Quinta-feira, 09.12.10

 

A unidade neo-natal de cuidados intensivos da Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, é passível de ser “comparada com qualquer um dos melhores hospitais da Europa” e apresenta números de sobrevivência de recém-nascidos “muito favoráveis”.

 

Daniel Pinto Lopes

Jornalista

 

A unidade foi totalmente reformulada há cerca de três anos. Antes funcionava num espaço mais apertado, de menor capacidade e mais antigo. “Era urgente e até emergente modernizar a unidade e assim foi”, afirma o especialista de saúde materna/infantil Jorge Branco ao Expressões Lusitanas.

 

O investimento total na nova infra-estrutura rondou os 600 mil euros. Destes, 200 mil resultaram de donativos por parte da sociedade civil e da Fundação EDP.

 

O novo espaço conta com 13 pontos de ventilação, factor que a torna na maior unidade de cuidados intensivos neo-natais do país. A sua capacidade máxima está “quase sempre” preenchida.

 

A unidade conta uma sobrevivência de recém-nascidos com menos de 25 semanas “muito elevada”. Contudo, e dadas a “dimensão” dos bebés e a sua “capacidade” de sobrevivência, “alguns perdem-se”. Apesar disso, Jorge Branco assevera que, a nível europeu, os números são “muito favoráveis”.

 

A tecnologia que reveste o espaço não é portuguesa. As incubadoras, ventiladores, bombas infusoras e monitores não são feitos no nosso país. Porém, a Portugal Telecom (PT) instalou um sistema de vigilância, “permitindo aos pais acompanharem o seu filho em casa”, durante as 24 horas do dia.

 

Apesar das facilidades da tecnologia, há quem prefira permanecer a maior parte do tempo na Maternidade. “Alguns pais são verdadeiros heróis e ajudam muito os filhos a sobreviver, tocando-lhes, acarinhando-os e dando-lhes a mãos”, recorda Jorge Branco.

 

Nos últimos anos, a Maternidade Alfredo da Costa tem investido em vários sectores. Dispõe de um bloco de partos novo, do “primeiro e único” banco de leite humano em Portugal e de um centro de procriação medicamente assistida.



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Quarta-feira, 28.10.09

  

 

O filme “Aquele Querido Mês de Agosto” foi visto nas salas de cinema francesas por mais três mil espectadores do que em relação a Portugal, o que equivale a um total de 13 mil pessoas que viram o filme.

 
A segunda longa-metragem de Miguel Gomes, produzida pela O Som e a Fúria, estreou em Portugal a 21 de Agosto de 2008 e esteve apenas cerca de um mês em exibição. Apesar disso, conseguiu reunir um total de 10 mil espectadores.
 
A passagem de “Aquele Querido Mês de Agosto” por França conseguiu, em três meses e meio, levar um total de 13 mil espectadores a ver o filme português, o que representa um acréscimo de 3 mil espectadores em relação ao total registado em Portugal.
 
A data de estreia em França teve lugar a 17 de Junho e esteve em exibição em várias cidades francesas, como a capital Paris (12 semanas em sala), Lyon, Marselha, Grénoble, Nantes, Bordéus, Toulouse, Lille, Montpellier, Clermont-Ferrand, Metz, Le Mans, Pau e ainda em cerca de 35 cidades de pequena e de média dimensão.
 
Com um elenco composto pelos actores Sónia Bandeira, Fábio Oliveira, Joaquim Carvalho, Andreia Santos, Armando Nunes, Manuel Soares, Paulo Moleiro, Luís Marante e Emmanuelle Fèvre, “Aquele Querido Mês de Agosto” foi rodado durante os verões de 2006 e de 2007 nos concelhos de Arganil, Góis, Pampilhosa da Serra, Oliveira do Hospital e Tábua.
 
Informações da produtora “O Som e a Fúria” sobre o filme e o realizador:
 
Sinopse
 
No coração de Portugal serrano, o mês de Agosto multiplica os populares e as actividades. Regressam à terra, lançam foguetes, controlam fogos, cantam karaoke, atiram-se da ponte, caçam javalis, bebem cerveja, fazem filhos. Se o realizador e a equipa do filme tivessem ido directamente ao assunto, resistindo aos bailaricos, reduzir-se-ia a sinopse: «Aquele Querido Mês de Agosto acompanha as relações sentimentais entre pai, filha e o primo desta, músicos numa banda de baile». Amor e música, portanto.
 
Bio-filmografia do realizador
 
Miguel Gomes nasce em Lisboa em 1972. Estuda na Escola Superior de Teatro e Cinema e trabalha como crítico de cinema na imprensa portuguesa entre 1996 e 2000. Realiza várias curtas-metragens premiadas em festivais como Oberhausen, Belfort ou Vila do Conde e exibidas em Locarno, Roterdão, Buenos Aires ou Viena. Realiza em 2004 a sua primeira longa-metragem, A CARA QUE MERECES. Em 2008, estreia o seu último filme, AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO, na Quinzena dos Realizadores em Cannes, posteriormente exibido em mais de quarenta festivais internacionais onde recebe mais de uma dezena de prémios. São efectuadas mostras integrais dos filmes do realizador na Viennale (Aústria) em 2008, no Bafici (Argentina) e no Centro de Artes e Imaxes da Corunha (Espanha) em 2009. Prepara actualmente um novo projecto de longa-metragem, “Aurora”.
 


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Sábado, 05.09.09

                               

 

Apesar de a música “Sozinho (não estou)" fazer parte do álbum “Sou Como Sou”, lançado em Abril do ano passado, a verdade é que, neste ano, várias são as festas e rádios locais onde se ouve este tema musical com alguma frequência.
 
A sonoridade é, na sua essência, ‘kizomba’, mas com algum toque próprio de Marante, que se apresenta neste álbum a solo (apesar de não ser a primeira vez), já que o cantor é sobejamente conhecido pela sua participação nos Bandalusa.
 
Apresenta uma duração de 3 minutos e 46 segundos e, para ouvir, basta carregar no “Play”.
 
Faixas do disco “Sou Como Sou” (2008):
 
01. Eu quero dar um beijo  
02. Ela tem pinta 
03. Mulher de programa  
04. Volta ao começo 
05. Cigana de Tóia  
06. É por ela que eu bebo 
07. Chora, chora, chora  
08. Quando ficares só 
09. Esquecer esse amor  
10. Sozinho (não estou) 
11. Ficamos mais sós  
 
Cortesia: YouTube


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Quarta-feira, 22.07.09

  

 

Continuando a divulgar os sucessos de Verão na música popular portuguesa, a Emanuel sucede-se agora José Malhoa.

 
O cantor, natural das Caldas da Rainha, lançou recentemente mais um trabalho discográfico intitulado "Pecado de Verão". Provavelmente, algumas das onze músicas presentes neste disco vão marcar presença nos vários bailaricos, festas e romarias que embelezam o nosso país de norte a sul na altura do Verão, a época predilecta e já de tradição da chegada dos emigrantes portugueses espalhados pelo mundo.
 
Uma das músicas que mais ressalta e mais êxito tem vindo a obter até agora é aquela que tem o nome do álbum - Pecado de Verão.
 
O "videoclip", já disponível, e gravado na Foz do Arelho, é simples e sem grandes preciosismos, fruto dos tempos de crise económica em que se vive, aos quais a música portuguesa e os seus artistas não passam despercebidos. Contudo, o elemento feminino, tão comum nas letras e na raiz da música popular portuguesa, está inequivocamente presente.

 



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Terça-feira, 21.07.09

                        

 

Emanuel regressou há bem pouco tempo aos discos com o novo álbum "Meu Carro é Velho", um trabalho composto por 12 faixas, esperando-se que muitas delas sejam êxitos neste Verão. É já o caso da música que tem precisamente o nome do disco, que já é um sucesso.
 
Por esta razão, e tendo saído há pouco tempo o "videoclip" desta música, o Expressões Lusitanas apresenta agora o mesmo aos seus leitores.
 
Em suma, é um "videoclip" simples e sem grandes espectacularidades, mas já sem o amadorismo de outros tempos.
 

 



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