Quinta-feira, 17.02.11

 

A banda de Coimbra acaba de reeditar o álbum de estreia “A Vida dos Outros” e são duas as principais diferenças em relação ao disco de estreia. Uma delas verifica-se na capa do álbum, na qual o grafismo foi “ligeiramente modificado” - o céu azul do dia deu lugar ao céu escuro da noite. Já a segunda diferença reside na introdução de três novos temas.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Apesar de o processo de gravação e de criação dos arranjos dos novos temas ter sido “algo diferente” do disco de estreia, os Anaquim tentaram seguir a mesma linha, a fim de terem uma “sonoridade homogénea” e “para não destoar”, explica ao Expressões Lusitanas o vocalista José Rebola.

 

Dois dos três novos temas não são originais. Um chama-se “A Morte Saiu à Rua”, de Zeca Afonso, e o outro é a recriação do genérico de Tom Sawyer e ambos fazem parte da lista de canções a interpretar nos concertos da banda. Apenas “Sumário” foi composto originalmente pelos Anaquim e trata-se de um ‘medley’ instrumental, “viajando por todos os temas do disco”.

 

Na calha está uma nova música composta pelo grupo e intitula-se “Encurvado”, um “piscar de olho” a novas sonoridades e ao segundo trabalho discográfico.



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Terça-feira, 20.07.10

 

‘Lusíadas’, canção “movida a piano e assobio” e que “transporta o épico de Camões para o século XXI”, é o novo tema extraído do álbum de estreia homónimo de Anaquim, depois de a banda de Coimbra ter apresentado ‘As Vidas dos Outros’.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

‘Lusíadas’ traça um “retrato certeiro de um país chamado Portugal, que ganhou em peculiaridade o que perdeu em riqueza”, detalha a editora de Anaquim em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O álbum de estreia de Anaquim foi editado em Março deste ano. A banda de Coimbra tem percorrido o país para apresentar o seu álbum de estreia. O próximo concerto tem lugar no festival Sudoeste, na Zambujeira do Mar, no dia 07 de Agosto.



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Quinta-feira, 25.03.10

 

O projecto de José Rebola, o Anaquim, está na tabela de vendas pela terceira semana consecutiva. A banda prossegue a sua digressão por todo o país e já tem novas datas confirmada para os espectáculos ao vivo.


Daniel Pinto Lopes


O disco de estreia de Anaquim, “As Vida dos Outros”, está na tabela de vendas nacional pela terceira semana consecutiva desde o seu lançamento, informa a editora Universal Music.

 

A banda de Coimbra continua a divulgação do seu trabalho discográfico um pouco por todo o país e conta com novas datas marcadas.

 

De acordo com a editora discográfica de Anaquim ao Expressões Lusitanas, o grupo sobe ao palco do Café Concerto no Teatro Municipal da Guarda no dia de hoje, 25 de Março. No sábado, 27, apresenta-se no Centro Cultural de Congressos das Caldas da Rainha.

 

No mês de Abril, Anaquim dá a conhecer-se no Centro Cultural de Ílhavo. No mês seguinte, a 12 de Junho, a banda de Coimbra ruma até ao Centro de Artes de Sines. No dia 25 de Junho vai estar presente no Festival MED, em Loulé.

 

Já no dia 1 de Julho, Anaquim sobe ao palco do Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, e participa nas festas do Almonda, em Torres Novas, no dia 8 do mesmo mês.

 

A última data conhecida é 9 de Julho, quando Anaquim é recebido no Teatro Municipal de Bragança.

 

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Anaquim: um duende com uma “visão fresca do mundo” convida à mudança

Anaquim entra directo para 12º lugar da tabelas de vendas



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Quarta-feira, 10.03.10

 

O álbum "As Vidas dos Outros" de Anaquim, banda de Coimbra e liderada por José Rebola, entra directamente para 12º lugar da tabela nacional de vendas.

 

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Anaquim: um duende com uma “visão fresca do mundo” convida à mudança - Reportagem/Entrevista



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Terça-feira, 02.03.10

 

Oiça a reportagem:

 

Anaquim é um duende com molas nos pés que se esconde a observar o mundo dos outros “como se dele fizesse parte”, vendo as coisas de uma forma “imparcial” e “fresca”, convidando à "mudança” e combatendo o “conformismo”.

 
Daniel Pinto Lopes
 

“Em traços gerais e exteriores é um duende com 1,20 metros de altura e com molas nos pés, para reflectir o carácter saltitão de algumas músicas e também para lhe permitir aparecer e desaparecer nos sítios, porque é suposto que ele seja observador e cronista”, explica ao Expressões Lusitanas o mentor do projecto, José Rebola.

 

Anaquim consegue ver as coisas de uma forma “imparcial” e sem estar associado ao “peso de um passado e de uma tradição”. Consegue alhear-se de uma realidade “anterior” de preconceitos e estereótipos e, através deste olhar “imparcial”, consegue “transmitir” aquilo que vê.

 

“É uma espécie de visão fresca do mundo. A questão que se coloca é o que pensaria um duende que chegasse aqui sendo uma folha em branco? Há coisas que só continuamos a fazer porque sempre fizemos assim e, portanto, só tirando este tapete da tradição ou do hábito é que podemos ir ao cerne de algumas questões e ver se fazem sentido”, detalha.

 

Natural de Coimbra, José Rebola dá vida a esta personagem e confessa que, para ele, é “impossível” ter este olhar imparcial e esta “visão fresca”. Refere que deve ser um “heterónimo” e um “alter-ego” de todos.

 

Nascido em 2006, o projecto Anaquim surgiu a partir de canções que foram escritas para um outro projecto que teve em mãos – “The Cynicals” -, “mais virado para o punk rock e de expressão inglesa”.

 

Ao começar a escrever canções que não se “enquadravam” no “perfil musical” deste seu primeiro projecto, as letras ficaram fechadas numa gaveta “a amadurecer”. Quando “chegou o seu tempo”, começou a mostrar as letras a “outras pessoas”, que chegaram a um locutor da Rádio Universidade de Coimbra (RUC), tendo “feito a ponte” para o compositor JP Simões.

 

“Ele andava à procura de bandas para o ‘Quilómetro Zero’ e, mais tarde, ligou-me a perguntar se podia gravar um ensaio para passar no programa. Na altura não tinha músicos, porque tinha sido eu a fazer tudo e era um projecto a solo”, recorda.

 

Vários amigos de José Rebola juntaram-se para integrar este seu novo projecto. Foram escritas novas canções e o resultado culmina no lançamento de um disco.

 

Neste “As Vidas dos Outros”, José Rebola canta precisamente as “vidas dos outros” e desmultiplica-se em várias personagens de um bairro “imaginário” e "familiar".

 

De acordo com o autor de Anaquim, este disco é um convite para a “mudança”, porque o que se pretende é que as pessoas se “apercebam de algumas coisas” e façam “aquela pergunta chata – porquê?”

 

Contudo, adverte que este disco não pretende ser “nenhuma lição de moral”, nem “nenhuma ordem ou instrução”. Antes, “uma primeira fala de uma conversa” que se deve ter com as pessoas.

 



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