Sexta-feira, 12.11.10

 

Os Belle Chase Hotel voltam a reunir-se e vão apresentar-se em palco para um mini-digressão agendada para algumas salas do país. O primeiro ponto de encontro é hoje, 12 de Novembro, no Teatro Gil Vicente, em Coimbra.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

A banda de JP Simões e de Raquel Ralha (Wraygunn) regressam aos palcos. Quinze anos após o início da carreira e cinco depois da decisão de colocaram o ponto final no grupo, os Belle Chase Hotel marcaram para hoje o seu primeiro encontro em Coimbra.

 

O concerto de hoje, às 21:30, no Teatro Gil Vicente, na cidade dos estudantes, é o primeiro de uma mini-digressão em datas ainda não anunciadas pela agência do grupo em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.



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Terça-feira, 13.07.10

 

A água é o tema central da segunda edição do Festival das Artes de Coimbra, que começa esta sexta-feira, 16 de Julho, e termina a 01 de Agosto. Vários nomes das artes vão pisar os palcos do evento, tais como Pedro Burmester, António Pinho Vargas, Joana Carneiro ou Bernardo Sassetti.

 

Expressões Lusitanas

 

Organizado pela Fundação Inês de Castro, o Festival das Artes de Coimbra decorre ao ar livre no anfiteatro ‘Colina de Camões’ na Quinta das Lágrimas, em Coimbra.

 

Ao todo, a edição deste ano apresenta 42 eventos, que vão “dar conta desta diversidade de representação da água na música, no teatro, na dança, no cinema, na literatura, na pintura, na fotografia, na banda desenhada, na arquitectura, na filosofia, na gastronomia, no ambiente, no património, no urbanismo”, pode ler-se na página oficial do evento.


As hostes da segunda edição do festival abrem com o espectáculo “Bem-vindos a Coimbra”, interpretado pela Orquestra Clássica do Centro, seguido da actuação do actor André Gago, que vai apresentar uma selecção de trechos da Carta de Pêro Vaz de Caminha, com música improvisada de Carlos Barretto.


Pedro Burmester, António Pinho Vargas, Paulo Ribeiro, Beatriz Batarda, Joana Carneiro, Bernardo Sassetti e José Bento dos Santos são alguns dos nomes que vão passar pelos palcos do Festival das Artes de Coimbra 2010.


A água, "essa ocupante de 70% da superfície terrestre e constituinte de sete décimas do peso do nosso corpo, teria de ser, necessariamente, uma das mais apelativas sugestões para tema privilegiado do Festival das Artes e é, com naturalidade, o escolhido para a edição de 2010, depois de a Noite ter sido o mote em 2009", explica o presidente da direcção Manuel Ivo Cruz, citado na página do Festival.


A proposta do evento deste ano passa pela “digressão por algumas dessas manifestações da imaginação e da inteligência humana na criação de sons, imagens, palavras, sabores, ideias, práticas, comportamentos, a pretexto da água, das suas cores e formas, transparências e opacidades, fúrias e acalmias, rugidos e silêncios da água, enquanto fonte de vida e agente de morte, geradora de prazeres e dores, espaço de mobilidade e de aprisionamento", adianta.



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Sexta-feira, 05.03.10

A Rádio Universidade de Coimbra (RUC) completa 24 anos de emissões em FM, algo que, de acordo com a administração, representa uma “grande vitória” por ainda estar no ar, naquela que é a única rádio-escola da Península Ibérica.

 
Daniel Pinto Lopes
 

A RUC comemorou 24 anos de existência no passado dia 1 de Março, uma data que simboliza “uma grande vitória” para a rádio universitária.

 

Ao Expressões Lusitanas, José Santiago, da administração da RUC, refere que a rádio começou por ser um “centro experimental” ainda nos anos 60 e foi a “responsável” pelo processo da lei da rádio no parlamento no tempo da atribuição dos alvará de transmissão (anos 80) às, na altura, rádios pirata.

 

A diferença entre a RUC e as restantes rádios reside no “carácter experimental”, pautando-se por ter uma “escolha à margem” e “fora do habitual” daquilo que se faz nas outras emissoras.

 

José Santiago refere ainda que a RUC, para além de “servir” a comunidade universitária de Coimbra, é a “maior fonte de informação” da cidade, tendo em conta que “não existe” mais nenhuma outra emissora de carácter local.

 

“Não nos fechamos na comunidade universitária, antes pelo contrário. Há outras pessoas a ouvir a RUC, sobretudo quando são feitos os relatos da Académica”, sublinha.

 

O responsável adianta que a RUC é a “única” rádio-escola a funcionar na Península Ibérica, responsável pela formação de mais de uma centena de estudantes e de pessoas que “querem aprender rádio”.

 

A grelha da Rádio Universidade de Coimbra é composta por “programas temáticos” e um variado leque de programas de autor. Tem sete noticiários nos dias úteis com informação sobre a universidade e todo o que lhe está associada, mas não só.

 

“Nunca esquecemos a cidade e temos a preocupação de mostrar o que se passa em Coimbra, porque não são só o estudantes que ouvem a rádio”, detalha.

 

No âmbito dos 24 anos, a RUC realizou uma emissão de 24 horas durante a qual foram recuperados sinais horários e “jingles” antigos e programas que já passaram pela antena, tentando, desta forma, “mostrar o que foram estes 24 anos de rádio”.

 

Amanhã, 6 de Março, e com repetição no dia 28, a RUC apresenta o evento “Música Imperfeita”, cuja filosofia passa por transformar as instalações da rádio num “instrumento criador de música”, com o objectivo de cada um se dirigir à emissora e “demonstrar a sua música” em antena.

 



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Sábado, 27.02.10

 

Luís Represas apresenta-se hoje às 21:30 no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, depois de ter esgotado o Teatro Sá da Bandeira, em Santarém, e o Teatro Virgínia, em Torres Novas, informa a agência do cantor em comunicado.

 

Daniel Pinto Lopes

 

A digressão que Luís Represas tem vindo a apresentar este ano chega hoje a Coimbra, depois de quase cinco anos desde a última vez que o cantor esteve na cidade.

 

"Com uma banda renovada, Represas mostra um espectáculo com diferente roupagem. Num formato acústico e intimista, onde o cantautor manterá uma maior proximidade e cumplicidade com o público, grandes temas intemporais de uma carreira consolidada, com quase 35 anos, serão desvendados pela primeira vez em novas ambiências sonoras", explica a agência de Luís Represas no comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

O artista vai ser acompanhado por baixo e contrabaixo eléctrico (Cícero Lee), guitarra (Luís Fernando), piano (Carlos Garcia) e bateria (Marcos Alves).



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Quinta-feira, 04.02.10

 

A Torre da Universidade de Coimbra, "a mais velha das torres horárias escolares europeias", entrou hoje em obras de conservação e restauro, que visam dotar este Monumento Nacional de condições para reabrir ao público em segurança. *com "i"

 

Construída entre 1728 e 1733, de acordo com o plano do arquiteto italiano Antonio Canevari e sob orientação do mestre de obras da Universidade, Gaspar Ferreira, a Torre da Universidade de Coimbra é hoje um dos símbolos mais adoptados na representaçãoda instituição e da própria cidade.

 

"Trata-se de um dispositivo arquitectónico de extrema raridade em edifícios universitários, que resultou da necessidade de organizar a vida escolar num edifício nascido com outra vocação: o Paço Real de Alcáçova", informa uma nota hoje divulgada pela Universidade de Coimbra.

 

O remate em forma de terraço é uma das características da Torre, que aloja, além dos relógios, três sinos, que regulam o funcionamento do ritual da Universidade e são conhecidos entre os estudantes por "Cabra, Cabrão e Balão".

 

Face à sua localização, na Alta, a Torre proporciona um panorama sobre a cidade a que poucos têm acesso e apenas em dias especiais.

 

Apenas uma vez por ano, no Dia da Universidade (01 de Março), a Torre abre ao público em geral.

 

Nas estreitas escadas apenas passa uma pessoa de cada vez, sendo as visitas desaconselhadas a quem tem claustrofobia ou problemas do coração, disse à Lusa fonte do gabinete do reitor.

 

"Será uma intervenção muito discreta, mas muito emblemática, é restaurar uma jóia", disse o pró-reitor para a manutenção de edifícios, Raimundo Mendes da Silva.

 

A intervenção, que visa "restituir a dignidade visual" da Torre, inclui limpeza e restauro da pedra, substituição de caixilharias, iluminação, proteções e correção dos degraus.

 

Foi preparada por especialistas de diversas áreas e validada por instituições nacionais que tutelam aquele Monumento Nacional, estatuto adquirido em 1910.

 

Durante seis meses, a Torre estará protegida com painéis que reproduzem a sua actual imagem, com o objetivo de atenuar o efeito das obras nas visitas turísticas e permitir que todos os visitantes continuem a ter uma visão de conjunto do Paço das Escolas.

 



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