Terça-feira, 15.02.11

 

 

A apresentadora do programa ‘Café da Manha’, na RFM, gravou um dueto com o vocalista dos Santos & Pecadores, Olavo Bilac. A canção intitula-se “A Receita do Amor” e, actualmente, a emissora do grupo r/com procura um nome para o projecto, lançando, para isso, um desafio aos ouvintes.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Olavo Bilac ouviu a voz da Carla Rocha a chilrear numa música do ‘Café da Manhã’, usada para celebrar as sextas-feiras e, sentindo que havia ali potencial, convidou-a para gravar uma canção”, explica a RFM em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Os preparativos e a gravação do dueto foram mantidos em segredo até ao dia em que Olavo Bilac apareceu nos estúdios da rádio e apresentou a novidade, surpreendendo o co-apresentador do ‘Café da Manhã’, José Coimbra, detalha a mesma nota enviada.

 

O projecto não tem nome e, por tal, a RFM lançou o desafio aos ouvintes, a fim de indicarem um título para a dupla. Em antena, José Coimbra sugeriu “Carla Nunca”, tendo em conta que Olavo Bilac é parte integrante do grupo “Zeca Sempre”, recentemente apresentando e que dá uma nova roupagem aos temas de José Afonso.

 



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Quarta-feira, 26.01.11

 

A Romântica FM era a única rádio de música portuguesa no portefólio da Media Capital Rádios


A nova rádio do grupo Media Capital Rádios (MCR) – Vodafone FM – utiliza as frequências da Romântica FM, emissora que foi descontinuada. Ao Expressões Lusitanas, o administrador da MCR, Luís Cabral, refere que, à data, “não faz parte” dos objectivos da empresa ter uma rádio “única e exclusivamente” dedicada à música portuguesa.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Arrumámos o nosso portefólio de uma forma transversal, com rádios dirigidas a públicos mais novos, como a Cidade FM, até à Star FM [música dos anos 50, 60 e 70], lançada há pouco tempo”, explica Luís Cabral ao Expressões Lusitanas.

 

Actualmente, as rádios com frequências generalistas e algumas temáticas estão obrigadas a transmitir 25% de música portuguesa, tal como estipulado na chamada lei das quotas.

 

 



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A Media Capital Rádios (MCR), detentora da Best Rock FM, decidiu reformatar a emissora, devido às "fracas audiências” registadas. O processo deve estar concluído em Junho, de acordo com o administrador da empresa, Luís Cabral, à margem da apresentação da nova rádio do grupo – Vodafone FM -, que decorreu terça-feira, em Lisboa.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

No momento em que a Vodafone FM via a luz do dia, a página oficial da Best Rock na Internet anunciava que a estação está em “processo de reformulação”, tendo em conta as “fracas audiências”.

 

“Esta situação tornou o projecto economicamente inviável, pelo que foi decidida a sua reformatação”, pode ainda ler-se no comunicado da empresa disponível na página da Best Rock FM na Internet.

 



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Terça-feira, 25.01.11

 

O presidente da Vodafone, António Coimbra, e o administrador da Media Capital Rádios, Luís Cabral


A Vodafone FM inicia as suas emissões regulares a partir da meia-noite de quarta-feira, 26 de Janeiro. Trata-se de uma rádio “completamente dedicada” à música, tem a juventude como público-alvo, pode ser ouvida em Lisboa e no Porto e a sua ‘playlist’ será “influenciada” pelas escolhas ‘online’ dos ouvintes. Em simultâneo com o arranque das emissões decorrerá um ‘casting’ para locutores.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Actualmente, os jovens ouvem mais música e menos rádio e, provavelmente, esta emissora pode tentar resolver este problema. Diria que é uma espécie de ‘Ipod’, no qual a música vai-se refrescando e tal constitui uma vantagem, porque, por vezes, as pessoas têm dificuldade de arranjar novas músicas e de gerir as suas ‘playlists’”, explica ao Expressões Lusitanas o director de marketing da Vodafone, António Carriço.

 

A Vodafone FM surge na sequência do projecto apresentado pelo grupo Media Capital e é a primeira incursão da operadora britânica no meio rádio.

 

“A rádio está bem viva e esta é a prova. Uma marca, como a Vodafone, abraçou de imediato este projecto. A própria indústria também beneficia e a rádio precisa de ser puxada para cima, tendo em conta a importância e a dignidade que tem”, considera ao Expressões Lusitanas o administrador da Media Capital Rádios (MCR), Luís Cabral, grupo que faculta as frequências de emissão – 107,2Mhz (Lisboa) e 94,3Mhz (Porto).

 

O poder de decisão editorial e de programação está do lado da MCR. A Vodafone constitui assim um patrocínio, facto que permite dar viabilidade à nova aposta.

 

“É uma rádio sem a toxicodependência de audiências e de receitas publicitárias, porque é um projecto de marca e, ‘a priori’, permite uma margem de conforto para se fazer um produto muito mais independente”, refere ainda Luís Cabral ao Expressões Lusitanas.

 

Numa primeira fase, o conteúdo da Vodafone FM é composto por uma ‘playlist’ (lista de temas computorizada) de músicas nacionais e internacionais. Até 13 de Fevereiro decorrerá um ‘casting’ de locutores através da página oficial da nova emissora.

 

“Quem gostar muito de música e de rádio pode concorrer ao ‘casting’. Estamos à espera de ter jovens locutores que se identifiquem completamente com este projecto”, detalha o responsável pelo marketing da Vodafone.

 

Com a entrada dos locutores em antena está prevista voz em directo na emissão e outro tipo de programação, como noticiários sobre o mundo da música, agenda cultural e programas de autor.

 

Os ouvintes da nova rádio podem “influenciar” a ‘playlist. “No fundo, as pessoas podem seleccionar ‘gosto/não gosto’ de determinada música e isso pode retirar ou manter as canções na programação”, acrescenta António Carriço.

 

A Vodafone apenas pode ser ouvida, em FM, no Porto e em Lisboa, ocupando as frequências da Romântica FM, que deixa de existir. Todavia, “não faz parte” dos objectivos da MCR criar uma rádio “única e exclusivamente” dedicada à música portuguesa.

 

No Porto, a anterior frequência da Romântica FM (100,8Mhz) era generalista e, por tal, troca com a Rádio Lidador (94,3Mhz), passando a temática musical. “A frequência generalista obrigava ter programação local e nós não queremos. Tudo vai ser feito a partir de Lisboa”, justifica o administrador da MCR, Luís Cabral.

 

 



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Domingo, 23.01.11

 

 

A Rádio Festival é a quinta mais ouvida no Grande Porto, registando 6,1% de Audiência Acumulada de Véspera (AAV). Uma vez mais, a emissora do grupo Lusocanal, controlado por Luís Montez, ultrapassou a Renascença em ‘share’ de audiência no Grande Porto e apresenta o tempo médio de escuta mais alto no país, refere a rádio em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Expressões Lusitanas


De acordo com os resultados do Bareme Marketest referentes ao quarto trimestre de 2010, a Festival é, entre as rádios locais do Grande Porto, a mais ouvida na região, com 6,1 de AAV. A nível total (nacionais e locais), fixa-se na quinta posição (à frente estão RFM, Renascença, Comercial e TSF).

 

No que diz respeito ao ‘share’ de audiência, a Rádio Festival regista um valor de 12,8, apenas ultrapassada pela RFM (28,5%).

 

Já no que se refere ao tempo médio de escuta, a Festival tem um registo de 4.28 horas de escuta, “o mais alto do país”, pode ler-se no mesmo comunicado.

 

A emitir a partir dos estúdios instalados na Rua da Alegria, no Porto, a rádio Festival “privilegia a música portuguesa e a proximidade com o ouvinte”, explica. Este ano comemora 25 anos de existência.

 



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Sábado, 22.01.11

 

 

A emissora do grupo Media Capital consolida a sua posição no segundo lugar das rádios mais ouvidas em Portugal. A Rádio Renascença, que até há bem pouco tempo ocupava este posto, continua a tendência de descida. Por seu lado, a RFM continua a ser rádio preferida da maioria dos portugueses.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Os resultados das audiências de rádio do quarto trimestre de 2010 foram revelados na semana passada pela Marktest no seu estudo Bareme Rádio.

 

O indicador mais importante na análise das audiências trimestrais de rádio é a Audiência Acumulada de Véspera (AAV). Calculado sobre a véspera, apresenta a percentagem de indivíduos que escutaram uma estação no período de um dia, independentemente do tempo despendido.

 

A RFM mantém a liderança e a sua audiência não sofre alterações. A rádio do grupo r/com tem 13,4% de AAV, o mesmo valor obtido no terceiro trimestre do ano passado.

 

Em segundo lugar está a Rádio Comercial com 9,5% de AVV. Sobe 0,3% desde o estudo anterior, realizado nos meses de Julho, Agosto e Setembro de 2010.

 

A Rádio Renascença surge na terceira posição e mantém a tendência decrescente dos últimos meses, factor que a retirou da vice-liderança. A RR apresenta uma AAV de 8,1%, menos 0,1% do que no último estudo da Marktest.

 

A TSF (4,6% de AAV) ultrapassa a Antena 1, uma das emissoras que mais perdeu neste estudo. Desceu 0,5% para os actuais 4,4% de AAV.

 

Em sexto e sétimo lugares estão, respectivamente, a M80 (4,2% AAV) e a Cidade FM (4,1%). A emissora dedicada aos êxitos dos anos 70, 80 e 90 vem subindo a pouco e pouco nas audiências, mas desta vez teve a ajuda da colega Cidade FM (ambas pertencem ao grupo Media Capital), que desceu 0,4%.

 

Mais abaixo está a Antena 3, que subiu 0,3%, passando dos anteriores 2,9% para os actuais 3,2%. Segue-se, em nono lugar, a Mega Hits, com 2,2% (perdeu 0,5% de audiência).

 

Já no fundo da tabela está a Rádio Sim, emissora do grupo r/com focada num público-alvo acima dos 55 anos de idade. Logrou 0,9% de AVV, 0,1% mais do que na vaga anterior.

 

Em termos de grupos de rádio, a r/com (Renascença, RFM, Mega Hits e Rádio Sim) lidera o meio com 23,8% AAV (o mesmo valor registado no terceiro trimestre de 2010). Segue-se a Media Capital Rádios (Comercial, Cidade FM, Best Rock, M80, Mix FM e Star FM) com 17,6% de AAV (perde 0,4).

 

A RDP (Antenas 1, 2 e 3) mantém no total o mesmo valor de audiência (7,8% de AAV), que, apesar da descida da Antena 1, beneficia da subida das Antenas 2 e 3. Já a TSF sobe 0,1% para os 4,6% de AAV.

 

 



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Sexta-feira, 21.01.11

 

 

As emissões da Vodafone FM têm início agendado para quarta-feira, 26 de Janeiro, informa a operadora de telecomunicações em comunicado. A emissora será dedicada “exclusivamente à música” e pode ser escutada em Lisboa e Porto.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

A apresentação oficial do novo projecto da Vodafone ao mercado terá lugar um dia antes do seu arranque oficial, refere ainda a operadora.

 

A Vodafone FM é o resultado de um acordo entre a Vodafone e a Media Capital Rádios, empresa que, para já, disponibiliza duas das três frequências antes ocupadas pela Romântica FM.

 

Recorde-se que a Vodafone FM foi aprovada pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) em inícios do passado mês de Dezembro. Contudo, o órgão regulador impôs duas condições: a proibição de a Vodafone utilizar o seu logótipo no desenho da imagem da rádio e a limitação, em 50%, do espaço comercial para publicidade da marca em antena.

 



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Quarta-feira, 05.01.11

 

 

O director-geral da Media Capital Rádios, Jordi Jordà, já não faz parte dos quatros da empresa, avança o Meios & Publicidade (M&P) na sua edição ‘online’. A saída terá ocorrido em meados de Dezembro e não está previsto que o cargo venha a ser ocupado.

 

Expressões Lusitanas


Actualmente, e desde Junho de 2009, a Media Capital Rádios (MCR) tem Luís Cabral como administrador executivo. Com a saída de Jordi Jordá, o cargo de director-geral deixa de existir, tendo em conta que a posição não deve voltar a ser preenchida, explica o M&P.

 

Em 2007, Jordi Jordà transitou do grupo espanhol Prisa para ser director-geral da ‘holding’ da Media Capital, destinada aos negócios no meio rádio – Media Capital Rádios.

 

Jordi Jordà é jornalista de formação e tem uma extensa carreira como profissional no sector da rádio em Espanha, tendo começado ainda jovem, no final dos anos 60, a trabalhar em rádios regionais do país vizinho.

 



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Terça-feira, 21.12.10

Sede da operadora em Lisboa


A rádio do operador de telecomunicações britânico segue em frente. Após a deliberação positiva, mas com restrições, da Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), a Vodafone FM arranca as suas emissões regulares no início do próximo ano, informa a operadora em comunicado.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

A Vodafone FM vai dedicar-se em exclusivo à música e pretende “apostar na criação musical e na promoção de novas bandas e artistas”, poder ler-se no referido comunicado.

 

“Dirige-se a um público urbano, jovem, irreverente, imaginativo, interactivo e aberto a novas experiências musicais”, escreve a Vodafone.

 

As emissões regulares da nova rádio estão previstas para o início de 2011.



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Segunda-feira, 13.12.10

 

 

A emissora do grupo r/com apresenta a sua primeira televisão na Internet intitulada RFM Vi. “Vê o que ouves” é a assinatura e, de acordo com o comunicado enviado ao Expressões Lusitanas, “sintetiza” aquilo que poderá ser visto neste novo projecto. A primeira emissão vai para o ar a 20 de Dezembro.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

O lançamento da RFM Vi vai ao encontro das “mais recentes inovações tecnológicas” e pretende “seguir a evolução de hábitos de consumo dos media” juntos do seus ouvintes, explica a RFM no mesmo comunicado.

 

Nesta primeira fase, o projecto apresentará conteúdos vídeo assentes nos “acontecimentos que se desenrolam na emissão da RFM”. Podem também ser vistos em directo alguns dos eventos produzidos pela emissora, nomeadamente no seu auditório. Exemplos disso foram os mini-concertos de Pedro Abrunhosa, Tim, Blind Zero, entre outros.

 

Ainda de acordo com a nota enviada ao Expressões Lusitanas, a RFM Vi vai estar disponível numa página própria, em versão ‘mobile’ e adaptada a vários dispositivos, como ‘smartphones’, Iphone ou Ipad.

 



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Sexta-feira, 10.12.10

Sede da operadora britânica em Lisboa


A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) deu luz verde à Vodafone FM, mas com algumas restrições. Se a operadora britânica concordar com as mesmas, a nova rádio irá transmitir nas actuais frequências da Romântica FM, pertencentes à Media Capital Rádios (MCR).

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Foram necessários sete meses para se saber a decisão final do órgão regulador. O processo foi entregue às mãos da ERC a 14 de Maio de este ano.

 

Contudo, o veredicto apresenta imposições, tais como a proibição de a Vodafone utilizar o seu logótipo no desenho da imagem da rádio e a limitação da percentagem de publicidade em antena da marca, restringida a 50% do espaço comercial permitido pela lei.

 

A operadora britânica encontra-se a estudar as restrições e, caso avance com o projecto, tornar-se-á na primeira estação de rádio da Vodafone no mundo e ocupará as três frequências da Romântica FM, em Lisboa, Coimbra e Porto.



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Segunda-feira, 06.12.10

Direitos da foto: Renascença

O actor Ricardo Carriço é a nova voz de estação da Renascença


A Rádio Renascença (RR) alterou na passada segunda-feira, 29 de Novembro, a sua imagem sonora. O actor Ricardo Carriço é a nova voz dos “jingles” da estação, a par de Elisabete Caixeiro. A nível de programação, a RR aposta numa emissão mais musical no período de trabalho, entre as 10:00 e as 18:00.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“A colaboração de Ricardo Carriço coincide com a alteração da imagem sonora da estação, que pretende transmitir o espírito positivo e actual da rádio”, refere a emissora em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

A escolha do actor “reflecte o objectivo de ter uma voz de estação mais versátil e envolvente”, tratando-se de “alguém conhecido” junto do público-alvo da Renascença – entre os 35 e os 54 anos.

 

A frase de posicionamento foi também alterada. “Todos os sucessos e a melhor informação” substitui “Música e informação dia-a-dia”.

 

Na área da programação, a Renascença está a apostar numa emissão mais musical no período de trabalho, entre as 10:00 e as 18:00.

 

Outra das novidades prende-se com o incentivar dos ouvintes a interagir com os locutores da rádio, através das redes sociais, como o Facebook, no qual “diariamente os animadores lançam dicas para o dia” e “desafiam os ouvintes a partilharem opiniões”.



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Domingo, 28.11.10

 

A Star FM, emissora substituta do Rádio Clube Português (RCP), arranca na segunda-feira, 29 de Novembro, em hora não definida. Os clássicos musicais dos anos 50, 60 e 70 preenchem a sua grelha de programação.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

A nova rádio da Media Capital Rádios (MCR) vai ter a direcção de Miguel Cruz, cargo que vai acumular à actual gestão da M80, outra emissora do grupo.

 

Inês Cordeiro (07:00 às 11:00), Ana Carreira (11:00 às 15:00), Mariana Marques Vidal (15:00 às 20:00) e Dora Isabel (20:00 às 00:00) são as animadoras da Star FM. Por saber estão os nomes dos animadores que vão garantir as oito horas previstas na lei para as rádios locais associadas.

 

A música dos anos 50, 60 e 70 é o cerne da programação da nova rádio. Estão previstos blocos informativos de hora a hora, indicações de trânsito e meteorologia e ainda uma revista diária de imprensa.

 

A emissão começa segunda-feira, 29 de Novembro, em Lisboa (96,6Mhz), Porto (105,8Mhz), Santarém (97,7Mhz), Sabugal (96,8Mhz) e Manteigas (104,4Mhz).



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Quarta-feira, 24.11.10

 

A reportagem “Comboio dos Direitos”, da autoria da jornalista da Rádio Renascença Filomena Barros, venceu o Prémio Nacional de Jornalismo do Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social (AECPES), atribuído pela Comissão Europeia ao melhor trabalho na categoria audiovisual.

 

Expressões Lusitanas

 

Transmitida no programa “Princípio e Fim” da emissora católica portuguesa em 20 de Junho de 2010, a reportagem conta a viagem de comboio feita nesse mesmo mês por 600 crianças de todo o país, com o objectivo de falar sobre os direitos das crianças em situação de risco.

 

Filomena Barros é jornalista na Rádio Renascença há 20 anos e licenciou-se em Jornalismo pela Universidade Nova de Lisboa. Tem trabalhado nas áreas da defesa, educação e sociedade. Actualmente é sub-editora de Informação da emissora.

 

Neste concurso, lançado pela Comissão Europeia com o intuito de chamar a atenção da opinião pública para as temáticas relacionadas com o Ano Europeu de Combate à Pobreza e à Exclusão Social, foram atribuídos dois prémios nacionais entre os 36 trabalhos admitidos a concurso, nas categorias de Jornalismo audiovisual e Jornalismo escrito/online.

 

Na categoria de Jornalismo escrito, o vencedor foi o jornalista Luis Villalobos do jornal Público, com o artigo “Há 243 mil famílias em Portugal sem acesso a contas bancárias”.

 

O júri nacional do prémio de jornalismo foi constituído por Edmundo Martinho (coordenador nacional do AECPES), Ana Rita Moura (representação da Comissão Europeia em Portugal), Fernanda Freitas (embaixadora do AECPES), Ricardo Rodrigues (vencedor em 2009 do prémio de jornalismo “Pela Diversidade. Contra a Discriminação” e jornalista ‘freelancer’) e Sérgio Aires (representante da Rede Europeia Anti-Pobreza/Portugal).

 

Os vencedores nacionais estão agora a concorrer ao Prémio Europeu, atribuído também nas duas categorias. Os premiados serão anunciados no próximo mês de Dezembro.



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Sexta-feira, 29.10.10

 

O Parlamento aprovou hoje, sexta-feira, a Lei da Rádio com os votos favoráveis do PS e com a abstenção do PSD e CDS-PP. PCP, Bloco de Esquerda e PEV votaram contra.

 

Expressões Lusitanas


A proposta final revoga a lei de 2001 e prevê o alargamento dos prazos das licenças radiofónicas de dez para 15 anos e volta a introduzir quotas da música portuguesa produzida nos últimos 12 meses.



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Sexta-feira, 22.10.10

 

A Rádio Comercial conseguiu aguentar o segundo lugar da tabela das rádios mais ouvidas em Portugal, depois de no trimestre anterior ter destronado a Renascença desta posição. Apesar de líder, a RFM continua a perder audiência.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Os resultados das audiências de rádio do segundo trimestre de este ano foram ontem revelados pela Marktest no seu estudo Bareme Rádio.

 

O indicador mais importante na análise das audiências trimestrais de rádio é a Audiência Acumulada de Véspera (AAV). Calculado sobre a véspera, apresenta a percentagem de indivíduos que escutaram uma estação no período de um dia, independentemente do tempo despendido.

 

A RFM continua a ser a rádio mais ouvida em Portugal, apesar da tendência decrescente verificável nos últimos trimestres. A Rádio do grupo r/com tem 13,4 de AAV, o que representa uma descida de 0,3% em relação ao segundo trimestre de este ano.

 

Logo a seguir está a Comercial com 9,2 de AAV, o mesmo resultado do que no anterior estudo. Em terceiro lugar está a Renascença, que não conseguiu recuperar da queda de posição. A emissora católica portuguesa perdeu agora 0,3%.

 

Houve mexidas no quarto lugar. A Cidade FM (4,5% AAV, descendo 0,5%) cede esta posição à Antena 1. A rádio do grupo RTP sobe cinco pontos percentuais nas audiências do terceiro trimestre do ano (4,9%).

 

A TSF subiu 0,4%, passando dos 4,1% para os actuais 4,5%. A rádio informativa do grupo Controlinveste assegura assim o sexto lugar.

 

A M80, emissora que mais subiu nos primeiros meses do ano, fruto da passagem para uma maior rede de emissores, manteve a sua audiência em 4,1%.

 

Em oitavo e nono lugares estão a Antena 3 e a Mega Hits, respectivamente. A primeira sobe 0,2% e tem uma audiência de 2,9%. Já a segunda perde terreno ao descer 0,3% para os 2,7%.

 

Mais abaixo está a recente emissora do grupo r/com – a Rádio Sim – que desce 0,1% em relação ao trimestre anterior, fixando-se nos 0,8% de audiência.

 

Em termos de grupos de rádio, a r/com (Renascença, RFM, Mega Hits e Rádio Sim) continua a liderar o meio com 23,8%, apesar da queda de 1,2%. Segue-se a Media Capital Rádios (Comercial, Cidade FM, Best Rock, Romântica FM, M80, Mix FM, Rádio Clube Português e MFM) com 18% (desce 0,7%).

 

Os restantes dois grupos são os únicos que registam uma subida na audiência. A RDP (Antenas 1, 2 e 3) sobe 0,3% e fixa-se nos 7,8%. Por seu lado, a TSF sobe 0,4% para os 4,5%.



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Sexta-feira, 15.10.10

Director de programas das rádios do grupo RTP, Rui Pego


O Acordo Ortográfico vai ser aplicado nas várias emissoras do grupo RTP a partir de Janeiro de 2011. O impacto da medida verificar-se-á na vertente multimédia e em antena, esclarece ao Expressões Lusitanas o director de programas, Rui Pego.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“A RTP, enquanto empresa de comunicação social pública, tem a obrigação de aplicar o Acordo, que decorre de uma decisão tomada e assinada entre o estado português e os países lusófonos”, explica o responsável, à margem da apresentação das novas rádios ‘web’ do grupo: Antena 3 Dance e Antena 3 Rock.

 

Actualmente, adianta Rui Pego, realizam-se acções de formação. A partir de Janeiro de 2011, a aplicação do Acordo Ortográfico vai ter impacto “sobretudo” na ‘web’.



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Apresentação da Antena 3 Dance e Antena 3 Rock no Lx Factory, em Lisboa


A rádio pública lançou duas novas rádios associadas à marca Antena 3. Explorando os géneros musicais ‘rock’ e de música de dança, as novas emissoras surgem de um “plano de desenvolvimento” de ‘web’ rádios por parte do grupo RTP.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“Entendemos que a vida da rádio é de multi-plataformas e, por tal, não se esgota apenas no FM. Actualmente a rádio não é apenas ouvida na sua forma tradicional, mas em todo o sítio, como o computador ou o telemóvel”, explica ao Expressões Lusitanas o director de programas das rádios do grupo RTP, Rui Pego.

 

O responsável acrescenta ainda que o lançamento da Antena 3 Dance e Antena 3 Rock vem na sequência de um “plano de desenvolvimento” de rádios ‘web’. Os exemplos mais recentes são a Rádio Lusitânia, a Rádio Vivace e a Antena 1 Vida.

 

“Chegou a altura de lançar estas duas novas rádios, que são o desdobramento da marca Antena 3, e contemplam dois universos musicais (‘rock’ e ‘dance’) com expressão na programação normal do FM, mas que podem ganhar outra identidade e dimensão se tiverem espaços próprios”, detalha Rui Pego.

 

A programação das duas novas rádios vai assentar, na sua maioria, em programas de autor. A ‘playlist’ (lista de músicas pré-definida) vai ocupar oito horas diárias na Antena 3 Rock e sete horas na Antena e Dance.

 

“Vamos apostar na personalidade. As rádios ‘web’ não podem ser vistas como tendo música a metro”, esclarece o director de conteúdos para novas plataformas da RDP, Jorge Alexandre Lopes.

 

Programas a serem transmitidos no FM da Antena 3 vão ter espaço na ‘web’. Para já, adianta Rui Pego, “não há programas da ‘web’ a passar no FM”, porque “pretende-se que as pessoas conheçam” as novas apostas. “Pode ser que venha acontecer. Depende da carreira dos programas”, afirma.



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Quinta-feira, 07.10.10

 

A RTP e a Universidade Lusófona, em Lisboa, organizam hoje uma conferência internacional sobre a rádio em Portugal e o futuro que os tempos actuais lhe reservam. A iniciativa surge no âmbito das comemorações dos 75 anos da rádio pública em Portugal.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“A discussão, multi-disciplinar, privilegiará a abordagem à reconstrução dos modelos de produção, novos desafios da informação, à inovação tecnológica e de programação, às novas exigências da convergência e aos desafios produzidos pelas diferentes plataformas de distribuição de conteúdos”, esclarece a RTP em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Na conferência vão estar presentes “destacadas personalidades” e conferencistas de “relevância internacional”, como o futurólogo musical alemão Gerd Leonhard.

 

O evento realiza-se hoje no Auditório Agostinho da Silva, na Universidade Lusófona, em Lisboa.



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Quarta-feira, 06.10.10

 

A Rádio Amália, do empresário Luís Montez, está a comemorar um ano de emissões e, desde a madrugada de hoje, já emite para Setúbal, em 100,6Mhz, tal como foi noticiado pelo Expressões Lusitanas em Junho.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Perante a “actual crise nacional e internacional” e as “dificuldades” sentidas pelo mercado publicitário, a Rádio Voz de Setúbal viu-se “forçada” a “procurar uma solução que viabilize o projecto”, podia ler-se na deliberação emitida pela ERC em Junho.

 

“No momento actual, é complicado uma rádio local funcionar por si só e se se aliar a outra, ou outras, conseguirá, através de economias de escala, ter a saúde financeira que lhe permite ultrapassar as suas necessidades”, justificava a emissora sadina.

 

Emitindo em 100,6Mhz, o sinal da ex-Rádio Voz de Setúbal quase se cingia à cidade sadina. Desde as 00:00 de hoje, o agora sinal da Rádio Amália de Setúbal consegue alcançar parte do Ribatejo, a cidade de Lisboa e o litoral alentejano.



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