas este sábado, 22 de Janeiro. Na última gala do programa vai ficar decidido qual dos dois finalistas – Diogo e Jorge – vai sair vencedor. Expensive Soul, Tim e Lúcia Moniz são os convidados musicais da noite decisiva.

 

Expressões Lusitanas

 

A última gala de Operação Triunfo vai para o ar este sábado, 21, às 21:15, na RTP 1.

 

 



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Sexta-feira, 05.11.10

 

Os 15 concorrentes da edição de 2010 de Operação Triunfo (OT) vão ser recebidos por Sílvia Alberto na primeira gala do concurso, a realizar este sábado, às 21:15, na RTP 1. São já conhecidos os professores da escola.

 

Expressões Lusitanas


A professora de canto Paula Oliveira vai ser a responsável pela escola, onde diariamente os concorrentes vão ter de lidar com diferentes desafios.

 

Para além de Paula Oliveira, Ruben Alves (piano), Kiko (canto), Ana Ester Neves (técnica vocal) e Marco de Camillis (dança e coreografia) são os restantes membros da equipa docente da escola da OT.



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Quinta-feira, 14.10.10

 

A edição de 2010 da Operação Triunfo (OT) estreia sábado à noite na RTP 1. Ao longo de 12 semanas, 15 jovens vão receber formações prática e teórica com alguns profissionais do ramo.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Todas os sábados à noite, Sílvia Alberto apresenta as galas da Operação Triunfo. O júri, constituído por Sandra Faria, Rui Baeta e Rui Massena, vai avaliar a prestação e a interpretação dos temas dos concorrentes.

 

Diariamente, Pedro Fernandes vai apresentar pequenos programas, através dos quais o público “pode acompanhar o que se passa na escola, os ensaios, as aulas, as expectativas e os receios”, informa a RTP em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.



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Sábado, 18.09.10

 

Uma extensa fila pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, reunia esta manhã os candidatos ao segundo ‘casting’ da Operação Triunfo, depois de a caravana do programa ter passado pelo Porto. Sílvia Alberto mantém-se na apresentação do formato e diz estar “cheia de saudades” de mais uma edição da OT.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

A extensa fila era composta por candidatos oriundos de vários pontos do país. A ansiedade aumentava à medida que se aproximavam das portas do Teatro Tivoli.

 

Durante a árdua espera, os amigos são o alicerce para aguentar as várias horas de espera. Ana, natural da Covilhã, está na fila desde as 08:00 e vem acompanhada do amigo Roberto. O “sonho” leva-a a estar ali bem cedo para conseguir o melhor lugar.

 

Quando se apresentar ao pré-‘casting’ (selecção feita pela produção, antes do contacto com os jurados), Ana vai interpretar dois temas, um deles em português e intitulado ‘Sol de Inverno”, de Simone de Oliveira.

 

Foto: Ana e o amigo Roberto

 

Mais acima na fila, e já perto do Tivoli, estava Tatiana, de Lisboa, que confessa ir “tentar” a sua “sorte”, depois de a voz a ter afastado dos dois ‘castings’ do programa concorrente – Ídolos (SIC).

 

“No primeiro ‘casting’ estava afónica e, mais tarde, quando se realizou o segundo, estava rouca. Hoje já estou melhor”, assevera.

 

Apresentadora com “saudades”


Sílvia Alberto assume novamente a condução de “Operação Triunfo”, programa do qual já sentia “muitas saudades”. “A OT é um projecto prestigiante para a RTP e muito intenso para a apresentadora”, refere.

 

Antes da capital portuguesa, o Porto também acolheu a fase de audições do programa. Sílvia Alberto recorda a “energia fantástica” vivida na cidade Invicta, sublinhando, contudo, que Lisboa tem estado “a surpreender”.

 

“O amor dos pais é incondicional”


A apresentadora continua a recordar os dias de ‘casting’ vividos no Porto, onde o Coliseu foi o palco escolhido para receber os candidatos.

 

“Havia pessoas à porta desde o dia anterior. Levavam saco-cama e até havia pais a dormir durante a noite em substituição dos filhos, a fim de que estes estivessem frescos de manhã”, conta Sílvia Alberto, dizendo que o “amor dos pais é incondicional”.

 

 

Não basta ter voz

 

Para quem sonha em passar às fases seguintes e entrar na escola da Operação Triunfo, Sílvia Alberto afirma que quem “não demonstrar uma estrutura psicológica” capaz de enfrentar um palco com as dimensões do Coliseu do Porto ou do Teatro Tivoli, “nunca” irá lidar com a multidão em directo no palco da OT.

 

“O requisito para se ser um candidato do programa não passa apenas pela voz. A técnica, a atitude, o carisma e ser um artista no palco são muito importantes”, garante.

 

Júri da OT é “pedagógico”


Os candidatos vêm “cada vez mais preparados”, o que, em certos casos, é “tenebroso” para o júri. “É triste ver pessoas a cantar muito bem, mas que, por outro lado, não nos tocam, nem têm a tal estrelinha”, refere.

 

Sílvia destaca que o júri da OT “não deixa nada para dizer”, porém é “pedagógico”. “No arranque do projecto, eles [júri] marcam a diferença, porque ninguém vai sair daqui sem uma perspectiva de evolução, nem saber onde pode melhorar”.

 

Adianta que cada concorrente a passar o ‘pré-casting’ vai ter “direito a uma avaliação personalizada”, algo que considera ser “único”. “Os elementos do júri conseguem fazer uma boa gestão entre um comentário não tão simpático ou potenciar o talento que estão a ver”, afirma.

 

Questionada pelo Expressões Lusitanas sobre se o perfil “pedagógico” na abordagem aos concorrentes é aquilo que difere o júri da OT do concurso Ídolos (SIC), Sílvia Alberto constata que se está perante uma fase “em que as comparações são inevitáveis”.

 

“A Operação Triunfo não vai perder a sua identidade, nem vamos descaracterizar o projecto só por haver uma fase de audições, que sempre existiu em Espanha [país criador do formato]. Estamos a ser fiéis ao projecto espanhol”, acrescenta.

 

Os jurados da OT são Rui Baeta (professor de técnica vocal), Paula Oliveira (coordenadora da escola) e Rui Massena (maestro).



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