Sexta-feira, 05.11.10

 

Os 15 concorrentes da edição de 2010 de Operação Triunfo (OT) vão ser recebidos por Sílvia Alberto na primeira gala do concurso, a realizar este sábado, às 21:15, na RTP 1. São já conhecidos os professores da escola.

 

Expressões Lusitanas


A professora de canto Paula Oliveira vai ser a responsável pela escola, onde diariamente os concorrentes vão ter de lidar com diferentes desafios.

 

Para além de Paula Oliveira, Ruben Alves (piano), Kiko (canto), Ana Ester Neves (técnica vocal) e Marco de Camillis (dança e coreografia) são os restantes membros da equipa docente da escola da OT.



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Sábado, 18.09.10

 

Uma extensa fila pela Avenida da Liberdade, em Lisboa, reunia esta manhã os candidatos ao segundo ‘casting’ da Operação Triunfo, depois de a caravana do programa ter passado pelo Porto. Sílvia Alberto mantém-se na apresentação do formato e diz estar “cheia de saudades” de mais uma edição da OT.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

A extensa fila era composta por candidatos oriundos de vários pontos do país. A ansiedade aumentava à medida que se aproximavam das portas do Teatro Tivoli.

 

Durante a árdua espera, os amigos são o alicerce para aguentar as várias horas de espera. Ana, natural da Covilhã, está na fila desde as 08:00 e vem acompanhada do amigo Roberto. O “sonho” leva-a a estar ali bem cedo para conseguir o melhor lugar.

 

Quando se apresentar ao pré-‘casting’ (selecção feita pela produção, antes do contacto com os jurados), Ana vai interpretar dois temas, um deles em português e intitulado ‘Sol de Inverno”, de Simone de Oliveira.

 

Foto: Ana e o amigo Roberto

 

Mais acima na fila, e já perto do Tivoli, estava Tatiana, de Lisboa, que confessa ir “tentar” a sua “sorte”, depois de a voz a ter afastado dos dois ‘castings’ do programa concorrente – Ídolos (SIC).

 

“No primeiro ‘casting’ estava afónica e, mais tarde, quando se realizou o segundo, estava rouca. Hoje já estou melhor”, assevera.

 

Apresentadora com “saudades”


Sílvia Alberto assume novamente a condução de “Operação Triunfo”, programa do qual já sentia “muitas saudades”. “A OT é um projecto prestigiante para a RTP e muito intenso para a apresentadora”, refere.

 

Antes da capital portuguesa, o Porto também acolheu a fase de audições do programa. Sílvia Alberto recorda a “energia fantástica” vivida na cidade Invicta, sublinhando, contudo, que Lisboa tem estado “a surpreender”.

 

“O amor dos pais é incondicional”


A apresentadora continua a recordar os dias de ‘casting’ vividos no Porto, onde o Coliseu foi o palco escolhido para receber os candidatos.

 

“Havia pessoas à porta desde o dia anterior. Levavam saco-cama e até havia pais a dormir durante a noite em substituição dos filhos, a fim de que estes estivessem frescos de manhã”, conta Sílvia Alberto, dizendo que o “amor dos pais é incondicional”.

 

 

Não basta ter voz

 

Para quem sonha em passar às fases seguintes e entrar na escola da Operação Triunfo, Sílvia Alberto afirma que quem “não demonstrar uma estrutura psicológica” capaz de enfrentar um palco com as dimensões do Coliseu do Porto ou do Teatro Tivoli, “nunca” irá lidar com a multidão em directo no palco da OT.

 

“O requisito para se ser um candidato do programa não passa apenas pela voz. A técnica, a atitude, o carisma e ser um artista no palco são muito importantes”, garante.

 

Júri da OT é “pedagógico”


Os candidatos vêm “cada vez mais preparados”, o que, em certos casos, é “tenebroso” para o júri. “É triste ver pessoas a cantar muito bem, mas que, por outro lado, não nos tocam, nem têm a tal estrelinha”, refere.

 

Sílvia destaca que o júri da OT “não deixa nada para dizer”, porém é “pedagógico”. “No arranque do projecto, eles [júri] marcam a diferença, porque ninguém vai sair daqui sem uma perspectiva de evolução, nem saber onde pode melhorar”.

 

Adianta que cada concorrente a passar o ‘pré-casting’ vai ter “direito a uma avaliação personalizada”, algo que considera ser “único”. “Os elementos do júri conseguem fazer uma boa gestão entre um comentário não tão simpático ou potenciar o talento que estão a ver”, afirma.

 

Questionada pelo Expressões Lusitanas sobre se o perfil “pedagógico” na abordagem aos concorrentes é aquilo que difere o júri da OT do concurso Ídolos (SIC), Sílvia Alberto constata que se está perante uma fase “em que as comparações são inevitáveis”.

 

“A Operação Triunfo não vai perder a sua identidade, nem vamos descaracterizar o projecto só por haver uma fase de audições, que sempre existiu em Espanha [país criador do formato]. Estamos a ser fiéis ao projecto espanhol”, acrescenta.

 

Os jurados da OT são Rui Baeta (professor de técnica vocal), Paula Oliveira (coordenadora da escola) e Rui Massena (maestro).



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Segunda-feira, 01.03.10

 

A 46ª edição do Festival RTP da Canção vai ser transmitido pela primeira vez em Alta Definição (HD) e aproxima-se do formato internacional, com duas semi-finais e uma grande final, todas no Campo Pequeno, em Lisboa.

 
Daniel Pinto Lopes
 

A edição deste ano do Festival da Canção vai ter “características únicas” e que passam pela “renovação” e “introdução” de elementos que sejam um “mais-valia” para o evento, refere ao Expressões Lusitanas o director de programas da RTP, José Fragoso.

 

Vão haver duas semi-finais e uma grande final nos dias 2, 4 e 6 de Março, respectivamente, um formato que advém “do próprio modelo” que a Eurovisão aplica.

 

“Esta hipótese permite termos o dobro das canções a concurso, abre a possibilidade de termos mais autores, intérpretes e música, transformando uma noite de televisão em três espectáculo televisivos”, explica José Fragoso.

 

A 46ª edição do Festival RTP da Canção realiza-se este ano no Campo Pequeno, em Lisboa, um cenário “compatível” com o “crescimento” da “ambição” por parte da RTP e, por esta razão, o Festival está numa “sala maior” e com um “índice de produção significativo”.

 

Este ano o Festival tem “ainda mais um complemento”, refere o director de programas da RTP, que consiste na transmissão em Alta Definição (HD), constituindo o “primeiro grande evento deste género” produzido e emitido neste novo formato, à semelhança do que acontece com os jogos da Liga dos Campeões transmitidos pela RTP.

 

A apresentadora continua a ser Sílvia Alberto, que considera “uma honra” poder continuar a dirigir o Festival, sentindo o “esforço pela renovação do evento”.

 

“Da minha parte espero poder potenciar o espectáculo com a minha boa disposição e, de resto, acho que estão reunidos todos os elementos para isso”, detalha Sílvia Alberto ao Expressões Lusitanas.

 

Para além das 24 canções a concurso, o Festival vai contar com a presença em palco de Fernando Tordo, que vai interpretar canções do poeta Ary dos Santos. José Cid, os Flor-de-Lis (vencedores do ano passado do Festival da Canção) e os Voca People vão também pisar o palco do Campo Pequeno. Vai ser ainda feita uma homenagem à escritora e actriz Rosa Lobato Faria, que recentemente faleceu.

 

A 46ª edição do Festival RTP da Canção coincide com as comemorações dos 53 anos da televisão pública no dia 7 de Março.

 



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