Sexta-feira, 18.02.11

 

Créditos fotográficos: Ricardo Oliveira, GPM

 

O ministério da Cultura atribuiu terça-feira, 15 Fevereiro, a Medalha de Mérito Cultural ao compositor e maestro Pedro Osório, 74 anos, pelo seu contributo para a música portuguesa.


Expressões Lusitanas

Com Lusa

 

A condecoração foi entregue a Pedro Osório pelas mãos da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas, numa cerimónia que teve lugar no Centro Cultural de Belém (CCB), em Lisboa, e na qual foram apresentados vários projectos para a área da cultura. Marcaram presença o primeiro-ministro, José Sócrates, vários autarcas, responsáveis de organismos públicos e artistas de várias áreas.

 

"Pedro Osório, a quem o país deve 40 anos de profissionalismo, talento, entrega, alegrias, cumplicidades e tanto mais, a quem o país deve muito do que é hoje a sua linguagem musical contemporânea, foi o apoio e rampa de lançamento de tantos artistas", salientou a ministra com a pasta da Cultura.

 

Gabriela Canavilhas agradeceu também o contributo do maestro e compositor na criação da base programática do “Portugal Music Export”, agência para a internacionalização da música portuguesa, iniciativa lançada oficialmente no CCB.

 

Nascido no Porto, em 1939, Pedro Osório estudou piano e engenharia mecânica, mas posteriormente decidiu seguir a carreira de músico profissional, quando ainda estava a terminar o curso de engenharia.

 

 



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Segunda-feira, 27.09.10

 

A ministra da Cultura afirma estar a preparar a proposta de revisão da Lei do Cinema, que será apresentada e submetida a votação na Assembleia da República no decorrer das próximas semanas. Gabriela Canavilhas destaca ainda a “raridade” na exibição de seis filmes nacionais nas salas de cinema portuguesas.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

“[Com a nova lei] Pretendemos ir ao encontro das diversas sugestões expostas pelos vários parceiros do sector do cinema”, explica Gabriela Canavilhas durante a apresentação das quatro séries de ficção histórica da RTP, realizadas no âmbito das comemorações do Centenário da República.

 

Porém, a ministra da Cultura não adiantou o teor das medidas incluídas na proposta, tendo em conta que está “receptiva” a novas solicitações.

 

Ainda no decorrer da apresentação, Gabriela Canavilhas destacava o lançamento de uma rede de cinema digital que pretende chegar a todo o país. Até 2013, o objectivo consiste em cobrir 70 salas de “uma rede de equipamento digital”.

 

A ministra da Cultura frisou ainda o caso “raro” e “porventura único” de estarem seis produções portuguesas em exibição nas salas de cinema nacionais – “Contraluz”, Marginais”, “Assalto ao Santa Maria”, “Lisboa Domiciliária”, “O Último Voo do Flamingo” e “Embargo”.



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Foto: [Esquerda] Director de programas da RTP (José Fragoso) e [direita] Ministra da Cultura (Gabriela Canavilhas)

 

A RTP vai estrear, no decorrer do mês de Outubro, quatro séries de ficção história, no âmbito das comemorações do Centenário da República. A cerimónia decorreu no Teatro Camões, em Lisboa, e contou com a presença da ministra da Cultura, Gabriela Canavilhas.


Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

Para actores e equipa técnica, o Verão ficou marcado pela rodagem das quatro séries de ficção histórica centradas nos principais acontecimentos de 1910 e dos primeiros anos da República em Portugal.

 

O formato de cada um dos projectos é o de mini-série de dois episódios, a emitir no decorrer do mês de Outubro na RTP.

 

“Tratam-se de conteúdos para o futuro, retratando um momento muito importante da nossa História – a República – e que têm a marca da RTP”, explica o director de programas do canal público, José Fragoso.

 

De acordo com o responsável, a produção das séries – “República”, “O Segredo de Miguel Zuzarte”, “A Noite do Fim do Mundo” e “Noite Sangrenta” – envolveu um “forte investimento” na área da programação e com o apoio da Câmara Municipal de Lisboa, do Ministério da Cultura e da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

 

Em entrevista exclusiva ao Expressões Lusitanas, a ministra da Cultura sublinha a “importância” desta iniciativa. Gabriela Canavilhas refere ainda que os portugueses desconhecem “muitos detalhes” deste momento histórico.

 

“Séries como esta ajudam-nos a relembrar e até a aprender muito do que foi este processo, sobretudo a narrativa histórica e os seus personagens”, afirma a ministra da Cultura.



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Terça-feira, 13.07.10

 

A ministra da Cultura anunciou ontem, segunda-feira, que não vão haver cortes orçamentais no sector. Gabriela Canavilhas esteve reunida com as várias plataformas de artes.

 

Expressões Lusitanas

Com Agências

 

No final da reunião, em declarações aos jornalistas, na presença de todos os participantes, afirmou que “não será mais necessário fazer cortes no sector da cultura”.

 

“Informo que já não é preciso proceder às reduções e aos cortes no sector cultural, numa medida articulada com o Governo”, disse Gabriela Canavilhas, sem, contudo, adiantar outros pormenores.

 

Questionada como tinha conseguido evitar esses cortes, a ministra limitou-se a invocar a “solidariedade”, não deixando de referir que reconhece que “é necessário o esforço de todos” para combater a crise.

 

A ministra frisou várias vezes “a solidariedade do primeiro-ministro” José Sócrates, mas também “de todo o Governo” e o “esforço forte” do ministério que dirige.

 

“Esta medida [o corte de dez por cento nos contratos em curso ou a realizar durante o corrente ano e de 12,5 por cento na cativação das verbas do Ministério da Cultura] estava-me a custar horrores”, declarou Gabriela Canavilhas.

 

“O Ministério da Cultura só existe porque há artistas e um sector cultural que deve ser cuidado, regulado e estimulado”.

 

Os representantes das diferentes entidades (Associação Portuguesa de Realizadores; Plataforma de Cinema; Plataforma de Teatro, Plateia; REDE – Estruturas de Dança e Plataforma de Artes Visuais) manifestaram a sua satisfação por o Governo ter reconhecido a vitalidade do sector “que se uniu pela primeira vez".

 

Gabriela Canavilhas reconheceu “o movimento cívico forte” que uniu pela primeira vez todo o sector e afirmou que continuará “a dialogar" com ele.



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