Quinta-feira, 17.12.09

                           

 

Um abalo sísmico com uma intensidade de 6.0 na escala de Richter foi sentido esta madrugada em todo o país, sobretudo na região do Algarve. A Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) adianta que "não são conhecidos quaisquer danos materiais ou pessoais" causados pelo sismo, cujo epicentro foi situado a cerca de 100 quilómetros da costa Sul. *com RTP

 

O abalo teve início à 1:37 e fez-se sentir em vários distritos do país, em particular na região de Lagos e Portimão, no Algarve, mas também foi sentido em Aveiro e Braga, a Norte. De acordo com o Instituto de Meteorologia (IM), que avaliou a magnitude do sismo em 6.0 graus na escala de Richter, o epicentro localizou-se a cerca de 100 quilómetros a sudoeste do Cabo de São Vicente.

 

A agência de geofísica dos Estados Unidos (United States Geological Survey - USGS) calculou a intensidade do abalo em 5.7 na escala de Richter e situou o epicentro a 185 quilómetros de Faro e a 265 quilómetros de Lisboa. A página da USGS na Internet indica ainda que o sismo ocorreu a dez quilómetros de profundidade.

 

Do Instituto de Meteorologia, Adérito Serrão afirmou à agência Lusa que "o sismo desta madrugada é o maior registado, desde 1969".
 
O ministro da Administração Interna esteve reunido de emergência com a Autoridade Nacional de Protecção Civil, em Carnaxide. Numa primeira fase, as autoridades procuraram apurar a eventual existência de danos materiais ou vítimas. Disponibilizar informações à população foi outra das prioridades.
 
"Não há registo de danos pessoais, nem de danos materiais. Podemos concluir que houve, depois, algumas réplicas de menor intensidade", afirmou Rui Pereira à RTP, acrescentando que "o sistema funcionou, mais uma vez, bem".
 
Da Protecção Civil, Henrique Vicêncio fala de uma actividade sísmica "normal" e "benéfica", porque "há libertação de tensões ao longo do tempo e, assim, estamos a evitar sismos de maior magnitude no futuro".
 
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Segunda-feira, 14.12.09

       

 

O Palácio Nacional da Pena em Sintra está equipado com um sistema de videovigilância com 75 câmaras, que tem como objectivo a garantia de uma maior segurança a bens e a visitantes. *com Diário Digital
 
A sociedade responsável pela gestão dos monumentos de Sintra, a Parques de Sintra - Monte da Lua, apresentou este sábado o novo sistema de vigilância que já se encontra a funcionar no Palácio da Pena há alguns dias, passando assim a ser o primeiro palácio a dispor de tal dispositivo.
 
“Um palácio com o recheio que este tem precisa de ter um sistema de segurança moderno”, disse à agência Lusa o presidente da empresa Parques de Sintra - Monte da Lua, António Lamas.
 
O projecto representa um investimento de 177 mil euros, um valor comparticipado em 30 por cento pelo Programa de Intervenção do Turismo e compreende a instalação de 75 câmaras sensíveis ao movimento.
 
“Este sistema está programado para detectar movimentos. Por exemplo, à noite, caso haja algum movimento dentro do palácio será detectado”, disse António Lamas.
 
De acordo com o responsável, a instalação de câmaras no interior e no exterior do Palácio da Pena pressupõe salvaguardar não só a segurança dos bens do monumento, mas também garantir a segurança dos visitantes.


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