Segunda-feira, 05.07.10

Legenda: Durval Lélys, vocalista e guitarrista dos Asa de Águia


As cores verde e amarela da bandeira do Brasil coloriram a paisagem do Alto da Ajuda, em Lisboa, no último dia do festival Delta Tejo. Grupo Revelação, Martinho da Vila e Asa de Águia mereceram as atenções dos 20 mil festivaleiros presentes, o dia mais cheio da edição deste ano.

 

Daniel Pinto Lopes

Enviado especial Delta Tejo

 

O fim de tarde quente foi inaugurado pela música da portuguesa Claud, que teve a oportunidade de apresentar os temas do novo álbum “Pensamento”, editado este ano, conjugados com as canções do disco de estreia “Contradições” (2006).

 

Uma hora depois, às 20:00, o público começava a juntar-se na frente do palco principal para assistir ao concerto do cantor angolano Paulo Flores.

 

Ao som da ‘kizomba’, houve quem aproveitasse para dançar mais juntinho com o seu parceiro, momento apenas interrompido, em parte, pela intensa poeira que varria o recinto.

 

Entretanto, começava o concerto dos Cacique’97 no palco secundário que, fruto do espectáculo de Paulo Flores, apenas conseguiu aglomerar cerca de uma centena de pessoas.

 

Contudo, o colectivo ‘afro-beat’ português e moçambicano conseguiu contagiar os festivaleiros com a sua música, que, nas letras, nutria um “grande amor” pela Nigéria. Por momentos, chegou a pensar-se que os Cacique’97 eram naturais deste país africano.

 

À medida que as horas passavam, mais gente se dirigia e fixava junto ao palco principal. Estava a quase a dar início uma das atracções do último dia do Delta Tejo – Grupo Revelação.

 

Entraram em palco com um “Olá, Brasil” e, posteriormente, endereçaram um “abraço” para o “povo brasileiro em Portugal” e para “o povo português”, que, de acordo com um dos elementos do grupo, Xande de Pilares, “tem recebido muito bem o Grupo Revelação”.

 

Já perto das 22:00, entravam em acção no palco secundário os colombianos Quantic and His Combo Bárbaro.

 

Pouco depois, a voz inconfundível de Martinho da Vila e o ritmo samba ecoavam pelo Alto da Ajuda, pondo toda a gente a dançar.

 

Com cerca de 40 anos de carreira, o músico brasileiro revelou o seu segredo para encarar a vida: “O segredo da vida é fazer tudo devagar, até naquelas coisas mais particulares”, disse, sorridente, introduzindo o tema ‘Devagar, Devagarinho’.

 

As 20 mil pessoas presentes no recinto dançavam ao som do samba, naquela que era por muitos considerada a festa do Brasil em Portugal.

 

Posteriormente, o palco secundário reabriu e com ele alterou-se a sonoridade até então ouvida maioritariamente no último dia do Delta Tejo. Os ritmos africanos do grupo Batida (Luanda, Angola) reabriram as hostilidades.

 

O início da actuação de Batida foi propositadamente atrasado, a fim de coincidir com o término do concerto de Martinho da Vila.

 

A fome apertava e muitos festivaleiros passaram pelo palco secundário à procura da zona de alimentação. Alguns devem ter por ali ficado, tendo em conta que a tenda esteve composta.

 

Sob a condução do MC Sacerdote, que tinha um pente vermelho espetado no cabelo, os Batida trouxeram os sons de Angola e revisitaram alguns temas centrais do ‘kuduro’. A frase de ordem era “Quero barulho!”.

 

A actuação mais esperada da noite estava, contudo, para acontecer. Os Ásia de Águia mobilizaram grande parte dos presentes ao Delta Tejo.

 

O colectivo galvanizou e levou ao rubro o público na sua maioria brasileiro. Por seu lado, o álcool era já bastante, o que impedia alguém mais pacato de ver o concerto com alguma tranquilidade.

 

A banda de axé destacou a “ligação” de “irmão de sangue e de emoção” entre os povos português e brasileiro, ligação que disseram ter “sentido” durante o concerto no Delta Tejo.

 

“Agradecemos aos portugueses por terem feito a descoberta”, sublinhou o vocalista Durval Lélys.

 

A fechar a edição de 2010 do Delta Tejo esteve o MC e músico angolano Puto Prata. Contando com uma bateria, uma mesa de dj, três dançarinos e duas vozes, a festa foi feita ao ritmo do kuduro progressivo.

 

O festival Delta Tejo está de regresso ao Alto da Ajuda, na zona de Monsanto, em Lisboa, no próximo ano de 2011, facto já confirmado pela organização em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

OUTROS DADOS

No segundo dia do Delta Tejo, alguns festivaleiros tiveram de esperar algum tempo  para entrar, devido à remoção do painel publicitário do portal de entrada do recinto. Com recurso a intervenção técnica especializada, a placa do patrocinador principal do evento teve de ser retirada do lado interior do recinto, a fim de evitar danos maiores.



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Domingo, 04.07.10

Créditos fotográficos: Produção do Delta Tejo

 

O segundo dia do festival Delta Tejo registou menor afluência de pessoas em relação ao dia inaugural. Contudo, os 16 mil presentes assistiram a espectáculos de diferentes ritmos e sonoridades apresentados por vozes femininas, naquele que foi o dia das Mulheres. A Língua Portuguesa foi quase dominante neste segundo dia de festival.

 

Daniel Pinto Lopes

Enviado especial ao Delta Tejo

 

O concerto inaugural do segundo dia do evento registou-se no palco secundário. A cubana Danae, que aos três anos saiu da sua terra natal para viver em Cabo Verde, teve mais público a assistir do que Emmy Curl no dia de ontem.

 

À medida que ia cantando, Danae balanceava-se pelo palco e em redor dos seus músicos, fazendo formas e desenhos com um pequeno rolo de esponja vermelho.

 

Terminado o concerto de Danae, as atenções viraram-se para o palco principal, no qual se aguardava por Susana Félix.

 

Nestes momentos iniciais de espera, pouca gente se aglomerava na frente de palco. Com o vento a fazer das suas, a poeira varria o recinto.

 

Susana Félix inaugurou a sua actuação com ‘Fintar a Pulsação’, tema presente no álbum ‘Índigo’, de 2006.

 

A artista portuguesa combinou temas dos seus álbuns anteriores com as canções do seu último disco lançado há já três anos (2007) – ‘Pulsação’.

 

Com um vestido bastante colorido, que fazia ressaltar a sua figura em cima do palco, Susana Félix apelou, já no fim do concerto, para “termos sempre de acreditar”, “quer na família, amigos ou no país”. “Eu acredito sempre em vocês”, despediu-se a artista do seu público.

 

Enquanto decorria o concerto de Susana Félix, a cabo-verdiana Nancy Vieira contagiava o público presente no palco secundário com os ritmos africanos.

 

Das nove músicas que Nancy Vieira brindou aos festivaleiros, em que alguns optavam por estar sentados, visto que a atmosfera e a zona envolvente ao palco assim o pediam, destaca-se um tema chamado ‘Águ”, que, de acordo com a artista, tem criado alguma polémica no seu país.

 

“O letrista da música não teve intenção de fazer qualquer crítica ou de tornar este tema num elemento político”, afirmou, explicando que, apesar de Cabo Verde estar “rodeado de água”, “frequentemente” os habitantes não têm acesso a este “bem precioso”.

 

“O tema retrata a história do letrista que, quando era menino, ia de porta em porta com uma jarra a pedir água”, contou.

 

Mal tinha terminada a actuação de Nancy Vieira, a voz da fadista Ana Moura ecoava pelo recinto. Agradecendo o facto de o fado estar presente novamente no cartaz do Delta Tejo, Ana Moura cativou o público e teve o desempenho que nos tem vindo a habituar, apesar do vento e do pó que corria o recinto.

 

Ana Moura interpretou fados do seu mais recente disco “Leva-me Aos Fados”, não esquecendo o anterior “Para Além da Saudade”, através dos célebres temas ‘Os Búzios’ ou ‘O Fado da Procura’.

 

Amália foi também revisitada, através de um dos fados mais conhecidos da diva – “Vou Dar de Beber À Dor”.

 

Visivelmente satisfeita, Ana Moura ia agradecendo aos fãs e público presente. “Obrigado pelo vosso carinho e pelo vosso calor”, sublinhou.

 

Quase ao mesmo tempo que decorria o concerto de Ana Moura, no palco secundário ouvia-se o ‘soundcheck’ (teste de som) d’ Os Mutantes.

 

A banda brasileira de rock psicadélico formou-se na cidade de São Paulo (1966), quando Arnaldo Baptista, Sérgio Dias e Rita Lee decidiram criar uma nova banda, depois de alguns projectos que chegaram ao fim por falta de consenso relativamente à linha sonora que o grupo deveria seguir.

 

Após algumas mudanças na formação do grupo e de mais três discos editados, Rita Lee abandona ‘Os Mutantes’.

 

No Delta Tejo, a banda deu a conhecer o seu novo álbum ‘Haih’, com o tema de estreia ‘Querida’, aproveitando para explicar ao público os motivos que levaram o grupo a editar mais um trabalho discográfico.

 

“Não íamos ser uma banda de ‘covers’ d'Os Mutantes’, destacou o membro da composição inicial da banda brasileira, Sérgio Dias.

 

Recorde-se que a última desistência do grupo foi a de Arnaldo Baptista, porque, disse Sérgio Dias, era “fisicamente impossível” para o artista e, desta forma, “desistiu”.

 

Um pouco mais tarde, Ana Carolina dava início ao seu concerto, um dia depois de ter pisado o palco do Coliseu do Porto.

 

Interpretando os temas clássicos da sua carreira, a brasileira destacou o apreço pela sua presença no Delta Tejo. “Desde a primeira vez que vim a este festival, eu nunca mais me esqueci”, afirmou.

 

Já a passar da meia-noite, a nigeriana Nneka fechou o palco principal do Delta Tejo. Entretanto, e no palco secundário, o ritmo musical mudou drasticamente para acolher a electrónica da dj portuguesa Mary B.

 

O segundo dia do Delta Tejo só ficou completo com os ritmos cubanos e a postura descontraída e animada de Ska Cubano, que, com interpretações em inglês e em castelhano, pôs toda a gente a dançar.



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Sábado, 03.07.10

 

O segundo dia do festival Delta Tejo, que se realiza no Alto da Ajuda, em Lisboa, é dedicado às Mulheres. Susana Félix, Ana Moura, Ana Carolina ou Nancy Vieira são alguns nomes das artistas femininas a pisar os palcos do festival.

 

Expressões Lusitanas

 

O palco principal do festival recebe as actuações de Susana Félix (20:00), Ana Moura (21:20), Ana Carolina (22:50) e Nneka (00:20).

 

O palco secundário acolhe outros artistas, como Danae (19:05), Nancy Vieira (20:25), Os Mutantes (21:45), Mary B (23:10) e Ska Cubano (00:50).

 

O festival Delta Tejo termina amanhã, 04 de Julho.



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Créditos fotográficos: Produção do Delta Tejo


O primeiro dia do festival Delta Tejo, no Alto da Ajuda, em Lisboa, não teve casa cheia. Porém, não foi motivo para que as 17 mil pessoas presentes (número da organização) deixassem de dançar e vibrar ao ritmo das músicas de grupos e artistas provenientes dos países produtores de café, o mote do evento.

 

Daniel Pinto Lopes

Enviado especial ao Delta Tejo

 

A banda brasileira Natiruts inaugurou o palco principal do evento no seu primeiro dia. A banda originária de Brasília, capital do Brasil, aproveitou para mostrar o seu ‘reggae’ vibrante misturado com os ritmos da música brasileira.

 

O grupo, que tinha estado no palco secundário na edição anterior do Delta Tejo, falou sobre a eliminação das selecções de Portugal e do Brasil no campeonato do Mundo.

 

“Já que ambos os países não estão na África do Sul, vamos aqui todos juntos festejar com a música”, disse o vocalista da banda Alexandre Carlo.

 

Mais tarde, já com mais público presente, apesar das clareiras visíveis, subiu ao palco principal mais um artista brasileiro – Carlinhos Brown.

 

O compositor e cantor natural de Salvador recuperou muito dos êxitos conhecidos junto do público português, tendo levantado poeira literalmente.

 

Quase uma hora e meia depois, o palco encheu-se de elementos cénicos e visuais para acolher os Buraka Som Sistema, grupo que tem sido bem recebido na cena internacional.

 

A banda portuguesa proporcionou aos milhares de pessoas presentes um espectáculo electrizante, em que a palavra de ordem era “dançar”.

 

“Buraka entra e o som arrebenta” foi a frase mais vezes pronunciada pelos elementos dos Buraka Som Sistema, evidenciando, desta forma, um espectáculo mais ousado e nada formal.

 

Soube-se quase no final do concerto que esta foi a última actuação deste ano dos Buraka Som Sistema em Lisboa.

 

Coube ao jamaicano Shaggy encerrar as hostes do primeiro dia do palco principal no Delta Tejo.

 

Palco secundário recheado de artistas nacionais

Passavam poucos minutos das 19:30 quando a música da portuguesa Emmy Curl, natural de Vila Real, ecoou pelo palco secundário, uma espécie de tenda habitualmente utilizada nos circos, que, por seu lado, proporcionava um ambiente mais intimista.

 

Eram poucas as pessoas que estiveram no primeiro concerto de Emmy Curl no Delta Tejo. Contudo, os presentes, em jeito de solidariedade, fizeram questão de acompanhar as músicas da artista portuguesa.

 

Ainda estavam os brasileiros Natiruts a actuar no palco principal, já a Roda de Choro de Lisboa começava timidamente o seu espectáculo, tendo em conta que não estava ninguém para ver a sua actuação.

 

Só depois de terem tocado os primeiros acordes e a música se ter espalhado pelo recinto, terminado o concerto dos Natiruts, é que algumas dezenas de pessoas se juntaram para assistir ao concerto deste projecto que reúne artistas portugueses e brasileiros.

 

“Pensámos que ficavam no palco principal toda a noite”, disseram. Com o espaço mais composto incentivaram o público à dança. “Dancem com fartura e à vontade. Não tenham medo”, afirmaram.

 

Com recurso ao acordeão, clarinete, bandolim e ao cavaquinho, a Roda de Choro de Lisboa fazia a festa com um ritmo alegre e dançante deste estilo de música popular brasileira.

 

Posteriormente, o rock dos brasileiros Nação Zumbi fez-se ouvir neste palco secundário do Delta Tejo. A esta hora já o público quase enchia o espaço adjacente ao palco.

 

Porém, foram dois grupos nacionais que conseguiram cativar o maior número de festivaleiros neste palco: Expensive Soul e Nu Soul Family.

 

Os primeiros vieram de Leça da Palmeira acompanhados da Jaguar Band e deram a conhecer alguns temas que compõem o seu novo álbum “Utopia”, interpretando também as canções que celebrizaram a dupla. No final, elogiaram a “entrega” do público presente.

 

Aproveitando os festivaleiros conquistados pelos Expensivel Soul, a nova banda da música portuguesa Nu Soul Family mostrou as canções incluídas no seu álbum de estreia intitulado “Never Too Late To Dance”.

 

De facto, os Nu Soul Family fizeram jus ao nome do seu primeiro trabalho discográfico, tendo em conta que o concerto terminou já passava das 02:30.

 

Números do primeiro dia do Delta Tejo 2010

De acordo com a organização, estiveram ontem presentes 17 mil pessoas, menos três mil do que no primeiro dia da edição do ano passado.



publicado por Expressões Lusitanas às 15:50 | link do post | comentar | ver comentários (1)

Sexta-feira, 02.07.10

 

A Associação Abraço vai distribuir preservativos por todo o recinto do evento durante os três dias em que decorre o festival Delta Tejo – 2, 3 e 4 de Julho.

 

Expressões Lusitanas

 

Os responsáveis da Abraço vão assinalar as noites com temas específicos, distribuindo preservativos de sabores, preservativos florescentes que brilham no escuro e preservativos femininos.

 

Desta forma, a Abraço pretende apelar aos cuidados a ter com as infecções sexualmente transmissíveis, de forma a sensibilizar os jovens para  os respectivos perigos.



publicado por Expressões Lusitanas às 14:34 | link do post

 

O festival Delta Tejo arranca hoje para três dias de música e sonoridades provenientes dos países produtores de café. Hoje as portas do evento abrem mais cedo, às 14:30, para a visualização em ecrã gigante do jogo entre o Brasil e a Holanda.

 

Expressões Lusitanas

 

O Alto da Ajuda, em Lisboa, acolhe até domingo, 04 de Julho, o festival Delta Tejo, por onde vão passar bandas e artistas oriundos dos países produtores de café.

 

Os horários das actuações para os três dias já são conhecidos. O Expressões Lusitanas dá-lhe a conhecer a agenda de concertos prevista, fornecida pela organização em comunicado.

 

Sexta-feira, 02 de Julho

 

Palco Delta

20H00|NATIRUTS - 21H10|CARLINHOS BROWN - 22H40|BURAKA SOM SISTEMA - 00H10|SHAGGY

 

Palco Jogos Santa Casa

19H30|EMMY CURL - 20H45|RODA DE CHORO DE LISBOA - 22H10|NAÇÃO ZUMBI

 

Palco Beck’stage

23H50|EXPENSIVE SOUL - 01H35|NUSOULFAMILY

 

Sábado, 03 de Julho

Palco Delta

20H00|SUSANA FÉLIX - 21H20|ANA MOURA - 22H50|ANA CAROLINA - 00H20|NNEKA

 

Palco Jogos Santa Casa

19H05|DANAE - 20H25|NANCY VIEIRA - 21H45|OS MUTANTES

 

Palco Beck’stage

23H10|MARY B - OOH50|SKA CUBANO

 

Domingo, 04 de Julho

Palco Delta

20H00|PAULO FLORES - 21H10|REVELAÇÃO - 22H30|MARTINHO DA VILA - 00H05|ASA DE ÁGUIA

 

Palco Jogos Santa Casa

19H00|CLAUD - 20H20|CACIQUE’97 - 21H55|QUANTIC AND HIS COMBO BÁRBARO

 

Palco Beck’stage

23H30|BATIDA - 01H15|PUTO PRATA



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Quarta-feira, 30.06.10

 

A organização do Delta Tejo informa que as portas do primeiro dia do festival vão abrir mais cedo, às 14:30, para permitir a visualização em ecrã gigante do jogo entre as selecções do Brasil e da Holanda, no âmbito do campeonato do mundo de futebol.

 

Expressões Lusitanas

 

O primeiro dia do Delta Tejo, que se realiza no Alto da Ajuda, em Lisboa, é esta sexta-feira, 02 de Julho.

 

Para este dia estão agendados os concertos de Natiruts (20:00), Carlinhos Brown (21:10), Buraka Som Sistema (22:40) e Shaggy (00:10) no palco principal do evento, adianta a organização em comunicado enviado ao Expressões Lusitanas.

 

Já Emmy Curl (19:30), Roda de Choro de Lisboa (20:45) e Nação Zumbi (22:10) sobem ao estrado de um dos dois palcos secundários.

 

No terceiro palco do Delta Tejo vão marcar presença os Expensive Soul (23:50) e os Nu Soul Family (01:35).



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