Segunda-feira, 12.04.10

Créditos fotográficos: Marcelo Anjos

 

Quase casa cheia para receber Rita Guerra no Centro Cultural Olga Cadaval, Sintra, num espectáculo com um repertório variado e composto por temas do novo disco “Luar” e outros de registos anteriores. O ponto alto da noite foi a interpretação do fado de Amália “Perfeito Coração”, revelando uma outra faceta de Rita Guerra.

 

Daniel Pinto Lopes


A boa acústica do auditório Jorge Sampaio no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, esteve intimamente ligada à voz característica de Rita Guerra.

 

O concerto começou cerca de 12 minutos depois da hora marcada (22:00) perante uma sala bem composta, mas não esgotada. Durou quase duas horas.

 

Recorde-se que este espectáculo foi exclusivo para os clientes de uma grande superfície de comércio de electrónica e de electrodomésticos que compraram o novo disco de Rita Guerra, “Luar”.

 

O palco apresentava uma lua cheia em pano de fundo, que ia mudando de cor e de palavras ao som das diferentes canções que estavam escolhidas no alinhamento deste concerto de arranque da ‘tournée’ de divulgação do novo trabalho de Rita Guerra.

 

A artista cantou e ainda teve a oportunidade de se sentar ao piano para tocar algumas das baladas que estavam programadas.

 

O momento alto da noite aconteceu quase no final do espectáculo, quando Rita Guerra, sentada ao piano e sem a banda em palco, interpretou o fado de Amália “Perfeito Coração”, revelando uma faceta desconhecida para muitos dos seus fãs. No final, o público aplaudiu e houve quem dissesse “Ah, fadista”.

 

Um dos espectadores protagonizou um episódio caricato e hilariante. Quando Rita Guerra se preparava para cantar o tema “Chegar a Ti”, ouve-se uma voz da plateia que exclama “Espera!”. A artista e o público tentaram perceber do que se tratava. Era um menino que, em pé, pedia a Rita Guerra que esperasse “um pouco” para poder tirar uma foto.

 

Face a este pedido, a artista saiu do piano e dirigiu-se para o meio do palco, a fim de concretizar o desejo do seu fã mais jovem presente na sala.

 

Os próximos espectáculos de Rita Guerra, abertos a todo o público, durante este mês de Abril são em Lagoa (17 de Abril), Estremoz (29 de Abril) e Lisboa (30 de Abril).



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Sexta-feira, 09.04.10

 

O primeiro concerto de apresentação do novo álbum “Luar” de Rita Guerra é hoje, 9 de Abril, às 22:00, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

 

Expressões Lusitanas

 

A cantora vai interpretar pela primeira vez ao vivo os temas de “Luar”, o novo disco de originais, que reconcilia Rita com o piano, em baladas clássicas e arranjos "elegantes", refere a editora de Rita Guerra em comunicado.

 

O disco, que reúne 13 temas da autoria de diversos compositores portugueses, entrou para o primeiro lugar da tabela de vendas na semana de lançamento.



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Segunda-feira, 14.12.09

       

 

O Palácio Nacional da Pena em Sintra está equipado com um sistema de videovigilância com 75 câmaras, que tem como objectivo a garantia de uma maior segurança a bens e a visitantes. *com Diário Digital
 
A sociedade responsável pela gestão dos monumentos de Sintra, a Parques de Sintra - Monte da Lua, apresentou este sábado o novo sistema de vigilância que já se encontra a funcionar no Palácio da Pena há alguns dias, passando assim a ser o primeiro palácio a dispor de tal dispositivo.
 
“Um palácio com o recheio que este tem precisa de ter um sistema de segurança moderno”, disse à agência Lusa o presidente da empresa Parques de Sintra - Monte da Lua, António Lamas.
 
O projecto representa um investimento de 177 mil euros, um valor comparticipado em 30 por cento pelo Programa de Intervenção do Turismo e compreende a instalação de 75 câmaras sensíveis ao movimento.
 
“Este sistema está programado para detectar movimentos. Por exemplo, à noite, caso haja algum movimento dentro do palácio será detectado”, disse António Lamas.
 
De acordo com o responsável, a instalação de câmaras no interior e no exterior do Palácio da Pena pressupõe salvaguardar não só a segurança dos bens do monumento, mas também garantir a segurança dos visitantes.


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Sexta-feira, 06.11.09

     

 

Adriana, com um registo pop leve e que navega livremente entre o jazz, a bossa nova e uma música portuguesa sem idade, com uma rica (e curta) experiência de vida, apresenta-se amanhã em concerto.
 
O palco do Auditório Acácio Barreiros, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, recebe assim esta jovem cantora.
 
Nasceu há 25 anos em Portugal, mas reside nos Estados Unidos. Com sete anos de idade começa a estudar música, frequentando aulas de solfejo e formando-se de acordo com os cânones clássicos.
 
Aos 16 anos, Adriana termina a sua passagem pelo Conservatório e, apesar disso, matriculou-se na Universidade Nova de Lisboa no curso de Línguas e Literaturas Modernas, onde apenas esteve durante alguns semestres.
 
Ganha, entretanto, uma bolsa de estudo para a Berklee College of Music, em Boston, nos Estados Unidos. Aqui, Adriana terminou, em dois anos, o curso de quatro. Para tal teve de sacrificar os Verões.
 
Para comemorar a conclusão do curso, Adriana foi jantar com uma amiga, quando, já no restaurante, se apercebeu de que se tinha esquecido da carteira em casa. Teve de cantar para pagar a refeição. Neste instante, Adriana percebeu o que um músico tinha de fazer para viver da sua arte. A partir daqui, tocou em casamentos, funerais, restaurantes, entre outros.
 
Apesar desta ‘descoberta', Adriana quis experimentar o mundo de trabalho e o horário das 09:00 às 17:00 da maioria. Empregou-se como consultora e ficou a conhecer a rotina dentro de um escritório.
 
Tal rotina seria também passageira. Num dia, Adriana despede-se, sai do escritório e nunca mais volta, para se fechar em casa a escrever as letras das canções que hoje canta.
 
Sete anos depois de ter chegado aos Estados Unidos, e já com 25 anos de idade, Adriana lança o disco de estreia, onde canta, toca flauta, piano, guitarra, sonoridades que vão ser ouvidas amanhã no Olga Cadaval, em Sintra.


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